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Mutirão de Confissões nas Paróquias de Mossoró- RN

 




Dom Francisco chega ao território da Diocese nesta sexta-feira: posse será sábado

 


O sétimo bispo da Diocese de Mossoró, o carmelita Dom Francisco de Sales Alencar Batista, tomará posse no próximo sábado, dia 17, no adro da Catedral de Santa Luzia. A programação iniciará às 17h, após uma bonita procissão vinda do Santuário do Sagrado Coração de Jesus com Dom Francisco, Dom Mariano Manzana, bispo Emérito, mais de vinte bispos, cerca de cem padres, diáconos e seminaristas. O novo pastor será acolhido na praça da Catedral pelos familiares, autoridades, convidados e a comunidade em geral.

 Dom Francisco entrará no território da Diocese de Santa Luzia de Mossoró na sexta-feira, dia 16, a partir das 8h, pela Paróquia de Luís Gomes, fazendo uma saudação a Senhora Santana (avó de Jesus e padroeira da cidade) e sendo acolhido pelo povo. De lá, ele segue para as Paróquias de José da Penha, Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Itaú e pernoita na Paróquia de Apodi. Serão momentos de oração e saudação a Dom Francisco pelos padres das respectivas paróquias e povo dos zonais do Médio e Alto Oeste da Diocese. A chegada a Mossoró (RN) será no sábado, 17, dia da posse, com uma programação especial.

 Acolhida                                                                                                      

 O novo bispo Dom Francisco de Sales, 56 anos, pernambucano, será acolhido em Mossoró no sábado, dia 17, a partir das 9h, na Paróquia de São João Batista, bairro Doze Anos. Às 16h45, haverá oração de Dom Francisco juntamente com o Clero, bispos convidados, diáconos e seminaristas no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, Centro de Mossoró, e, em seguida, procissão para a Catedral de Santa Luzia. “Há expectativa de mais de 20 bispos presentes na cerimônia e 150 padres. Dom Francisco é presidente do Regional Nordeste 2 da CNBB. Autoridades, convidados, imprensa e fiéis de várias cidades e de Mossoró são aguardados para essa bonita recepção de boas-vindas ao novo pastor”, reforçou Padre Flávio Augusto, pároco da Catedral e  membro do Colégio de Consultores.

 Posse e Celebração

A celebração da missa e posse canônica começarão às 17h, iniciadas pelo arcebispo da Arquidiocese de Natal, Dom João Cardoso, que solicitará a leitura, pelo Colégio de Consultores, da bula (documento) do Papa Francisco, nomeando Dom Francisco de Sales como bispo da Diocese de Mossoró. Em seguida, Dom João entregará o báculo (cajado) a Dom Francisco como gesto de comunhão eclesial e de passagem do governo diocesano. Outros momentos significativos, durante a missa: Dom Francisco entrará na Catedral para um momento de Adoração ao Santíssimo e depois aos pés da imagem de Santa Luzia pedindo a sua intercessão. Marcante também será a ocasião em que todos os padres, diáconos e representantes de leigos e religiosos irão até o novo bispo para cumprimentá-lo desejando um frutuoso pastoreio.

Dentro do cerimonial, os cumprimentos do prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, da governadora Fátima Bezerra e de um representante do Clero da Diocese. Na sequência, a Santa Missa com sua liturgia própria.   

 

 Caravanas

 Em várias paróquias, os fiéis estão organizando caravanas para participar da posse canônica. Da Diocese de Cajazeiras (PB), da qual Dom Francisco de Sales foi bispo nos últimos sete anos, virá também uma caravana.

A Diocese de Santa Luzia divulgou os horários das Missas da Quarta-feira de Cinzas nas paróquias em Mossoró.

 



A Quarta-feira de Cinzas marca o início da Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa.

Confira os horários:

Catedral de Santa Luzia: 17h e 19h ( Dom Mariano preside)

Sagrada Família: 19h30

São João Paulo II: 19h30

Santuário de Santa Clara: 17h

Capela de São Bento: 19h30

São João Batista: 19h

Alto da Conceição: 19h

São Manoel – 19h

São José: 17h

São Paulo: 8h e 17h

Nossa Senhora de Fátima: 19h

Menino Jesus: 18h30

Nossa Senhora de Fátima- 19h

Quaresma 2024: em mensagem, Papa afirma que a Quaresma é tempo da graça na qual o deserto volta a ser lugar do primeiro amor.




Foi divulgada, nesta quinta-feira (1°/02), a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2024 sobre o tema “Através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade”. Na mensagem, Francisco reconhece que a humanidade de hoje atingiu “níveis de desenvolvimento científico, técnico, cultural e jurídico capazes de garantir dignidade a todos”, mas o risco é que, sem rever os estilos de vida, se caia na “escravidão” de práticas que arruínam o planeta e alimentam as desigualdades.

O Santo Padre inicia o texto com um versículo do Livro do Êxodo: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egito, da casa da servidão”. “Assim inicia o Decálogo dado a Moisés no Monte Sinai”, escreve o Papa, acrescentando que “quando o nosso Deus se revela, comunica liberdade”.

Deserto, lugar do primeiro amor

“O povo sabe bem de que êxodo Deus está falando: traz ainda gravada na sua carne a experiência da escravidão. Como Israel no deserto tinha ainda dentro de si o Egito, também hoje o povo de Deus traz dentro de si vínculos opressivos que deve optar por abandonar. Damo-nos conta disto, quando nos falta a esperança e vagueamos na vida como em terra desolada, sem uma terra prometida para a qual tendermos juntos”, sublinha o Papa.

A seguir, Francisco recorda que “a Quaresma é o tempo de graça em que o deserto volta a ser – como anuncia o profeta Oseias – o lugar do primeiro amor. Deus educa o seu povo, para que saia das suas escravidões e experimente a passagem da morte para a vida. Como um esposo, atrai-nos novamente a si e sussurra ao nosso coração palavras de amor”.

Ver a realidade

“O êxodo da escravidão para a liberdade não é um caminho abstrato. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. Também hoje o grito de tantos irmãos e irmãs oprimidos chega ao céu”, escreve o Pontífice. A seguir, Francisco pergunta: o grito desses nossos irmãos e irmãs “chega também a nós? Mexe conosco? Comove-nos? Há muitos fatores que nos afastam uns dos outros, negando a fraternidade que originariamente nos une”.

A este propósito, o Papa recorda sua viagem a Lampedusa, em 8 de julho de 2013, ressaltando que à globalização da indiferença ele contrapôs duas perguntas, que se tornam cada vez mais atuais: ‘Onde estás?’ e ‘Onde está o teu irmão?’. Segundo Francisco, “o caminho quaresmal será concreto, se, voltando a ouvir tais perguntas, confessarmos que hoje ainda estamos sob o domínio do Faraó. É um domínio que nos deixa exaustos e insensíveis. É um modelo de crescimento que nos divide e nos rouba o futuro. A terra, o ar e a água estão poluídos por ele, mas as próprias almas acabam contaminadas por tal domínio. De fato, embora a nossa libertação tenha começado com o Batismo, permanece em nós uma inexplicável nostalgia da escravidão. É como uma atração para a segurança das coisas já vistas, em detrimento da liberdade”.

A Quaresma é tempo de conversão, tempo de liberdade

Segundo o Pontífice, “o êxodo pode ser interrompido: não se explicaria de outro modo porque é que tendo uma humanidade chegado ao limiar da fraternidade universal e a níveis de progresso científico, técnico, cultural e jurídico capazes de garantir a todos a dignidade, tateie ainda na escuridão das desigualdades e dos conflitos”.

“Deus não se cansou de nós. A Quaresma é tempo de conversão, tempo de liberdade. O próprio Jesus foi impelido pelo Espírito para o deserto a fim de ser posto à prova na sua liberdade. O deserto é o espaço onde a nossa liberdade pode amadurecer numa decisão pessoal de não voltar a cair na escravidão. Na Quaresma, encontramos novos critérios de juízo e uma comunidade com a qual avançar por um caminho nunca percorrido”, escreve ainda Francisco, ressaltando que “isto comporta uma luta: assim nos dizem claramente o livro do Êxodo e as tentações de Jesus no deserto”.

Mais temíveis que o Faraó são os ídolos

De acordo com Francisco, “mais temíveis que o Faraó são os ídolos: poderíamos considerá-los como a voz do inimigo dentro de nós. Poder tudo, ser louvado por todos, levar a melhor sobre todos: todo o ser humano sente dentro de si a sedução desta mentira. É uma velha estrada. Assim podemos apegar-nos ao dinheiro, a certos projetos, ideias, objetivos, à nossa posição, a uma tradição, até mesmo a algumas pessoas. Em vez de nos pôr em movimento, nos paralisam. Em vez de nos fazer encontrar, nos dividem”.

Porém, “existe uma nova humanidade, o povo dos pequeninos e humildes que não cedeu ao fascínio da mentira. Enquanto os ídolos tornam mudos, cegos, surdos, imóveis aqueles que os servem, os pobres em espírito estão imediatamente disponíveis e prontos: uma força silenciosa de bem que cuida e sustenta o mundo”.

Agir é também parar

“É tempo de agir e, na Quaresma, agir é também parar: parar em oração, para acolher a Palavra de Deus, e parar como o Samaritano na presença do irmão ferido”, sublinha o Papa. Segundo ele, “a oração, esmola e jejum não são três exercícios independentes, mas um único movimento de abertura, de esvaziamento: lancemos fora os ídolos que nos tornam pesados, fora os apegos que nos aprisionam. Então o coração atrofiado e isolado despertará”.

Quaresma, tempo de decisões comunitárias

Segundo o Papa, “a forma sinodal da Igreja, que estamos redescobrindo e cultivando nestes anos, sugere que a Quaresma seja também tempo de decisões comunitárias, de pequenas e grandes opções contracorrente, capazes de modificar a vida quotidiana das pessoas e a vida de toda uma coletividade: os hábitos nas compras, o cuidado com a criação, a inclusão de quem não é visto ou é desprezado”.

“Na medida em que esta Quaresma for de conversão, a humanidade extraviada sentirá um abalo de criatividade: o lampejar de uma nova esperança”, escreve ainda o Papa, recordando as suas palavras dirigidas aos jovens da JMJ de Lisboa, no verão passado: «Procurai e arriscai; sim, procurai e arriscai. Neste momento histórico, os desafios são enormes, os gemidos dolorosos: estamos vivendo uma terceira guerra mundial feita aos pedaços. Mas abracemos o risco de pensar que não estamos numa agonia, mas num parto; não no fim, mas no início de um grande espetáculo. E é preciso coragem para pensar assim».

“É a coragem da conversão, da saída da escravidão. A fé e a caridade guiam pela mão esta esperança menina. Elas a ensinam a caminhar e, ao mesmo tempo, ela as puxa para a frente”, conclui a mensagem do Papa.

Com informações e foto VaticanNews 

Posse canônica do novo Bispo de Mossoró acontece em pleno adro da Catedral de Santa Luzia

 


       

A programação da posse do novo Bispo da Diocese de Mossoró, Dom Francisco de Sales Alencar Batista, começará no dia 16 de fevereiro com missa de despedida na cidade de Uiraúna, na Paraíba, e a acolhida na Paróquia de Luís Gomes, primeira paróquia da Diocese de Mossoró a recepcioná-lo, seguida por José da Penha, Pau dos Ferros, São Francisco do Oeste, Itaú e pernoite em Apodi. Serão momentos de oração e saudação a Dom Francisco pelos padres e povo da Diocese, zonais do Médio e Alto Oeste do Rio Grande do Norte. A chegada a Mossoró será no sábado, 17, dia da posse, com uma programação especial.

Posse                                                                                                       

O novo Bispo Dom Francisco será acolhido em Mossoró no sábado, dia 17, a partir das 9h, na Paróquia de São João Batista, bairro Doze Anos. Às 16h45, haverá oração de Dom Francisco juntamente com o Clero no Santuário do Sagrado Coração de Jesus e em seguida procissão para a Catedral de Santa Luzia. “Há expectativa de mais de 20 bispos presentes na cerimônia e 150 padres. Dom Francisco é presidente do Regional Nordeste 2 da CNBB. Autoridades, convidados, imprensa e fiéis de várias cidades e de Mossoró. Uma bonita recepção de boas-vindas ao novo pastor”, reforçou Padre Flávio Augusto.   

 

Celebração

A celebração da missa começará 17h, iniciada pelo arcebispo da Arquidiocese de Natal, Dom João Cardoso, que solicitará a leitura, pelo Colégio de Consultores, da bula (documento) do Papa Francisco, nomeando Dom Francisco de Sales como bispo da Diocese de Mossoró. Em seguida, Dom João entregará o báculo (cajado) a Dom Francisco como gesto de comunhão eclesial e de passagem do governo diocesano. Outros momentos significativos, durante a missa: Dom Francisco entrará sozinho na Catedral para um momento de oração em frente ao sacrário e depois aos pés da imagem de Santa Luzia pedindo a sua intercessão. Marcante também será a ocasião em que todos os padres, diáconos e representantes de leigos e religiosos irão até o novo bispo para cumprimentá-lo e prestar-lhe respeito.

 Caravanas

Em várias paróquias, os fiéis estão organizando caravanas para participar da posse canônica. Da Diocese de Cajazeiras (PB), da qual Dom Francisco de Sales foi bispo nos últimos sete anos, virá também uma caravana.

 




Dia 02

A Diocese programou para a primeira sexta-feira do mês de fevereiro, dia 02, uma Oração pelo início do magistério episcopal de Dom Francisco em todas as Igrejas.  

 

Foto- Henrique Nogueira

Hino Episcopal de Dom Francisco de Sales: Como o que serve

 

COMO O QUE SERVE (Letra e música: Frei José Cláudio, O.C)

1- És pastor com Jesus, Bom Pastor,

que contigo partilha a guia

do rebanho por Ele amado,

da porção que te é confiada.


Junto ao teu rebanho sê um outro Cristo:

vai e faze isto (2x) como o que serve.

Serve como Cristo. Lembra sempre isto! (2x)


2- Vê Jesus que se fez Servidor:

rebaixou-se e humilde mostrou-se;

sendo Deus, encarnou-se na história,

não buscou nem riqueza nem glória.


3- És um servo de Deus, escolhido,

foste ungido com o Espírito Santo,

enviado ao meio povo

pra ser luz que ilumina a todos.


4- O Evangelho da vida proclama,

cria pontes e ergue os caídos,

sê uma fonte de amor e unidade,

leva a grei ao Pastor imolado.


5- Tens por ti uma Mãe que é serva:

serva humilde e fiel do Senhor.

O teu povo a ela consagra,

pois não te faltará sua graça.

Confira a programação para a Solenidade de Posse do novo Bispo da Diocese de Mossoró



 





















Novo bispo recebe primeiros relatórios da Diocese de Mossoró

 



Nesta segunda-feira, dia 22, pela manhã, a Cúria Diocesana foi palco de um importante momento: o novo bispo da Diocese de Mossoró, Dom Francisco de Sales Alencar Batista, O.Carm, 55 anos, tomou café e esteve reunido com Dom Mariano Manzana, bispo Emérito, e com o Colégio de Consultores (formado pelos padres: Flávio Augusto, Charles Lamartine, Francisco Crisanto, Possídio Lopes, Wescley Paulo e Alison Felipe).

Na pauta, detalhes para condução da sua posse canônica, dia 17 de fevereiro, às 17h, no adro da Catedral de Santa Luzia, entrega dos primeiros relatórios, assim como, o agendamento de reuniões diocesanas deste ano.
“Eu chego como peregrino com os pés descalços pedindo hospedagem nessa grande Diocese de Mossoró. Que a gente possa se hospedar um no coração do outro. Reforço que no dia da minha posse alarguemos os braços para esse grande abraço entre nós, eu e povo desta Diocese, e que possamos seguir conforme a vontade de Deus”, comentou Dom Francisco.
“ A nossa Igreja não tem medo de anunciar Nosso Senhor com coragem e audácia. É uma Igreja iluminada por Santa Luzia que não teme as perseguições desse tempo. Igreja que projeta sobre a realidade da história, da sociedade, a luz redentora do Evangelho de Nosso Senhor Cristo. Igreja que não teme a sua própria missão”, complementou o bispo eleito.
Diocese de Mossoró

Eleito o sétimo bispo da Diocese de Mossoró, no Rio Grande do Norte. Dom Francisco foi nomeado em 18 de novembro de 2023 pelo Papa Francisco, enquanto exercia a função de Bispo de Cajazeiras no estado da Paraíba. O nosso pastor terá a missão de estar à frente de uma Diocese instalada em 18 de novembro de 1934, com 40 paróquias e uma Área Pastoral. São mais de setenta padres num área de 56 municípios.

Diocese de Mossoró prepara bonita festa para acolher Dom Francisco de Sales

 



Um mês para a grande festa de acolhida do novo bispo da Diocese de Mossoró. A missa de posse canônica de Dom Francisco de Sales Alencar será dia 17 de fevereiro, em Mossoró-RN.

 

Para organizar a posse do novo pastor, o Colégio de Consultores organizou equipes formadas por padres e leigos, que tem se reunido sistematicamente para organizar esse momento especial na vida da Igreja Particular de Mossoró.

 

“Estamos vivenciando diversas etapas preparatórias para a posse. O Colégio de Consultores definiu as comissões, cada uma delas coordenada por um padre, para que tudo ocorra conforme o planejado. Temos, por exemplo, uma equipe exclusiva de acolhida, para recepcionar as caravanas que virão das diversas paróquias do interior”, pontuou Padre Flávio Augusto, pároco da Catedral.

 

Dom Francisco foi nomeado bispo da Diocese de Mossoró pelo Papa Francisco no dia 18 de novembro de 2023, em razão do pedido de renúncia, por idade, apresentado por Dom Mariano Manzana ao governo pastoral da Diocese de Mossoró. O novo bispo vem da Diocese de Cajazeiras (Paraíba) e atualmente é o presidente do Regional Nordeste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

 

Biografia de Dom Francisco de Sales

  

Dom Francisco de Sales nasceu no dia 17 de abril de 1968 em Araripina, em Pernambuco. Ele fez a profissão religiosa na Ordem dos Freis Carmelitas no dia 24 de janeiro de 1988 e foi ordenado sacerdote em 29 de Novembro de 1995. Ele completou seus estudos de Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia (Insaf), em Olinda (PE), e de Teologia e Filosofia na Milltown, Dublin, capital da Irlanda. Em seguida, obteve uma licenciatura em Teologia Espiritual no Pontifício Instituto de Espiritualidade Teresianum de Roma. 

Durante o seu ministério sacerdotal exerceu os seguintes cargos: Formador dos estudantes de filosofia; Reitor da Basílica do Carmo, em Recife; pastor, Conselheiro e Prior Provincial da Província Carmelitana de Pernambuco. Em 2011, assumiu em Roma, o ofício de vice-prior do Centro Internacional Santo Alberto, e, em 2014, assumiu a função de secretário-geral da Ordem do Carmo, e também presidente da Comissão Internacional para a Liturgia e Oração, além de ser membro da Comissão Internacional de Evangelização e Missão. 

  

Foi nomeado pelo Papa Francisco em junho de 2016 como bispo de Cajazeiras, município do sertão paraibano. E em abril de 2023, foi eleito durante a 60ª AG CNBB, como presidente do regional Nordeste 2 da CNBB, para o quadriênio de 2023 a 2027. Na gestão anterior, dom Francisco exercia a função de secretário.