Reflexão para o XXII Domigno do Tempo Comum –Lucas 14,1.7-14 ( Ano C)




Continuamos a acompanhar Jesus em seu longo caminho para Jerusalém. Nesse caminho, o evangelista Lucas nos mostra muitas ‘paradas’, como se fossem estações, nas quais prevalece o ensinamento à ação de caminhar. Trata-se mais de um itinerário teológico-catequético que uma distância percorrida. O texto de hoje, Lc 14,1.1-7, apresenta Jesus em uma refeição na casa de um dos chefes dos fariseus. Por sinal, essa é a terceira vez que Lucas o apresenta comendo na casa de um fariseu (cf. 7,36; 11,37; 14,1). Esse dado é importante porque nos ajuda a reformular a imagem distorcida de que Jesus e os fariseus eram inimigos.

É verdade que sempre há muitas discórdias nesses encontros, mas o fato de eles convidarem Jesus para comer em suas casas é sinal de que havia uma certa estima e curiosidade. E, por outro lado, o fato de Jesus aceitar tais convites mostra que, de fato, não fazia distinção de pessoas: comia com os pecadores e publicanos, para o murmúrio dos próprios fariseus (cf. Lc 5,30), e também aceitava o convite dos partidários desse grupo religioso tão observante e zeloso para com os preceitos da Lei.

Jesus aceitava convite de todos. O que não combinava com Ele era o isolamento, o fechamento egoísta e solitário. É inegável que o encontro de Jesus com os fariseus sempre terminava em conflito. Havia, sem dúvidas, uma forte oposição entre a mensagem libertadora de Jesus e a mentalidade conservadora e legalista dos fariseus. Mas, pelo menos segundo Lucas, eles conseguiam conviver.

Como afirma logo o primeiro versículo, “Num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus” (v. 1a). Essa é uma informação muito importante para a compreensão de todo o texto, porque nos dá as indicações de tempo (dia de sábado) e de espaço (casa de um fariseu). Esses dados são indicativos de que vem confusão pela frente! A refeição tinha um sentido muito forte para o povo judeu. Nos dias de sábado, após o culto matinal na sinagoga, as famílias almoçavam festivamente; a comida tinha sido preparada na véspera, a sexta-feira, o “dia da preparação”, como eles chamavam, uma vez que nenhum trabalho poderia ser feito no sábado, dia de culto e repouso.

Nos povoados, os judeus mais influentes costumavam oferecer verdadeiros banquetes, convidando com frequência o pregador daquele dia na sinagoga, de modo que o almoço fosse uma extensão do culto. Assim, à mesa se discutia o assunto da pregação, tirando as dúvidas suscitadas. Isso nos faz supor que, naquele sábado, Jesus pregou na sinagoga e após o culto, recebeu o convite para uma refeição na casa de um chefe dos fariseus, alguém importante do lugar. Como a fama de Jesus já tinha se espalhado bastante, os primeiros interessados em conferir o teor de sua mensagem eram os fariseus, verdadeiros guardiães da sã doutrina na época.

A continuação do versículo diz que “os fariseus observavam Jesus” (v. 1b). Essa é também uma informação de grande importância, porque mostra qual era a intenção deles ao convidarem Jesus: observar cuidadosamente seus gestos e palavras e o acusarem de blasfemo e transgressor da Lei de Deus, uma vez que a interpretação de Jesus lhes contradizia. Podemos dizer que havia uma dupla malícia: os fariseus convidavam Jesus para observá-lo e depois acusá-lo, e Jesus aceitava tais convites para desmascará-los, muito mais que para degustar da fartura do banquete. Infelizmente, o texto litúrgico nos priva de conhecer a origem da controvérsia, ao omitir o trecho que vai do segundo ao sexto versículo: a cura de um hidrópico em dia de sábado (vv. 2-6). Foi aí que o conflito teve início.

Considerando aquilo que o texto litúrgico propõe, percebemos que Jesus também os observava com muita atenção. E dessa observação, Ele fez duas importantes advertências, muito duras, por sinal: aos convidados (vv. 7-11), e ao dono da casa (vv. 12-15). Destas advertências a pessoas específicas, surge um ensinamento universal, direcionado, inicialmente, aos discípulos, mas estendido aos cristãos de todos os tempos: o cultivo da humildade e da gratuidade nas relações, ou seja, um estilo de vida baseado em novos critérios, em discordância com os valores defendidos pelas tradições ultrapassadas, como o judaísmo oficial da época.

Ao advertir os convidados (vv. 7-11), Jesus recorre à tradição sapiencial e constrói uma pequena parábola, baseada em uma citação do livros dos Provérbios: “Não te vanglories na frente do rei, nem ocupes o lugar dos grandes; pois é melhor que te digam: ‘Sobe aqui!’ do que seres humilhado na frente de um nobre” (Pr 25,6-7). Tendo notado que os convidados escolhiam os primeiros lugares, foi muito oportuna a chamada de atenção. A princípio, parece um convite à esperteza: como lograr de sucesso na frente dos demais ao ser promovido, passando do último para o primeiro lugar (v. 10). Era essa a mentalidade do autor sapiencial. Mas, Jesus usou o texto de Provérbios apenas como ilustração. O que, de fato, Ele quer apresentar é a dinâmica do Reino de Deus e, ao mesmo tempo, prevenir seus discípulos para não imitarem o comportamento dos fariseus. Por isso mesmo, Ele continuará essa observação em outras ocasiões: na parábola do fariseu e o publicano (cf. Lc 18,9-14) e, já em Jerusalém, no discurso contra os escribas (cf. Lc 20,45-47). Portanto, o contexto é o da formação dos discípulos.

Ora, a busca pelos primeiros lugares, característica do grupo dos fariseus, não pode fazer parte do discipulado de Jesus. A atitude do cristão deve ser sempre a do serviço, e quem serve não pensa nos lugares de honra. Certamente, esse texto reflete também a preocupação de Lucas com a uma tendência hierarquizante na Igreja primitiva. O banquete dos fariseus é, aqui, apresentado como o anti-modelo do banquete cristão, o qual deve prefigurar o banquete do Reino. Assim, renunciar aos lugares de destaque é, mais que humildade, um gesto de amor. É dar espaço para o outro, optando por uma modelo de sociedade alternativa, renunciando a qualquer indício de concorrência e egoísmo. É uma atitude inclusiva, como será desenvolvido na sequência do texto.

Assim, a segunda advertência completa a primeira: “dirigindo-se a quem o tinha convidado” (v. 12a). Tendo “observado como os convidados escolhiam os primeiros lugares” (v. 7a), Ele percebeu também as características destes convidados, e os critérios usados pelo dono da casa para convidá-los. Estava muito clara a política da retribuição naquele ambiente. Aqui, Ele retoma o discurso das bem-aventuranças: “fazei o bem e emprestai sem esperar nada em troca” (cf. Lc 6,35). Esse conselho dado ao dono da casa é completamente contrário aos costumes da época. Trata-se de algo revolucionário. O convite à gratuidade nas relações é, aqui, apenas um dos ricos significados desse trecho. Fazer o bem sem esperar recompensa é, de fato, uma atitude necessária para a comunidade dos discípulos. Mas a proposta apresentada aqui vai muito além disso!

Há um forte apelo a uma revolução social, ao conceber as novas relações, além de um convite para uma luta da qual nenhum cristão pode fugir: a superação de todas as formas de exclusão e marginalização. Ele observou, naquele ambiente, quatro categorias de convidados: “amigos, irmãos, parentes e vizinhos ricos” (v. 12), e todas com capacidade de retribuir. Para reverter essa situação, Ele propõe outros critérios, sendo o primeiro a impossibilidade de retribuição. Por isso, sugere também quatro categorias: “os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos” (v. 13). Para aquele fariseu, isso foi apenas sugestão. Para os cristãos, isso é compromisso e condição: não há cristianismo sem luta pela inclusão. É interessante observar a fórmula “quatro por quatro”: tirar os privilégios de quatro grupos específicos, e incluir quatro grupos que representam todas as categorias de excluídos, inclusive da vida religiosa, uma vez que os aleijados, os coxos e os cegos nem entrar no templo podiam. Assim, o projeto do Reino, anunciado já no cântico de Maria, prevendo a ascensão dos humildes e a queda dos poderosos (cf. Lc 1,52), vai ficando cada vez mais claro. Não podemos deixar de perceber aqui uma antecipação da Eucaristia e seu sentido mais profundo: banquete para todos, motivado por amor-doação, sem exclusão alguma.

Na conclusão, novamente Ele retoma o tema das bem-aventuranças, completando-o: “Tu serás feliz!” (v. 14a). Já tendo dito que “Felizes são os pobres porque deles é o Reino de Deus” (cf. Lc 6,20), agora Ele diz que é feliz também quem fica do lado dos pobres. Essa conclusão tem um significado muito relevante para a teologia de Lucas: além de bem-aventurado, o pobre é também fonte de bem-aventurança, portanto, um lugar teológico privilegiado.

Pe. Francisco Cornelio Freire Rodrigues
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Catequistas: educadores da fé


Na Igreja no Brasil temos um número muito grande de catequistas. São homens e mulheres que, cientes de sua responsabilidade cristã, assumem o serviço de educar e formar crianças, jovens e adultos, preparando-os não só para os sacramentos, de modo particular a Santa Eucaristia, mas para testemunhar com a própria vida a pessoa de Jesus e o seu Evangelho. Da catequese familiar e eclesial dependem a maturidade da fé dos cristãos e a vivacidade e o testemunho da Igreja. Parabéns, a todos os catequitas !!
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XIX Congresso Diocesano da Renovação Carismática Católica em Mossoró-RN

A RCC Mossoró está organizando o XIX Congresso Diocesano e preparou momentos especiais. Durante todo o congresso será trabalhado o Tema: “Sede misericordioso como vosso Pai é misericordioso” (Lucas 6,36). O evento terá um espaço especial para as crianças: o Congressinho, onde as crianças serão evangelizadas. A organização já confirmou a presença do pregador e orante, Frei Elias Vella.
O Congresso Diocesano apresenta-se como lugar privilegiado para a experiência de um Novo Pentecostes, como uma grande sala do cenáculo que acolhe a todos. É um evento realizado, de modo especial, para todos os servos perseverantes e participantes da Renovação Carismática Católica, bem como, para todos os homens e mulheres sedentos da palavra de Deus e que desejam uma experiência do amor de Deus juntos com a Santíssima virgem Maria e sob sua intercessão, todos podem ali beber da graça de Deus através da Santa Missa, pregações, adoração do Santíssimo Sacramento e profundos momentos carismáticos de oração de louvor.
Este evento tem por objetivo proporcionar a todos os servos e membros em formação da Renovação Carismática Católica da Diocese de Mossoró/RN, momentos de unidade, formação, espiritualidade e direcionamentos para seus trabalhos em seus respectivos Grupos de Oração, além de auxiliar a liderança no trabalho em unidade com as moções proféticas a nível Estadual e Nacional e a todos os participantes a experiência de Pentecostes.
O Congresso terá inicio na sexta feira dia 02 a partir das 19h30 com a Santa Missa. No sábado dia 03 começará às 08h com atividades acontecerão durante todo o dia, encerramento com a Santa Missa às 18h. No domingo dia 04/09/16, as atividades terão inicio às 08h, encerrando-se meio dia com a Santa Missa.

Mais informações-  www.rccbrasil.org.br
Fonte: Ministério de Comunicação Social RCC Mossoró.
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CNBB divulga nota em defesa da Lei da Ficha Limpa

No texto, os bispos conclamam "a população, legítima autora da Lei da Ficha Limpa, a defendê-la de toda iniciativa que vise ao seu esvaziamento"
O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) aprovou, nesta quarta-feira, 24, nota em defesa da Lei da Ficha Limpa. No texto, os bispos rejeitam toda e qualquer tentativa de desqualificar a lei, que “é resultado da mobilização popular e que expressa a consciência da população de que, na política não há lugar para corruptos”. 
Confira, abaixo, a nota na íntegra.

NOTA DA CNBB EM DEFESA DA LEI DA FICHA LIMPA 
O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de agosto, vem reafirmar a importância da Lei 135/2010, a Lei da Ficha Limpa, rejeitando toda e qualquer tentativa de desqualificá-la. Resultado da mobilização popular que coletou 1,6 milhões de assinaturas, a Lei da Ficha Limpa expressa a consciência da população de que, na política, não há lugar para corruptos.
Tendo sua constitucionalidade confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2012, votou favoravelmente pelas Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADC 29 e 30), a Lei da Ficha Limpa insere-se no rol das leis mais importantes no combate à corrupção eleitoral e na moralização da política. Respaldada por grandes juristas e aprovada pelo Congresso Nacional, ela atesta a sobriedade de quem a propôs de forma que atacá-la ou menosprezá-la é enfraquecer a vontade popular de lutar contra a corrupção.
Recebemos com perplexidade a decisão do STF que reconhece a exclusividade das Câmaras Municipais para julgar as contas dos prefeitos em detrimento da competência dos Tribunais de Contas. Na prática, isso significa o fim da inelegibilidade dos executivos municipais mesmo que tenham suas contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas. Trata-se de um duro golpe contra a Lei da Ficha Limpa o qual favorecerá o fisiologismo político e a corrupção, considerando o poder de barganha que pode haver entre o executivo e o legislativo municipais.
Conclamamos a população, legítima autora da Lei da Ficha Limpa, a defendê-la de toda iniciativa que vise ao seu esvaziamento. Urge não dar trégua ao combate à corrupção eleitoral e a tudo que leve ao desencanto com a política cujo objetivo é a justiça e o bem comum, construído pacífica e eticamente.
Brasília, 24 de agosto de 2016.

Dom Sergio da Rocha                              Dom Murilo S. R. Krieger
    Arcebispo de Brasília-DF                     Arcebispo de S. Salvador da Bahia-BA
residente da CNBB                                 Vice-Presidente da CNBB



      Dom Leonardo Ulrich Steiner
         Bispo Auxiliar de Brasília-DF
          Secretário-Geral da CNBB
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Ser catequista, um chamado de Deus!


No último domingo de agosto, mês das vocações, queremos enfatizar a relevância do catequista na vida da Igreja, sendo ele chamado por Deus: "Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes do teu nascimento, eu já te havia consagrado" (Jr 1,5). Ele é chamado  a  fazer ressoar a sua Palavra, desempenhar a missão de facilitar o encontro com Jesus daqueles a quem lhes é confiado ser iniciado.
Pedimos ao Senhor que lhe dê força na caminhada, na certeza que Ele caminha conosco, como nos fala o Papa Francisco:"O verdadeiro missionário, que não deixa jamais de ser discípulo, sabe que Jesus caminha com ele, fala com ele, respira com ele, trabalha com ele. Sente Jesus vivo com ele no meio da tarefa missionária"(EG 266).
Obrigada, queridos catequistas, pelo seu sim ao chamado de Deus. Que a Virgem Maria, nossa grande catequista, te ajude a, assim como ela, apresentar Jesus a todas as nações.


Miraci Borges (Coordenação Diocesana de Catequese)

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Comissão divulga mensagem para o Dia do Catequista


A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou mensagem para os catequistas de todo o Brasil, por ocasião do dia a eles dedicado, 28 de agosto, no contexto do Mês Vocacional. O texto é assinado pelo arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão, dom José Antônio Peruzzo.
“Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida”, escreveu o arcebispo.
Na mensagem, os catequistas são convidados a fazer memória de sua vocação, lembrando dos passos e desafios diante do chamado para evangelizar por meio da catequese.
“Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a(o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas”, diz dom Peruzzo aos catequistas.
Leia o texto na íntegra:

Caríssima irmã, caríssimo irmão Catequista.
Os caminhos da Igreja no Brasil assinalam o mês de agosto com uma nobre particularidade. A temática vocacional recebe forte acentuação: dia dos pais, dia do padre, dia do religioso, dia do Catequista. Este previsto para o próximo dia 28.08.
Em nome da CNBB quero servir-me da data para uma palavra permeada de sincero afeto e imensa gratidão. Embora não seja possível ser suficientemente grato a tanta dedicação, com muita simplicidade, apresento-me para uma reflexão agradecida. 
Começo chamando-lhe à recordação uma sua experiência pessoal muito singular: lembra quando alguém lhe dirigiu o convite a tornar-se Catequista? Certamente está presente em sua memória a pessoa, as frases e o contexto. Lembra também de sua própria reação? Talvez inquietação, ou dúvidas, ou temor por não se sentir apta(o). É até possível que lhe tenha aflorado a preocupação pela falta de tempo...
Mesmo assim, embora com tantas objeções, Você aceitou. Estou certo que ainda estão bem presentes os motivos que moveram a aceitar... E o Espírito Santo estava lá: movia, suscitava, inquietava. E eis que desde sua liberdade e desde sua capacidade de amar houve um movimento de afeição amorosa pelo Senhor, pela comunidade, pelos “seus” catequizandos.   
Hoje, tendo já passado um bom tempo, talvez anos, cabem duas perguntas bastante simples: mais ofereceu ou mais recebeu? Mais aprendeu ou mais ensinou? É verdade que os desânimos por vezes se apresentaram; também sinais de cruz se pronunciaram. Mas quanto crescimento! Quantos sinais da proximidade de Deus! Quantas experiências de fé! É... Catequese é um caminho, um discipulado, um encontro que perdura e atravessa os anos. Mas o Senhor nunca se deixa vencer em generosidade. Quantas graças!!!
Seu sim ajudou a Igreja a ser Evangelizadora; a ser mais Igreja. Sua dedicação de Catequista a(o) faz lembrar-se de que o Senhor Jesus quer ser conhecido mais por seu amor do que por doutrinas. Por isso mesmo o episcopado brasileiro lhe agradece, caríssima(o) Catequista. E neste dia louva o Senhor por seu ministério. Que Deus lhe multiplique em bênçãos a bênção que é Você para a nossa Igreja. 

 

Dom José Antonio Peruzzo
Arcebispo de Curitiba-PR
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética
 Fonte: CNBB
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Trimestral de Pastoral no Centro de Treinamento em Mossoró




A 3ª Trimestral de Pastoral, que acontece dias 26 e 27 de agosto, no Centro de Treinamento, será sobre a Cáritas Diocesana.  Quem vai assessorar a Trimestral será Wagner Ferreira, que é assessor de imprensa da Cáritas do Regional Nordeste 2. 
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Pastoral do Dízimo celebra aniversário de fundação



A Pastoral do Dízimo celebra seu aniversário de implantação com um encontro diocesano, no dia 03 de setembro, das 7:30 às 16 horas, no Centro de Evangelização Padre José do Vale, com assessoria de padre Demétrio, da Diocese de Guarabira. E no período de 04 a 11, cada paróquia realiza a sua Semana do Dízimo. Uma cartilha e uma camisa foram confeccionadas para celebrar os 24 anos de implantação da Pastoral do Dízimo na Diocese de Mossoró. O movimento do dízimo nas paróquias tem crescido e despertado no cristão o sentimento de corresponsabilidade com as necessidades das comunidades. 

Mais informações na Paróquia São João Batista -3321.6838
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