Reflexão para o II Domingo da Páscoa- João 20,19-31



No segundo domingo da Páscoa, a liturgia nos oferece João 20,19-31 como texto evangélico. É o relato da situação da comunidade nos dois primeiros domingos e, portanto, um dos textos mais conhecidos do Quarto Evangelho, pois é a continuidade da narrativa da experiência da comunidade dos discípulos no primeiro dia da semana, o domingo da ressurreição e, ao mesmo tempo, a quase repetição da mesma experiência uma semana depois, quando entra em cena Tomé, o discípulo rotulado injustamente de incrédulo.

Esse texto é também a conclusão do Evangelho segundo João (v. 31), uma vez que o capítulo seguinte é um acréscimo posterior. Não analisaremos cada versículo, e sim o texto em seu conjunto, embora seja necessário destacar alguns versículos específicos.

O primeiro versículo diz: “Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, entrou Jesus e pondo-se no meio deles, disse: A paz esteja convosco” (v. 19). O dia em questão é aquele primeiro, o mesmo em que Maria Madalena, Simão Pedro e o Discípulo amado foram ao túmulo logo no início da manhã (cf. Jo 20,1). A reunião dos discípulos mostra que a comunidade está se recompondo, após uma natural dispersão.

Embora se recompondo, a comunidade estava em crise, o que se evidencia, sobretudo, pela situação de medo informada pelo evangelista. Esse medo é fruto da angústia, da desilusão e do remorso de alguns, uma vez que não havia ainda nenhuma perseguição da parte dos judeus, pois a ressurreição ainda não se confirmara. O medo é, portanto, a ausência do Senhor; sem a presença do Ressuscitado, toda comunidade perece.

Jesus se manifesta na comunidade reunida, colocando-se no meio dos discípulos e inicia neles o processo de transformação com o primeiro antídoto ao medo: a paz! É o encontro com a paz de Jesus que levanta o ânimo da comunidade, aparentemente, fracassada. Ressuscitado, Jesus reforça também o modelo de comunidade sonhado e praticado durante a sua vida: uma comunidade livre, igualitária, tendo um único centro: o Cristo Ressuscitado. É esse o significado do seu colocar-se no meio.

Na continuidade da experiência, Jesus mostra as mãos e o lado (v. 20a), ou seja, as marcas do sofrimento e do flagelo da cruz, garantindo a continuidade entre o crucificado e o ressuscitado. Com isso, Ele diz que a cruz não foi o fim e, assim, leva os discípulos à restituição da fé, uma vez que o motivo da desilusão e decepção deles foi o escândalo de um messias crucificado. A cruz não foi um acidente nem algo a ser esquecido pela comunidade; pelo contrário, foi consequência de suas opções, e as opções da comunidade devem ser as mesmas dele. Portanto, é necessário que os discípulos estejam habituados com a cruz.

A reação dos discípulos ao verem o Senhor foi de alegria (v. 20b), e essa deve ser uma característica marcante da comunidade que vive e celebra a presença do ressuscitado. De uma situação de medo, a comunidade passa à alegria, como consequência da experiência com o ressuscitado.

A paz é novamente oferecida, muito mais que desejada (v. 21a). Só é possível viver plenamente os dons pascais com a paz oferecida por Jesus. Aqui, não podemos imaginar a paz como uma simples tranquilidade ou alívio, mas como sinal de liberdade e vida plena, e como capacidade de assumir as consequências das opções feitas. Em seguida, os envia, como fora Ele mesmo enviado pelo Pai (v. 21b). Sendo portadores da sua paz, seus discípulos são enviados com as mesmas credencias, pois Ele os envia como o “Pai o enviou” e, portando, devem fazer as mesmas opções e consequências.

Em seguida, Jesus confere à comunidade o mais sublime dos dons, conforme prometera durante na última ceia, o Espírito Santo, o Paráclito (cf. Jo 14,16.26; 15,26), o qual sustentará a comunidade enviada (v. 22). O Espírito Santo garante responsabilidade à comunidade, jamais poder. Por isso, é muito importante que o versículo 23 seja bem compreendido.

“A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados; a quem não perdoardes, eles lhes serão retidos” (v. 23); por muito tempo, esse trecho foi usado simplesmente para fundamentar o sacramento da penitência ou confissão, equivocadamente. Jesus não está dando um poder aos discípulos, mas uma responsabilidade: reconciliar o mundo, levar a paz e o amor do ressuscitado a todas as pessoas e de todos os lugares. A comunidade cristã tem essa grande missão: fazer-se presente em todas as situações para, assim, tornar presente também o ressuscitado e, portanto, amar e perdoar sem medida.

Não se trata, portanto, de poder para determinar se um pecado pode ou não pode ser perdoado. É a responsabilidade da obrigatoriedade da presença cristã para que, de fato, o mundo seja reconciliado com Deus. Jesus confere à comunidade essa responsabilidade árdua de fazer-se presente, pois dessa presença depende o bem da humanidade. Os pecados são perdoados à medida que o amor de Jesus vai se espalhando pelo mundo. O que perdoa mesmo é o amor de Jesus; logo, ficam pecados sem perdão quando os discípulos e discípulas de Jesus deixam de amar como Ele amou.

A comunidade não estava completa naquele primeiro dia: como Judas não fazia mais parte do grupo, faltava Tomé, como atesta o texto (v. 24). É necessário destacar algumas características desse discípulo, considerando que o mesmo foi, injustamente, rotulado negativamente pela tradição. O motivo pelo qual os discípulos estavam reunidos a portas fechadas era o medo; ora, se Tomé não estava com eles é porque não tinha medo e, portanto, circulava livremente e sem temor algum; era, portanto, um discípulo corajoso, ao contrário dos demais.

A evidência maior da coragem de Tomé aparece no episódio da reanimação de Lázaro. Jesus já tinha sido alvo de diversas ameaças e tentativas de assassinato pelos judeus; quando decide ir à Galileia, onde ficava Betânia, Tomé foi o único a dispor-se a ir para morrer com Jesus (cf. Jo 11,16). Por isso, não ele tinha nenhum motivo para esconder-se dos judeus. Essa sua coragem foi ofuscada pelo rótulo inadequado de incrédulo.

Quanto à fé no ressuscitado, a diferença de Tomé para os outros dez deve-se a apenas ao intervalo de uma semana. Não estava reunido no primeiro dia e não acreditou no testemunho da comunidade. À exceção do Discípulo amado, o qual viu e acreditou ao contemplar o túmulo vazio (cf. Jo 20,8), os demais também só acreditaram após a manifestação do Senhor no meio deles. Nenhum deles acreditou no testemunho de Maria Madalena; esperaram o Senhor aparecer.

Quando, assim como os demais, Tomé teve certeza da ressurreição, superou a todos na intensidade e convicção da fé: “Meu Senhor e meu Deus!” (v. 28); essa é a mais profunda profissão de fé de todos os evangelhos. Jesus já tinha sido reconhecido como Senhor, como messias, Filho de Davi, Filho do Homem e Filho de Deus, mas como Deus mesmo, essa foi a primeira vez.

A propósito, chamamos a atenção para um detalhe que não pode passar despercebido: diz o evangelista que Tomé era chamado Dídimo, em grego  Di,dumoj – dídimos, cujo significado é gêmeo. Isso significa um convite aos leitores e discípulos de todos os tempos a tomarem Tomé como irmão gêmeo: questionador, corajoso, atento, perspicaz e convicto. É claro que se estivesse com a comunidade logo no primeiro dia, ele teria antecipado a sua profissão de fé.

A bem-aventurança proclamada por Jesus: “Bem-aventurados os que creram sem terem visto” (v. 28), reflete a preocupação do evangelista com as novas gerações de discípulos, após a morte da maioria dos apóstolos. Os novos cristãos da comunidade joanina eram muito questionadores e chegavam a duvidar do anúncio. Por isso, o evangelista quis responder a essa necessidade.

A comunidade reunida é o lugar por excelência de manifestação do Ressuscitado. O intervalo de uma semana para a manifestação do Senhor é sinal de que devemos desconfiar das tantas revelações e aparições contadas nos dias atuais.


Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues
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Aborto: nova nota de condenação da CNBB


"O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro", afirmam os bispos.
Na tarde desta terça-feira, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu Nota Oficial "Pela vida, contra o aborto". Os bispos reafirmam posição firme e clara da Igreja "em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural" e, desse modo lembra condenam "todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil".
"O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu", sublinham os bispos.
Os bispos ainda lembram que "o respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto".  E afirmam: "A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade".
Atitudes antidemocráticas
Na Nota, os bispos afirmam: "Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar".
A CNBB pede: "O Projeto de Lei 478/2007 - “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado". E conclama: as "comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana".
Leia a Nota:


CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
Presidência
NOTA DA CNBB
PELA VIDA, CONTRA O ABORTO

“Não matarás, mediante o aborto, o fruto do seu seio”
(Didaquê, século I)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através da sua Presidência, reitera sua posição em defesa da integralidade, inviolabilidade e dignidade da vida humana, desde a sua concepção até a morte natural. Condena, assim, todas e quaisquer iniciativas que pretendam legalizar o aborto no Brasil.
O direito à vida é incondicional. Deve ser respeitado e defendido, em qualquer etapa ou condição em que se encontre a pessoa humana. O direito à vida permanece, na sua totalidade, para o idoso fragilizado, para o doente em fase terminal, para a pessoa com deficiência, para a criança que acaba de nascer e também para aquela que ainda não nasceu. Na realidade, desde quando o óvulo é fecundado, encontra-se inaugurada uma nova vida, que não é nem a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano. Contém em si a singularidade e o dinamismo da pessoa humana: um ser que recebe a tarefa de vir-a-ser. Ele não viria jamais a tornar-se humano, se não o fosse desde início. Esta verdade é de caráter antropológico, ético e científico. Não se restringe à argumentação de cunho teológico ou religioso.
A defesa incondicional da vida, fundamentada na razão e na natureza da pessoa humana, encontra o seu sentido mais profundo e a sua comprovação à luz da fé. A tradição judaico-cristã defende incondicionalmente a vida humana. A sapiência e o arcabouço moral do Povo Eleito, com relação à vida, encontram sua plenitude em Jesus Cristo. As primeiras comunidades cristãs e a Tradição da Igreja consolidaram esses valores. O Concílio Vaticano II assim sintetiza a postura cristã, transmitida pela Igreja, ao longo dos séculos, e proclamada ao nosso tempo: “A vida deve ser defendida com extremos cuidados, desde a concepção: o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis”.
O respeito à vida e à dignidade das mulheres deve ser promovido, para superar a violência e a discriminação por elas sofridas. A Igreja quer acolher com misericórdia e prestar assistência pastoral às mulheres que sofreram a triste experiência do aborto. O aborto jamais pode ser considerado um direito da mulher ou do homem, sobre a vida do nascituro. A ninguém pode ser dado o direito de eliminar outra pessoa. A sociedade é devedora da mulher, particularmente quando ela exerce a maternidade. O Papa Francisco afirma que “as mães são o antídoto mais forte para a propagação do individualismo egoísta. ‘Indivíduo’ quer dizer ‘que não se pode dividir’. As mães, em vez disso, se ‘dividem’ a partir de quando hospedam um filho para dá-lo ao mundo e fazê-lo crescer”
Neste tempo de grave crise política e econômica, a CNBB tem se empenhado na defesa dos mais vulneráveis da sociedade, particularmente dos empobrecidos. A vida do nascituro está entre as mais indefesas e necessitadas de proteção. Com o mesmo ímpeto e compromisso ético-cristão, repudiamos atitudes antidemocráticas que, atropelando o Congresso Nacional, exigem do Supremo Tribunal Federal-STF uma função que não lhe cabe, que é legislar.
O direito à vida é o mais fundamental dos direitos e, por isso, mais do que qualquer outro, deve ser protegido. Ele é um direito intrínseco à condição humana e não uma concessão do Estado. Os Poderes da República têm obrigação de garanti-lo e defendê-lo. O Projeto de Lei 478/2007 - “Estatuto do Nascituro”, em tramitação no Congresso Nacional, que garante o direito à vida desde a concepção, deve ser urgentemente apreciado, aprovado e aplicado.
Não compete a nenhuma autoridade pública reconhecer seletivamente o direito à vida, assegurando-o a alguns e negando-o a outros. Essa discriminação é iníqua e excludente; “causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto”. São imorais leis que imponham aos profissionais da saúde a obrigação de agir contra a sua consciência, cooperando, direta ou indiretamente, na prática do aborto.
É um grave equívoco pretender resolver problemas, como o das precárias condições sanitárias, através da descriminalização do aborto. Urge combater as causas do aborto, através da implementação e do aprimoramento de políticas públicas que atendam eficazmente as mulheres, nos campos da saúde, segurança, educação sexual, entre outros, especialmente nas localidades mais pobres do Brasil. Espera-se do Estado maior investimento e atuação eficaz no cuidado das gestantes e das crianças. É preciso assegurar às mulheres pobres o direito de ter seus filhos. Ao invés de aborto seguro, o Sistema Público de Saúde deve garantir o direito ao parto seguro e à saúde das mães e de seus filhos.
Conclamamos nossas comunidades a unirem-se em oração e a se mobilizarem, promovendo atividades pelo respeito da dignidade integral da vida humana.
Neste Ano Mariano Nacional, confiamos a Maria, Mãe de Jesus, o povo brasileiro, pedindo as bênçãos de Deus para as nossas famílias, especialmente para as mães e os nascituros. 
Brasília-DF, 11 de abril de 2017.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo S. R. Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo U. Steiner, OFM
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
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Nota de Falecimento




A Diocese de Santa Luzia de Mossoró manifesta pesar pelo falecimento do médico, ex-reitor da UERN e presidente da TCM-Canal 10, Milton Marques de Medeiros, 77, ocorrido neste sábado, 22 de abril.
Dr. Milton Marques, como era mais conhecido, teve importante presença na Diocese, onde serviu como cristão, um dos fundadores do Movimento de Cursilhos de Cristandade e membro da Fundação Santa Luzia, mantenedora da Rádio Rural de Mossoró.
A Diocese se solidariza com a família e amigos de Milton Marques neste momento de dor e saudade e reafirma sua presença na Palavra de Deus que diz: "Ditosos os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que eles descansem de suas fadigas, pois suas obras as acompanham". (Ap 14,13)

Dom Mariano Manzana - Bispo Diocesano



"E todo o que vive e crê em mim não morrerá para sempre” (Jo 11,26)

Informamos que o velório de Milton Marques de Medeiros acontecerá na Loja Maçônica 24 de Junho, no centro de Mossoró, até às 13 horas deste domingo. Depois o corpo será velado na Capela de Santa Teresinha, na praça dos hospitais, e às 15 horas haverá celebração de suas exéquias, presidida pelo Vigário Geral,Padre Flávio Augusto Forte Melo, e em seguida oficia-se o sepultamento no Cemitério São Sebastião.
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Festa de São José Operário 2017




Domingo, 23/04
19h30 - Missa de abertura da festa
Segunda, 24/04
19h30 - “Se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. (João 3, 1-8)
Noiteiros – Legião de Maria e Apostolado de Mãe Rainha.
Terça, 25/04
19h30 – “Ide pelo mundo e anunciai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16, 15-20)
Noiteiros – Grupo Mulheres em Ação, ACREVI, Casa da Nossa Gente, Fundação Cidadania 98 FM.
Quarta, 26/04
19h30 – “Todo o que nele crer tem a vida eterna” (João 3, 16-21)
Noiteiros – Santuário de Santa Clara e comunidades vizinhas.
Quinta, 27/04
19h30 – “Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi” (João 15, 12-17)
Noiteiros – Catecumenato e juventude.
Sexta, 28/04
19h30 – “Distribuiu os pães aos que estavam sentados, tanto quanto queriam” (João 6, 1-15)
Noiteiros – Pastoral do Dízimo e dizimistas
Sábado, 29/04
19h30 – “Vocês são o sal da terra e a luz do mundo” (Mateus 5, 13-16)
Noiteiros – Casais do ECC e Pastoral Litúrgica.
Domingo, 30/04
10h – Apresentação do programa Show das Comunidades da 98 FM direto da Capela.
19h30 – “Fica conosco, Senhor” (Lucas 24, 13-35)
Noiteiros – Príncipes e princesas, catequese e Grupo de Escoteiros Monsenhor João Penha Filho.
Segunda, 01/05
16h30 – Procissão seguida da missa de encerramento da festa, com Primeira Eucaristia da Catequese.






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Diocese de Mossoró participa do II Seminário da Igreja do Nordeste II em Jaboatão- PE



Diocese de Mossoró participa, de 21 a 23, do  II Seminário da Igreja do Nordeste II , em Jaboatão-PE


A programação consta de duas conferências:
1ª - A alegria do Evangelho: perspectiva bíblica! (D. Paulo Jackson, bispo de Garanhuns-PE).
2ª - Igreja em saída: perspectiva pastoral da missão! (Pe. Anastácio Oliveira, Diocese de Iguatu-CE).
O II Seminário da Igreja do Nordeste 2 terá início com o almoço da sexta-feira 21/04 e com encerramento no domingo 23/04.
Participantes da Diocese de Mossoró:
1) Antoniel Alves - SMP
2) Francisco Whalison - Infância Missionária
3) Antônio Waleson - Infância Missionária
4) Eduardo Costa - Juventude Missionária
5) Miquéias Pascoal - SMP

6) Pe. Francisco Cornélio - Paróquia N. S. de Fátima
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Aparecida (SP) recebe 55ª Assembleia Geral da CNBB


A 55ª Assembleia Geral da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acontecerá de 26 de abril a 04 de maio de 2017, em Aparecida (SP).
Esse ano, o tema central da Assembleia será a “Iniciação Cristã”, além disso os bispos devem discutir ainda assuntos do Ano Mariano, 300 anos do encontro da Imagem de Nossa Senhora Aparecida, Sínodo dos Jovens, entre outros.
A abertura oficial da 55ª Assembleia Geral acontecerá no dia 26 de abril, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, onde acontece a maior parte dos trabalhos dos bispos.  O Bispo Diocesano de Mossoró, Dom Mariano Manzana, estará presente.
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Reforma da Previdência: CNBB, OAB e Conselho Federal de Economia reiteram posição em nota conjunta




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (COFECON) emitiram, nesta quarta-feira (19), nota conjunta com o posicionamento das três entidades sobre a reforma da Previdência - PEC 287/2016. 
O documento reitera a posição das entidades de que nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações: a Reforma não pode ser aprovada apressadamente, nem colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população e os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência. Estiveram presentes na assinatura da nota o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner; o presidente da OAB, Cláudio Lamachia; e o presidente do Cofecon, Júlio Miragaya.
Leia a nota na íntegra:
POR UMA PREVIDÊNCIA SOCIAL JUSTA E ÉTICA
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, a Ordem dos Advogados do Brasil-OAB e o Conselho Federal de Economia-COFECON, conscientes da importância da Previdência Social para o povo brasileiro, e preocupados com a proposta de reforma encaminhada pelo Executivo ao Congresso Nacional, vêm, conjuntamente, reiterar sua posição sobre a Reforma da Previdência-PEC 287/2016.
Nenhuma reforma que afete direitos básicos da população pode ser formulada, sem a devida discussão com o conjunto da sociedade e suas organizações. A Reforma da Previdência não pode ser aprovada apressadamente, nem pode colocar os interesses do mercado financeiro e as razões de ordem econômica acima das necessidades da população. Os valores ético-sociais e solidários são imprescindíveis na busca de solução para a Previdência.
As mudanças nas regras da Seguridade Social devem garantir a proteção aos vulneráveis, idosos, titulares do Benefício de Prestação Continuada-BPC, enfermos, acidentados, trabalhadores de baixa renda e trabalhadores rurais. Atenção especial merecem as mulheres, particularmente na proteção à maternidade.
Sem números seguros e sem a compreensão clara da gestão da Previdência, torna-se impossível uma discussão objetiva e honesta, motivo pelo qual urge uma auditoria na Previdência Social. Não é correto, para justificar a proposta, comparar a situação do Brasil com a dos países ricos, pois existem diferenças profundas em termos de expectativa de vida, níveis de formalização do mercado de trabalho, de escolaridade e de salários. No Brasil, 2/3 dos aposentados e pensionistas recebem o benefício mínimo, ou seja, um salário mínimo e 52% não conseguem completar 25 anos de contribuição. 
A PEC 287 vai na direção oposta à necessária retomada do crescimento econômico e da geração de empregos, na medida em que agrava a desigualdade social e provoca forte impacto negativo nas economias dos milhares de pequenos municípios do Brasil.
É necessário que a sociedade brasileira esteja atenta às ameaças de retrocesso. A ampla mobilização contra a retirada de direitos, arduamente conquistados, perceptível nas últimas manifestações, tem forçado o governo a adotar mudanças. Possíveis ajustes necessitam de debate com a sociedade para eliminar o caráter reducionista de direitos.
As entidades infra firmadas convidam seus membros e as organizações da sociedade civil ao amplo debate sobre a Reforma da Previdência e sobre quaisquer outras que visem alterar direitos conquistados, como a Reforma Trabalhista. Uma sociedade justa e fraterna se fortalece, a partir do cumprimento do dever cívico de cada cidadão, em busca do aperfeiçoamento das instituições democráticas.
Brasília, 19 de abril de 2017.

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB
Ordem dos Advogados do Brasil-OAB
Conselho Federal de Economia-COFECON

Por CNBB
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Festa de Santo Expedito em Mossoró- RN


Entre os dias 19 a 29 a paróquia São José  promove a tradicional Festa de Santo Expedito, no bairro Barrocas, em Mossoró- RN. 

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II Retiro das Santas Missões Populares em Tenente Ananias- RN



A Paróquia da Sagrada Família realiza, 21 a 23, seu II Retiro das Santas Missões Populares no município de Tenente Ananias- RN.
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