ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Jubileu Ouro: Festa de São João Batista em Mossoró- RN


A Paróquia de São João Batista,em Mossoró, celebra 50 anos de história e evangelização. Aguarde a programação!! 

Festa de Corpus Christi 2018




A força da vida do (a) leigo (a) é a Eucaristia. Em nosso dia a dia, Jesus nos convida a prepararmos bem a nossa vida para que Ele possa celebrar nela sempre o ‘grande banquete’, enquanto estivermos na caminhada, peregrinando por este mundo, até um dia participarmos do banquete definitivo no céu. A Diocese de Mossoró convida todos os fiéis para celebração de Corpus Christi, no dia 31 de maio. No Corpus Christi teremos a oportunidade de agradecer e louvar a Deus pelo dom da Eucaristia, Corpo e Sangue de Cristo. Ela é o centro da vida cristã onde o Senhor se faz presente como alimento e remédio para as almas.

Programação de Corpus Christi em Mossoró:

Missa campal - início às 17h, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana, ao lado da Matriz do Alto da Conceição.


Procissão - logo após a missa, sairemos com Jesus Eucarístico pelas ruas de Mossoró em direção ao Santuário do Coração de Jesus, no centro da cidade, onde haverá o encerramento com a solene Bênção do Santíssimo.

*Transmissão - Rádio Rural de Mossoró e FM Santa Clara

II Encontro Vocacional Diocesano em Mossoró- RN

Você já pensou em fazer um discernimento vocacional? Se sua resposta é sim, então venha participar do II Encontro Vocacional Diocesano 2018 no Seminário Santa Teresinha. Cada um de nós possui uma vocação, isto é, um chamado de Deus para exercer nossa missão em plenitude neste mundo. 

Workshop em Comunicação Católica: Marketing e Igreja


I Encontrão Paroquial dos Coroinhas em Almino Afonso- RN










Aconteceu no dia 12, na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em Almino Afonso, o 1º Encontrão Paroquial de Coroinhas, tendo início às 8h30 com a acolhida do seminarista Jeferson Carvalho, que faz pastoral na referida paróquia e organizou todo o evento.
Às 9h, na Escola Estadual Clodomir Chaves, teve início a manhã de formação para os coroinhas, assessorada pelos seminaristas Íkaro Drêan e Mário Augusto (coordenadores diocesanos), onde foram trabalhadas as responsabilidades e compromissos dos coroinhas, partilha de experiências e momentos de prática para o serviço do altar, principalmente para os novos membros dos grupos de coroinhas. A manhã terminou com um almoço e logo em seguida, às 13h30, os trabalhos continuaram com um momento de oração conduzido pelo grupo da RCC da Paróquia de Almino Afonso. Em seguida, os participantes fizeram um estudo em grupo a partir do texto "Lição de Felicidade". E o Encontrão terminou com uma gincana, tornando o momento ainda mais lúdico para os participantes. O Padre Zioneudo de Sá agradeceu a todos os coroinhas pelo empenho e serviço realizado com muito amor como também pela participação no Encontrão.
O evento teve a participação de mais de 60 coroinhas e seus respectivos coordenadores vindos das cidades de Rafael Godeiro, Lucrécia e Almino Afonso. O encontro teve a finalidade de proporcionar aos coroinhas um dia de oração, partilha e espiritualidade. Também instruiu crianças e adolescentes sobre a importância do serviço ao altar, que sendo realizado com alegria e zelo para com o Sagrado torna-se testemunho para outros da mesma idade.
Que a Virgem Maria abençoe a todos e os conduzam sempre mais ao encontro com Cristo Jesus. Viva São Tarcísio!

Texto- Seminarista Íkaro Drêan

Reflexão para a Solenidade de Pentecostes- João 20,19-23




No domingo em que celebramos a solenidade de Pentecostes, o texto evangélico oferecido pela liturgia é João 20,19-23, trecho que relata a primeira manifestação do Senhor ressuscitado à comunidade dos discípulos, ao anoitecer do primeiro dia da semana, ou seja, o domingo mesmo da ressurreição. Esse texto já foi usado pela liturgia neste tempo pascal, como trecho do Evangelho do segundo domingo: Jo 20,19-31.


Pentecostes era uma das três festas mais importantes do calendário litúrgico judaico, juntamente com as festas da Páscoa e das Tendas; era celebrada no quinquagésimo dia após a páscoa, por isso recebeu o nome pentecostes. Inicialmente, seu sentido era estritamente agrícola, na qual se celebrava a conclusão da colheita. Na ocasião, os judeus mais devotos iam até Jerusalém para apresentar os melhores frutos da colheita como oferenda, em gratidão a Deus. Com o passar do tempo, a festa foi perdendo sua relação com a agricultura e ganhando um sentido mais religioso, passando a ser a festa do dom da lei. Esse novo sentido já estava consolidado no tempo de Jesus e dos apóstolos: pentecostes era a festa na qual os judeus recordavam a lei dada por Deus a Moisés.

Somente o evangelista Lucas, autor do livro dos Atos dos Apóstolos, faz coincidir o envio do Espírito Santo com a festa judaica de pentecostes. Isso é um mero artifício literário e teológico para levar as comunidades a adotarem os dons do Espírito Santo como única lei a ser seguida. A comunidade cristã, para ser fiel a Jesus e seu Evangelho, já não necessita mais das prescrições da Lei, basta estar sensível e aberta às intuições do Espírito Santo, dom do Ressuscitado.

Ao contrário do que Lucas propõe em Atos dos Apóstolos, a comunidade joanina fez de tudo para que os seus referenciais não coincidissem com os esquemas litúrgicos judaicos. Por isso, de acordo com o evangelista João, o Senhor ressuscitado doa o Espírito, seu dom maior, no dia mesmo da ressurreição. Embora a Igreja tenha adotado o esquema lucano, a proposta da comunidade joanina tem mais sentido e responde melhor às necessidades dos discípulos, como vemos no Evangelho de hoje. Amedrontada e sem poder de ação, essa não teria condições de esperar cinquenta dias para que o Espírito Santo se manifestasse em seu meio.

Embora estejamos, de fato, há cinquenta dias da páscoa, o Evangelho de hoje nos convida a retornarmos para aquele primeiro dia, o da ressurreição. Somente Maria Madalena tivera, até então, o privilégio de ver o Ressuscitado. Entre os discípulos reina o medo e a dúvida, como diz o texto:“Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-se no meio deles disse: a paz esteja convosco” (v 19).

Certamente, aquele foi um dia de muita tensão entre os discípulos. Isso se evidencia pelas informações do primeiro versículo: “reunidos a portas trancadas, por medo dos judeus”.  Esse dado evidencia insegurança e medo em demasia. Era uma comunidade em crise, em pleno desmoronamento. Embora em crise e amedrontada, parece que a comunidade estava decidida a não voltar mais aos esquemas de sempre: estava reunida “ao anoitecer do primeiro dia da semana”. Segundo o esquema litúrgico judaico, o anoitecer já não fazia mais parte do mesmo dia. Com esse dado, o evangelista apresenta a necessidade de distanciamento das tradições e prescrições da lei. Na embrionária comunidade cristã é necessário que o dia se prolongue, ou seja, as trevas não podem prevalecer sobre a luz. Mesmo que chegue a noite, o dia continua.

A situação de medo em que os discípulos se encontravam deve ser vista em um sentido mais amplo. Embora o evangelista afirme que era por “medo dos judeus” (em grego fo,bon tw/n VIoudai,wn – fóbon ton iudaion), não podemos generalizar. Nem todos os judeus transmitiam medo aos discípulos. O evangelista se refere às autoridades e fariseus que sempre foram hostis a Jesus e continuavam sendo também aos discípulos (cf. 9,22; 12,42; 16,16). Enquanto não fizer uma experiência de encontro com o Ressuscitado, toda comunidade tende a fechar-se por medo e falta de convicções. Naquele medo estava a angústia, a desilusão e o remorso de alguns; significa a ausência do Senhor. Sem a presença do Ressuscitado toda a comunidade perece e sua mensagem é bloqueada; as portas fechadas impedem a boa nova de ecoar e a acolhida ao novo, ao diferente.

Diante dessa situação, eis que “Jesus entrou e, pôs-se no meio deles”. Aqui aparece a primeira condição para a comunidade superar a crise: ter Jesus como centro. Com isso, o evangelista reforça o modelo de comunidade ideal: uma comunidade livre, igualitária, tendo um único centro: o Cristo Ressuscitado. Trata-se de um claro combate à tendência hierarquizante na comunidade do discípulo amado. É esse o significado do seu colocar-se no meio.

Manifestando-se no meio dos discípulos, o Ressuscitado inicia neles o processo de transformação, oferecendo o primeiro antídoto ao medo: o dom da paz! É o encontro com a paz de Jesus que levanta o ânimo da comunidade fracassada. A paz é sinal da vida em plenitude, o bem-estar do ser humano em todas as suas dimensões, condição indispensável para a felicidade. Jesus comunica a sua paz e, ao mesmo tempo, reforça o modelo de comunidade sonhado e praticado durante toda a sua vida: uma comunidade igualitária e livre, tendo um único centro: o Cristo Ressuscitado. É esse o significado do seu colocar-se no meio deles. Para uma comunidade viver realmente os propósitos do Evangelho é necessário, antes de tudo, que ao centro do seu existir esteja o Ressuscitado.

Na continuidade da experiência, Jesus “mostrou-lhes as mãos e o lado” (v. 20a), ou seja, as marcas do sofrimento, do flagelo e da cruz, garantindo a continuidade entre o Crucificado e o Ressuscitado. Com isso ele diz que a cruz não foi o fim e, assim, leva os discípulos à restituição da fé, uma vez que o principal motivo da desilusão e decepção deles foi o escândalo de um messias crucificado. É importante recordar sempre: o Ressuscitado tem as marcas do Crucificado. Ora, a cruz não foi um acidente na vida de Jesus, e não pode ser esquecida pela comunidade; pelo contrário, foi consequência de suas opções e do seu jeito de viver, e as opções da comunidade devem ser as mesmas. Portanto, é necessário que os discípulos estejam sempre, em todos os momentos da história, familiarizados com a cruz, não como símbolo ou adorno, mas como disposição de dar a vida por amor, como fez Jesus.

Finalmente, o medo foi vencido: “os discípulos se alegraram por verem o Senhor”. Conforme Ele mesmo tinha garantido, a tristeza dos discípulos foi transformada em alegria (cf. Jo 16,20). De uma situação de medo, a comunidade passa à alegria, como consequência da experiência com o Ressuscitado. A alegria é uma característica marcante da comunidade que vive e celebra a presença do Ressuscitado. A paz é novamente oferecida (v. 21a). Só é possível acolher plenamente os dons pascais com a paz oferecida por Jesus. É a mesma paz transmitida anteriormente como antídoto ao medo. Aqui, nessa segunda vez, a paz precede o envio, como encorajamento para a missão: não basta transformar o medo em alegria, é necessário anunciar e partilhar essa alegria... a alegria do Evangelho!

Ao contrário de Mateus, Marcos e Lucas que determinam as nações e até os confins da terra como destinos da missão (cf. Mt 28,19; Mc 16,15; Lc 24,47; At 1,8), em João isso não é determinado: “Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. Jesus simplesmente envia. Sem diminuir a importância da missão em sua dimensão universal, o mais importante para o Quarto Evangelho é a comunidade. É essa a primeira destinatária da missão, porque é nessa que estão as situações de medo, desconfiança, angústia, falta de entusiasmo, por isso é a primeira a necessitar da paz do Ressuscitado. Sendo portadores da sua paz, os discípulos são enviados com as mesmas credenciais, pois Ele os envia como o “Pai o enviou” e, portanto, devem fazer as mesmas opções e assumir as respectivas consequências.

O texto mostra, como sempre, a coerência entre a prática e as palavras de Jesus: “E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: Recebei o Espírito Santo” (v. 22). Jesus tinha prometido o Espírito Santo na última ceia (cf. Jo 14,16.26; 15,26). Ao soprar sobre eles, a promessa é cumprida, o Espírito é comunicado. O evangelista usa o mesmo verbo empregado no relato da criação do ser humano: “O Senhor modelou o ser humano com a argila do solo, soprou-lhe nas narinas um sopro de vida, e o ser humano tornou-se vivente” (Gn 2,7). O verbo soprar aqui (em grego evmfu,sa,w – empsáo) significa transmissão de vida. Assim, podemos dizer que Jesus recria a comunidade e, nessa, a humanidade inteira.

Finalmente, a comunidade foi revivificada e habilitada para a missão. Ao receber o Espírito Santo (em grego pneu/ma a[gioj – pneuma háguios), a comunidade se torna também comunicadora dessa força de vida. É o Espírito quem mantém a comunidade alinhada ao projeto de Jesus, porque é Ele quem faz a comunidade sentir, viver e prolongar a presença do Ressuscitado como seu único centro. A missão da comunidade portadora do Espírito Santo é prolongar no tempo e no espaço a missão do próprio Jesus.

O Espírito Santo garante responsabilidade à comunidade, jamais poder. Por isso, devemos prestar muita atenção à afirmação de Jesus: “A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados; a quem não perdoardes, eles lhes serão retidos” (v. 23). Por muito tempo, esse trecho foi usado simplesmente para fundamentar o sacramento da penitência ou confissão, equivocadamente. Jesus não está dando um poder aos discípulos, mas uma responsabilidade à comunidade: reconciliar o mundo, levar a paz e o amor do Ressuscitado a todas as pessoas e de todos os lugares. A comunidade cristã tem essa grande missão: fazer-se presente em todas as situações para, assim, tornar presente também o Ressuscitado.

Não se trata, portanto, de poder para determinar se um pecado pode ou não pode ser perdoado. É a responsabilidade da obrigatoriedade da presença cristã para que, de fato, o mundo seja reconciliado com Deus. O Espírito Santo, doado pelo Ressuscitado, recria e renova a humanidade. A comunidade tem a responsabilidade de fazer esse Espírito soprar em todas as realidades, para que toda a humanidade seja recriada e, assim, o pecado seja definitivamente tirado do mundo (cf. Jo 1,29).

Assim como João, o batista, apontou para Jesus como o responsável por fazer o pecado desaparecer do mundo (cf. Jo 1,29), agora, é Jesus quem confia à comunidade essa responsabilidade.  Os pecados são perdoados à medida em que o amor de Jesus vai se espalhando pelo mundo, quando seus discípulos se deixam conduzir pelo Espírito Santo. O que perdoa mesmo é o amor de Jesus; logo, ficam pecados sem perdão quando os discípulos e discípulas de Jesus deixam de amar como Ele amou. Em outras palavras, os pecados ficarão retidos quando houver omissão da comunidade.

É na comunidade que o Ressuscitado se manifesta, fazendo essa perder o medo e insegurança. Somente uma comunidade que tem o Ressuscitado como centro, pode viver plenamente reconciliada, em paz e animada pelo Espírito. São essas as condições para que a alegria do Evangelho seja, de fato, anunciada! Deixando-se conduzir pelo Espírito Santo, a comunidade atualiza e prolonga, no tempo e no espaço, a missão única do próprio Jesus de revelar o amor de Deus a todas as pessoas.

Pe. Francisco Cornelio Freire Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN

Ordenação Diaconal dos seminaristas José Alves Paiva Júnior e Marcílio Oliveira da Silva












Fotos- Jéssica Souza e Valéria Bulcão

Diocese de Mossoró comunica falecimento de Padre Raimundo Osvaldo





A Diocese de Santa Luzia de Mossoró, na pessoa do seu Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, comunica, com profundo pesar, o falecimento do Padre Raimundo Osvaldo da Rocha (91), ocorrido na manhã  desta sexta-feira,18, na UTI  do hospital Santa Terezinha, em Souza PB.
O corpo de Padre Osvaldo será velado na Matriz de Senhora Santana, em Luis Gomes, e o seu sepultamento neste domingo, dia 20, às 15h, após a Celebração das Exéquias presidida pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana.  Padre Osvaldo será sepultado no cemitério da cidade.
A Diocese de Mossoró, profundamente agradecida pela sua dedicação e  ao mesmo tempo que reza por este seu filho, se solidariza com todos aqueles que conheceram e conviveram com o Padre Osvaldo. Particular afeto e solidariedade manifesta aos seus familiares e amigos. Que Maria, Virgem da Vitória, interceda junto ao seu Filho Jesus pelo repouso eterno deste nosso irmão.


Dom Mariano Manzana
Bispo Diocesano

Coleta da Solidariedade da CF 2018 beneficia Pastoral Carcerária







O Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana repassou para a Pastoral  Carcerária, na manhã dessa quinta-feira, dia 17,  o cheque de R$ 28.555,85, fruto da “Coleta da Solidariedade” da Campanha da Fraternidade 2018, que ocorre todos os anos no Domingo de Ramos. A entrega do cheque ocorreu durante uma coletiva de imprensa, às 10h, no auditório da Cúria Diocesana, em Mossoró/RN.      
Dom Mariano Manzana mostrou aos presentes, padres, imprensa e representantes das pastorais e comunidades o valor arrecadado pelas paróquias:
  
R$ 57.111,70 - total
R$ 22.844,68 - repasse para a CNBB ( 40% do total)
R$ 28.555,85 -  repasse para o Lar da Criança Pobre (Pastoral Carcerária)- 50% do valor total   
R$   5.711,17  - repasse para o Regional Nordeste II ( 10% do total)

  A coordenadora do Lar da Criança Pobre, que atua há 38 anos em Mossoró, Irmã Hellen, agradeceu e chamou a atenção para a situação difícil dos encarcerados, suas famílias, muitas vezes desestruturadas, a falta de oportunidade quando recebem a liberdade, muitos dos encarcerados são vistos como o lixo da sociedade, e o papel especial da Pastoral Carcerária, que busca, em meio a todo esse cenário, levar conforto e luz através das visitas dos membros  e da própria Palavra de Deus.  
Dom Mariano Manzana agradeceu a todos os fiéis que participaram da Coleta da Solidariedade 2018, que simboliza partilha, solidariedade e amor. Ele lembrou  que, à  luz do Documento de Aparecida, o trabalho da Pastoral Carcerária é ser Igreja nos cárceres. Como Deus visitou o seu povo, como Jesus fez da visita uma de suas atividades missionárias, a pastoral visita para ir ao encontro de Cristo encarcerado (Eu estava preso e vocês foram me visitar – Mateus 25).


Programação da Festa do Sagrado Coração de Jesus em Grossos- RN