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II Seminário Temático sobre o mês da Bíblia na Faculdade Diocesana de Mossoró


O Curso de Teologia da Faculdade Diocesana irá promover o II Seminário Temático, neste mês da Bíblia, que tem como tema: _"A Sabedoria estava presente quando Deus criava o mundo". Sb 9,9-Um estudo sobre o Livro da Sabedoria. Inscrições Gratuitas! Dia 25 de setembro, às 19h.
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Reflexão para o XXV Domingo do Tempo Comum- Marcos 9,30-37



O Evangelho deste vigésimo quinto domingo do tempo comum – Marcos 9,30-37 – apresenta o segundo anúncio da paixão de Jesus, seguido da incompreensão dos discípulos que não aceitavam um messias sofredor. À incompreensão dos discípulos, Jesus reage e reforça a sua catequese, apresentando uma criança como exemplo para a comunidade, mostrando que o Reino de Deus tem como protagonistas e destinatários os pequenos e humildes, ao contrário do que pensavam os discípulos, que imaginavam uma comunidade hierárquica, aos moldes dos sistemas humanos de dominação.

O texto divide-se claramente em duas partes demarcadas pela dimensão espacial: a primeira (vv. 30-32), acontece no caminho, enquanto a segunda acontece na casa (vv. 33-37), em Cafarnaum. Casa e caminho representam os dois cenários privilegiados para a pregação de Jesus e para a vida da comunidade cristã, especialmente a comunidade do evangelista Marcos que, rompida definitivamente com a sinagoga, não tinha um espaço fixo para as suas reuniões. O caminho tem como significado a instabilidade, os perigos e, ao mesmo tempo, o dinamismo e a dimensão missionária da comunidade; é uma prova de que a Igreja nasceu para estar, realmente, em saída. Já a casa, significa a necessidade das relações fraternas e sinceras que devem marcar a vida da comunidade; é um espaço de acolhida, compreensão e vivência do amor.

Como diz o texto, “Jesus e seus discípulos atravessavam a Galileia. Ele não queria que ninguém soubesse disso” (v. 30). Essa travessia pela Galileia acontece após o episódio da transfiguração (cf. Mc 9,2-13) e a expulsão de um espírito impuro de um jovem epilético (cf. Mc 9,14-29). Chegou um momento de extrema necessidade de aprofundar o ensinamento sobre o seu destino aos discípulos; por isso, Jesus prefere o anonimato e o isolamento das multidões nessa fase da sua vida: “Pois estava ensinando a seus discípulos” (v. 31a). A incompreensão de Pedro após o primeiro anúncio da paixão (cf. Mc 8,31-35), como refletimos no domingo passado, foi um alerta para Jesus: os discípulos ainda não tinham compreendido quase nada; por isso, era necessário estar sozinho com eles para intensificar a catequese.

O conteúdo dessa fase específica da catequese é exatamente aquilo que os discípulos mais tinham dificuldade de compreender e aceitar, ou seja, o drama da paixão que se aproximava cada vez mais, não como predestinação, mas como consequência das opções feitas e posições assumidas até então por Jesus. Por isso, “dizia-lhes: “O Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão. Mas, três dias após sua morte, ele ressuscitará” (v. 31bc). Esse é o segundo anúncio da paixão. Enquanto os discípulos, conforme a ideologia nacionalista, esperavam que o messias matasse, declarando guerra ao poder romano para recuperar o trono dravídico-salomônico, Jesus afirma o contrário: é ele quem vai morrer. Embora nesse segundo anúncio não esteja tão claro quem serão seus algozes, ele já tinha declarado no primeiro: anciãos, sacerdotes e escribas (cf. Mc 8,31), ou seja, as autoridades religiosas, até então controladoras de Deus, agora inconformadas porque Jesus estava, com seu ministério, apresentando um Deus completamente diferente. O Deus dos chefes era cruel, vingativo e exigente, enquanto o Deus de Jesus é amoroso, misericordioso, acolhedor e justo.

A incompreensão dos discípulos continua, e até parece aumentar, gerando até medo: “Os discípulos, porém, não compreendiam estas palavras e tinham medo de perguntar” (v. 32). Se não compreendiam, muito menos aceitavam a realidade como Jesus apresentava. Eles tinham medo de fazer perguntas porque suspeitavam que a explicação de Jesus não correspondesse às suas expectativas de triunfo e sucesso. Por isso, covardemente, preferem conversar entre si, alimentando sonhos triunfalistas e distantes da proposta de Jesus. Porém, Jesus os conhecia muito bem e sabia o que eles pensavam; lhes perguntará apenas por protocolo. “Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus perguntou-lhes: “O que discutis pelo caminho?” (v. 33). A cidade de Cafarnaum, onde Jesus realizou boa parte do seu ministério, tem um significado especial para a comunidade. É o ponto de partida da Boa Nova. Ao questionar os discípulos em casa, nessa cidade, Jesus revela a necessidade de renovação constante e de retorno às origens do chamado, com coragem para recomeçar. De fato, com o caminho da paixão já delineado, se torna cada vez mais necessário reavivar nos discípulos as motivações para o seguimento com bastante clareza.

Cientes do absurdo e da incompatibilidade entre o que eles conversavam e o que Jesus lhes apresentava, “eles ficaram calados, pois pelo caminho tinham discutido quem era o maior” (v. 34). Com essa informação, o evangelista revela que os discípulos estavam em total oposição ao projeto de Jesus. Ora, discutir quem é o maior, é negar completamente o projeto de Reino de Deus como fraternidade e igualdade. Essa discussão revela ambição e alimenta rivalidade, elementos impensáveis para uma comunidade que deve viver o princípio da igualdade e do amor. O silêncio deles denuncia a incoerência.

A atitude de Jesus diante de tamanha incoerência dos discípulos não é de condenação, mas de insistência no ensinamento e de renovação do chamado. Ao invés de abandoná-los, Jesus prefere aprofundar a catequese, demonstrando uma imensa capacidade pedagógica: “Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” (v. 35). Ao sentar-se para ensinar, Jesus reafirma sua condição de mestre, o único maior naquele grupo. Chamando os doze para perto de si, ele os convida, antes de tudo, a renovar a vocação originária, deturpada pelos sentimentos de grandeza e ambição que eles tinham alimentado. Para aprender e aceitar o ensinamento, é necessário que os discípulos estejam muito próximos ao mestre, sendo influenciados somente por ele.

O ensinamento, aqui, é bastante didático, e revela, mais uma vez, os dotes pedagógicos de Jesus: bastam duas frases e um gesto para desconstruir os projetos de poder e ambição dos discípulos. Eis a primeira frase: “Se alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a todos!” (v. 35). Enquanto os discípulos pensavam em poder e grandeza, tema da discussão no caminho, Jesus mostra um caminho oposto. Só há uma forma de ser o primeiro na comunidade: tornando-se servidor de todos. Tornar-se servidor de todos é o mesmo que “renunciar a si mesmo”, como ele já tinha dito anteriormente (cf. Mc 8,34). O discipulado não é um caminho para o sucesso, mas para o serviço. O sentido de ser discípulo é, portanto, a disposição de fazer para os outros e estar sempre a serviço, desinteressadamente.

Concluindo a sua catequese de contraponto às ambições de poder dos discípulos, Jesus faz um gesto bastante significativo, e finaliza com uma frase relacionada ao gesto: “Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio deles e, abraçando-a, disse: “Quem acolher em meu nome uma destas crianças, é a mim que estará acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas àquele que me enviou” (vv. 36-37). Aqui está o ponto alto da sua catequese; não basta falar, é necessário demonstrar com ações a veracidade da fala. O gesto de pegar uma criança, é bastante provocatório, uma vez que, na época, a criança não gozava de nenhuma estima e consideração, a não ser pelos próprios pais. Tanto o mundo hebraico quanto o grego, tinham visões muito negativas a respeito da criança, considerando-a uma pessoa inacabada e incapacitada para qualquer coisa. Jesus, pelo contrário, via com outros olhos: a criança é sinal de pequenez, mas também simboliza a capacidade de aprendizagem, tão necessária para o discipulado.

Colocando a criança no meio, Jesus a torna protagonista e centro da comunidade. O abraço é sinal da acolhida e do amor que devem ser dispensados aos pequenos do Reino, representados pela criança, os quais são todas as pessoas vulneráveis, necessitadas e desprezadas. De modo bastante claro, Jesus diz que acolher as pessoas desprezadas, representadas pela criança, é acolher a ele próprio e ao Pai que lhe enviou. Desse modo, podemos concluir que as pessoas consideradas pequenas, humildes, pobres, mulheres crianças e todas as categorias desprezadas pela sociedade são destinatárias e protagonistas do Reino, porque devem ocupar o centro da comunidade, uma vez que nelas se revelam Jesus e o Pai. A comunidade é, de fato, cristã quando, ao invés de excluir, acolhe e coloca em seu centro as pessoas historicamente condenadas e excluídas pela(s) sociedade(s).

Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN

Programação- Pastoral do Dízimo comemora 26 anos de implantação






A Pastoral do Dízimo realiza a “Semana do Dízimo 2018”, de 23 a 30, nas paróquias, com Santa Missa de abertura, dia 23,às 11h, presidida pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana, na Catedral de Santa Luzia.
No dia 22, todos os agentes da Pastoral do Dízimo participarão do “Encontrão”, das 14h30 às 18h, no Centro Pastoral da Paróquia São Manoel, antiga escola Padre Dehon. O tema a ser refletido: “É na partilha que se reconhece o pão”. A dica para as paróquias é o aprofundamento da Cartilha “Dízimo 25 anos”, que pode ser encontrada na secretaria da Paróquia do Alto de São Manoel ao preço de R$ 4,00.

Membros do Apostolado da Oração se reúnem em Pau dos Ferros






Cerca de 200 membros do Apostolado da Oração estiveram reunidos, neste domingo, dia 16, na Matriz de Pau dos Ferros, zonal do Alto Oeste.  Um momento de espiritualidade e discussão para a celebração dos 175 anos de fundação do Apostolado da Oração no mundo inteiro. Segundo o Diretor Espiritual Diocesano, Padre Gláudio Costa, ficou definido que no dia 02 de dezembro, às 9h, serão iniciadas as comemorações do Ano Jubilar do Sagrado Coração de Jesus na Diocese com a Santa Missa, na Catedral de Santa Luzia. “O encontro é o primeiro da série de visitas que iremos realizar até dezembro, estamos preparando o Apostolado de toda a Diocese para viver o Ano jubilar. Como fruto concreto do encontro em Pau dos Ferros iremos fundar um grupo do MEJ - Movimento Eucarístico Jovem, que é o braço jovem do Apostolado. Será o segundo grupo da Diocese, pois já existe um em Patu fundado em 2014. Estamos de sorriso no rosto após esse lindo dia”, comentou o Coordenador Diocesano do Apostolado da Oração,   Alexandre Augusto Suassuna Caldas.





 Apostolado da Oração


O Apostolado da Oração é um movimento religioso composto por leigos católicos.
A finalidade é a santificação pessoal e a evangelização das famílias com especial devoção ao Sagrado Coração de Jesus.
O sentido do apostolado é a doação a Deus, pelo conhecimento da palavra, pela oração, pelo oferecimento diário e pela fidelidade à igreja.
No livro dos estatutos do Apostolado da Oração, encontramos esta definição: "O Apostolado da Oração constitui a união dos fiéis que, por meio do oferecimento cotidiano de si mesmos, se juntam ao Sacrifício Eucarístico, no qual se exerce continuamente a obra de nossa redenção, e desta forma, pela união vital de Cristo, da qual depende a fecundidade apostólica, colaboram na salvação do mundo". (JSG)

Debate de Aparecida: bispos farão perguntas a candidatos a Presidência da República


A corrida eleitoral segue a todo vapor e os candidatos a deputados estaduais, federais, governadores e a presidência estão se esforçando para mostrar aos eleitores suas propostas. No próximo dia 20 de setembro, a partir das 21h30, será a vez dos candidatos à Presidência da República apresentarem suas propostas para o país no Debate de Aparecida, promovido pela CNBB em parceria com o Santuário Nacional de Aparecida.
Promovido pela CNBB e com mediação da jornalista Joyce Ribeiro, o evento contará com a transmissão em rede das emissoras de TV e rádio de inspiração católica, além de portais na internet, ressalta o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.
“Nós teremos a oportunidade de ouvir de nossos candidatos as suas propostas e projetos. É uma oportunidade de a Igreja mostrar seu interesse pela política. E, nós como Igreja, dizermos que temos necessidade de termos bons políticos, bons candidatos e candidatas”.
 O secretário-geral lamenta não haver a oportunidade de debater com os candidatos ao Senado, a Câmara Federal, as estaduais e os governadores. Mas, acredita que já é um grande passo a realização deste debate que é uma chance de os candidatos poderem expor aos brasileiros e brasileiras os seus projetos e ideias.
“Vivemos um momento muito difícil. O país atravessa quase na beira do abismo no sentido ético e econômico e, por isto, queremos dar esta contribuição. E será uma boa contribuição com a ajuda das TVs e rádios católicas”, diz dom Leonardo.
Quanto ao formato, o Debate tem a previsão de duas horas de duração, divididas em cinco blocos. Algumas perguntas apresentadas aos políticos serão feitas por sorteio, outras feitas por bispos da CNBB e jornalistas previamente inscritos. Também estão previstas perguntas entre os próprios candidatos. Réplicas e tréplicas serão permitidas em alguns momentos.
Segundo dom Leonardo, foi debatido no Conselho Episcopal de Pastoral as realidades que poderiam ser abordadas com os candidatos e estas realidades foram transformadas em perguntas que serão levadas por bispos aos candidatos.
“Queremos dar esta contribuição como bispos para que a sociedade se sinta representada. Não abordaremos apenas temas ou realidades que dizem respeito à Igreja. Dizem respeito a ela porque ela tenta anunciar o Reino de Deus, isto é a transformação da sociedade numa sociedade justa, fraterna, equânime, solidária. Portanto, uma sociedade onde todos tenham a chance e onde todos sejam integrados”, finaliza.
O Debate de Aparecida
A previsão de duração é de duas horas, divididas em cinco blocos.  No primeiro, a mediadora fará a abertura, discorrendo sobre as emissoras que estão transmitindo. Em seguida, vai citar os nomes dos candidatos que estão presentes e os que não compareceram ao encontro. Na sequência, o GC (Gerador de Caracteres) cita os nomes dos outros candidatos sem representação na Câmara dos Deputados e que não participarão do debate. A primeira pergunta – destinada a todos os candidatos, que terão 2 minutos – será feita por um (arce)bispo designado pela presidência da CNBB.
No segundo bloco, será aberta a possibilidade de confronto direto entre os candidatos, com tema livre. O mediador vai sortear o candidato que irá perguntar e o outro que responderá. A pergunta deverá ser feita em até 30 segundos, com resposta em 2 minutos, réplica em 1 minuto e meio e tréplica em 1 minuto.
No terceiro bloco, as perguntas serão feitas por jornalistas das emissoras filiadas à Signis Brasil. Os temas serão definidos previamente e as perguntas pré-definidas pela organização do debate. Será feito um sorteio na hora para definir qual candidato irá responder, no tempo máximo de dois minutos.
No quarto bloco, será aberta a possibilidade de confronto direto entre os candidatos, com tema livre. O mediador fará o sorteio do candidato que irá perguntar e de outro para responder. A pergunta deverá ser feita em até 30 segundos, com resposta em dois minutos, réplica em 1 minuto 30 segundos e tréplica em 1 minuto.
No quinto e último bloco as perguntas, com tema livre, serão feitas por bispos indicados pela CNBB, sendo um bispo para cada candidato. O mediador vai sortear na hora o candidato que irá responder. A pergunta será feita em até 30 segundos e as respostas em 2 minutos. Neste bloco também serão feitas as considerações finais de cada candidato, sendo que cada um terá 1 minuto.
Fonte: CNBB

Sínodo 2018: Comissão oferece orientações e roteiro de celebração para a juventude


Nas próximas semanas, tem início a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Roma. Aqui no Brasil, os jovens poderão acompanhar as atividades e rezar na intenção desta reunião que deverá dar indicações para a evangelização da juventude em toda a Igreja. A Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ofereceu uma série de orientações para os jovens estarem em sintonia e uma proposta de momento oracional para que os grupos juvenis rezem pelo Sínodo.
O bispo de Imperatriz (MA) e presidente da Comissão para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso, ofereceu 12 dicas em formato de orientações para que os jovens possam acompanhar o Sínodo deste ano.
Dom Vilsom recorda que a comissão ofereceu atividades e promoveu ações para estimular a participação dos jovens do Brasil na preparação para o sínodo dos Bispos, cujo tema é “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”. Através do questionário, da visita da comissão aos regionais e em vários encontros nacionais das diferentes expressões foi possível partilhar deste caminho preparatório.
A partir de novembro, segundo o bispo, será a expectativa pela chegada do documento do papa com as orientações para toda a Igreja. “Queremos através de todas essas ações, ter uma ação pré-sínodo, durante o sínodo e no pós-sínodo, preparando as juventudes, criando a expectativa para tudo que vai ser anunciado pelo papa como fruto do sínodo ‘Os jovens, a fé e o discernimento vocacional’.
Confira as dicas de dom Vilsom:
ORIENTAÇÕES PARA ACOMPANHAR O SÍNODO DOS JOVENS E O PÓS-SÍNODO
  1. Acompanhar a missa de abertura do Sínodo no dia 3 de outubro. Ver horários de transmissão nas TVs católicas do Brasil (que ainda serão divulgados). Vai ser bem cedo.
  2. Está preparada uma celebração a ser feita nos grupos e comunidades, orando pelo sínodo e levando as pessoas a se unir a nós em prece pelo sínodo no mês de outubro: baixe aqui.
  3. Estaremos postando vários artigos e materiais que ajudam a reflexão e debate e expectativas sobre o sínodo dos jovens: estarão sendo publicados no site Jovens Conectados
  4. No site Jovens Conectados tem um artigo de dom Vilsom publicado na Revista Vida Pastoral: É TEMPO DE VER, OUVIR E SAIR. Nos ajuda a refletir e ver as possibilidades do sínodo.
  5. Teremos boletim diário com os participantes brasileiros no Sínodo, através do site Jovens Conectados.
  6. Faremos o resumo de cada Semana no Sínodo: Dom Visom (presidente da CEPJ) dará uma entrevista no final de cada semana para o site Jovens Conectados;
  7. Indicações de materiais para aprofundamento: Padre Toninho e Lucas enviarão artigos para aprofundamento do Sínodo ao longo do mês de outubro para o site Jovens Conectados.
  8. Convidamos os bispos referenciais regionais, padres referenciais regionais, assessores e jovens a enviar textos, artigos que tenham sido escritos sobre o sínodo. Ou com as esperanças que este sínodo traz para as juventudes e toda a Igreja.
  9. Queremos estimular os jovens de todo Brasil a debater e refletir o pós-sínodo. Ver postagens de expectativas pelo documento que o Papa Francisco venha a publicar no ano de 2019. Vamos criar este espaço de acolhida e expectativa pelas orientações do Papa para toda a Igreja Católica.
  10. Estaremos estimulando os jovens de todo o Brasil a postar novas inciativas e frutos que surgiram nas paróquias, comunidades, grupos e dioceses com a preparação e com a realização do Sínodo.
  11. O que mais podemos fazer para viver e ajudar as juventudes a experimentar este kairós, este tempo de graça que vivemos em nossa Igreja com o Sínodo dos Jovens?
  12. Você agora pode ter em seu celular todas as informações sobre o sínodo e todo trabalho de evangelização das juventudes em nosso país. É SÓ BAIXAR O APLICATIVO: JOVENS CONECTADOS, no Google Play. Com a Equipe de Comunicação, lançamos este aplicativo no dia 8 de setembro.
 Fonte- CNBB

 

Reflexão para o XXIV Domingo do Tempo Comum- Marcos 8,27-35 (Ano B)



Neste vigésimo quarto domingo do tempo comum, a liturgia nos apresenta o episódio central e divisório do Evangelho segundo Marcos: a confissão de fé de Pedro, em nome de todo o grupo dos discípulos, e o primeiro anúncio da paixão. O texto proposto, Marcos 8,27-35, é um divisor de águas também no itinerário missionário e messiânico de Jesus, pois marca o início do seu caminho para Jerusalém, onde acontecerão os eventos da sua paixão e morte, culminando com a ressurreição. É, portanto, o início de uma etapa decisiva que exige muita convicção nos discípulos. Se trata de um episódio comum aos três evangelhos sinóticos (cf. Mc 8,27ss; Mt 16,13-19; Lc 19,18-22), cuja versão mais rica é essa de Marcos, com mais probabilidade de correspondência com os fatos reais.

Dividido em duas grandes partes, o Evangelho segundo Marcos tem como finalidade apresentar Jesus como o Cristo, ou seja, como o messias, e como o Filho de Deus, como já se percebe em seu primeiro versículo: “Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc 1,1). Toda a primeira parte, capítulos de 1 a 8, visa gerar na comunidade a certeza de que Jesus de Nazaré é o messias, tão esperado por Israel ao longo dos séculos; por isso, essa é concluída com a proclamação solene de Pedro, em nome da comunidade dos discípulos, afirmando “Tu és o Cristo” (o nome Cristo, em grego χριστóς - christós, significa messias ou ungido). Já a segunda parte, capítulos de 9 a 16, visa levar a comunidade a acreditar que o messias é também o Filho de Deus, cuja certeza é dada pela confissão do centurião romano no momento da morte de Jesus: “realmente, esse homem era Filho de Deus” (Mc 15,39). A maturidade da comunidade, portanto, pode ser verificada pela sua capacidade de professar livremente essas duas verdades a respeito de Jesus de Nazaré, dando-lhe adesão até as últimas consequências. 

Olhando especificamente para o texto do evangelho de hoje, a nossa primeira observação diz respeito à dimensão espacial: Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesaréia de Filipe” (v. 27b). Esse dado possui grande relevância, considerando a localização e a importância da cidade de Cesaréia de Filipe. Ora, como Cesareia estava localizada no extremo norte da Galileia, em área já considerada pagã, esse dado representa uma espécie de isolamento dos discípulos em relação à ideologia nacionalista. Lá, eles estariam livres para emitir uma opinião isenta de qualquer influência ideológica e preconceitos. Para reconhecer a verdadeira identidade de Jesus é necessário isolar-se dos esquemas religiosos de Israel. Além disso, a cidade de Cesareia, como o próprio nome indica, era uma homenagem a César, um dos títulos de honra do imperador romano; logo, o reconhecimento de Jesus como messias, na “cidade de César” representava a oposição do projeto do Reino de Deus às forças de morte movidas pelo poder opressor romano.

Com esse dado, o evangelista quer ensinar que as duas primeiras exigências para o seguimento convicto de Jesus é o rompimento com as ideologias, religiosas principalmente, e a coragem para confrontar toda forma de poder oposta ao Reino de Deus. Essa era a situação da comunidade do evangelista Marcos, na época da redação do evangelho: escrito fora da Palestina, quando a convivência com a comunidade judaica já tinha se tornado insuportável e, especificamente, na cidade de Roma, capital do império, em época de forte perseguição. Portanto, o evangelista, para fortalecer os cristãos da sua comunidade, narra esse episódio para mostrar que aquela situação presente já tinha sido prevista e vivida pelo próprio Jesus com seus primeiros discípulos.

Em situações de hostilidade, é necessário renovar as convicções para continuar o seguimento. Assim, Jesus faz uma espécie de consulta a respeito da sua própria imagem, não interessado em fama, mas somente para saber se estava sendo compreendido juntamente com a sua mensagem; não era preocupação com sua imagem pessoal, mas com a eficácia do anúncio na comunidade. Por isso, ainda “no caminho, perguntou aos discípulos: ‘Quem dizem os homens que eu sou?’” (v. 27). Aqui, o evangelista faz questão de evidenciar o aspecto itinerante e a falta de comodidade no discipulado. Por isso, “o caminho” com os inerentes perigos é lugar de catequese e anúncio, o que também reflete a situação da comunidade do evangelista: expulsos da sinagoga, os cristãos já não tinham lugar fixo para a pregação, buscando espaços alternativos, como as casas, as estradas e até os cemitérios. Não obstante esses desafios, a clareza e a convicção do seguimento são fundamentais para a vida da comunidade.

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus revela a falta de clareza que se tinha a respeito da sua identidade e, ao mesmo tempo, a boa reputação da qual Jesus já gozava entre o povo, certamente o povo simples, com quem Ele interagia e por quem mais lutava. Eis a resposta: “alguns dizem que tu és João Batista; outros, que és Elias, outros, ainda, que és algum dos profetas” (v. 28). Sem dúvidas, Jesus estava bem-conceituado pelo povo, pois era reconhecido como um grande profeta. De fato, os personagens citados foram grandes profetas, homens que acenderam a esperança de libertação, anunciando, denunciando e testemunhando. Mas Jesus é muito mais. Embora continuem sempre atuais, os profetas de Israel são personagens do passado. A comunidade cristã não pode ver Jesus como um personagem do passado que deixou um grande legado a ser lembrado. Isso impede a comunidade de fazer sua experiência com o Ressuscitado, presente e atuante na história.

A pergunta sobre o que as outras pessoas diziam a seu respeito foi apenas um pretexto. Na verdade, Jesus queria saber mesmo era o que seus discípulos pensavam de si. Por isso, lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” (v. 29a). Que as pessoas de fora o conhecessem apenas superficialmente, seria tolerável, mas dos discípulos, esperava-se uma resposta mais profunda e convicta, como de fato aconteceu: “Pedro respondeu: ‘Tu és o Messias’” (v. 29b). Aqui, Pedro fala em nome do grupo. Essa é a resposta da comunidade. Embora correta, a resposta de Pedro e da comunidade não é satisfatória, por isso, “Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito” (v. 30). Dizer que Jesus é o Messias, é o mesmo que dizer o Cristo, como de fato ele era. 

O que fez ele proibir Pedro de repetir essa fórmula foram as possibilidades de incompreensão que essa comportava. Ora, o messias esperado pelos judeus, cujas expectativas foram alimentadas por muitos séculos, desde a época do exílio, era um guerreiro, um restaurador do reino de Davi. Essas expectativas diziam respeito a um único povo e religião, enquanto a mensagem de Jesus é universalista e acessível a todos os seres humanos, independente de qualquer cultura, etnia e religião. Portanto, podemos afirmar que Pedro deu a resposta correta – Jesus é mesmo o Cristo – mas não tinha ainda a consciência ideal – Jesus não veio para restaurar o reino de Davi, mas para implantar o Reino de Deus, como realidade universal.

Diante do equívoco dos discípulos, representados por Pedro, Jesus inaugura uma nova etapa da sua catequese, buscando revelar a sua verdadeira identidade de messias “às avessas”: o messias descendente de Davi, esperado pelos judeus, era um guerreiro, viria ao mundo para combater e matar os inimigos de Israel, restaurando o trono outrora ocupado por Davi e Salomão; Jesus mostra que sua missão é o contrário de tudo isso: “o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias” (v. 31). Esse é o primeiro dos três anúncios da paixão presentes no evangelho. Ao invés de matar, o Messias Jesus é quem padece e, por consequência, essa deveria ser também a sorte dos seus discípulos.

Fechado na mentalidade nacionalista, Pedro não aceita um messias sofredor, por isso, “tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo” (v. 32). Essa atitude de Pedro é absurda e inaceitável. O verbo repreender (em grego: επιτιμαω – epítimao) significa condenar por um erro, reprovar bruscamente; fazendo isso, Pedro nega a sua condição de discípulo, e é chamado por Jesus a assumir o seu verdadeiro lugar: “Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: ‘Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens’” (v. 33). Jesus, como mestre, tem autoridade para “repreender” e condenar a atitude absurda de Pedro. Ao chama-lo de satanás, Jesus está apenas dizendo que, com aquela postura, Pedro está sendo obstáculo para o Reino de Deus.

Pedro queria evitar a cruz para Jesus e seus companheiros. Jesus, ao contrário, afirma que a cruz é condição para o seguimento (v. 34). Porém, ao contrário do que a tradução litúrgica do texto afirma, Jesus não manda Pedro para longe, mas apenas para trás de si. Aqui, ele usa a mesma expressão do chamado vocacional: “segue-me” – empregada em Mc 1,17; 8,34 (em grego: ovpi,sw mou – opísso mu). Jesus repreende Pedro, mas não o expulsa do grupo, apenas diz “vai para trás de mim”, “assume teu lugar de discípulo”, ou simplesmente “segue-me”. Com isso, o evangelista ensina que a última palavra na comunidade deve ser sempre a de Jesus. O discípulo nunca deve tomar o lugar do mestre, assim como, na comunidade cristã, nenhuma pessoa pode ter a última palavra, pois essa é sempre de Jesus.

Devido a tentação de Pedro, querendo suavizar o seguimento, diminuindo as suas consequências, Jesus aproveita para reforçar as convicções e a necessidade de disposição de dar a vida por sua causa e pelo Evangelho (vv. 34-35). De fato, o discipulado é incompatível com o egoísmo e a falta de coragem de dar a vida por causa do Evangelho. A comunidade se torna, de fato, cristã, ou seja, discípula, quando encontra o seu verdadeiro lugar: sempre atrás do mestre, no seguimento, não impondo os pensamentos humanos, mas apenas seguindo e fazendo o que Jesus pediu.

Pe. Francisco Cornelio Freire Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN

Jornada de Espiritualidade do Clero estuda Livro da Sabedoria






A Diocese de Mossoró realiza , nos dias 17 e 18, a Jornada de Espiritualidade do Clero, nas dependências do Colégio Diocesano, em Mossoró. O tema em estudo é o Livro da Sabedoria  (Sb 1,1-6,21), texto-base para este mês dedicado à Bíblia. O evento tem assessoria  de Padre Cornelio Freire. O Livro da Sabedoria oferece muitas inspirações para temas como justiça, sentido da vida e bem comum.  “A sabedoria é um espírito amigo do ser humano” (Sb1,6): Caminho para a justiça e a vida. A Jornada será encerrada na terça-feira com um jantar de confraternização.

Homenagem ao Padre DárioTórboli 88 anos de vida- sendo em nosso meio sinônimo de Fé











No alto dos seus 88 anos Padre Dário, colhe com largueza o que semeou, em abundancia 2Cor 9,4-4. A vida de Padre Dário estar configurada neste versículo, pois ele é uma pessoa que sempre plantou boa sementes: vindo de uma família de Agricultores de um pais longínquo Padre Dário, faz da sua vida um sacerdócio perene, nele estar impregnado a missão o serviço e o zelo apostólico; um mensageiro, um arqueiro, um missionário de Deus.
A Maré sempre volta, sim, a maré sempre volta mais, a idade é algo que não volta, mais deixa arquivada os pormenores, as lembranças, as recordações, e como diz o salmista: Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão. Sl 103,5. Assim Padre Dário herdeiro dessa promessa de Deus, é sempre jovem. E embora, a mente falhe em alguns momentos, mas como a maré torna a voltar e ele faz uma retrospectiva da sua vida, das lutas, das batalhas, da vontade de ver seu povo sempre feliz, sempre envolvido de um poder sobrenatural, de podo que uma vez, ou outra sai de sua boca palavras de incentivo para os jovens e adolescentes, pois padre Dario sempre foi:
Um conciliador dos tempos, dos momentos e das ocasiões;
Um acobertador do bom, do belo e do bonito;
Um promotor das mais altas ações, vinculando sempre sua vida a algo bem maior, algo supremo, algo determinante, algo que transcende, chegando muitas vezes a ser confundido com líder não só religioso, mais social, alguém capaz de intervir, de opinar, de remediar, de anunciar e denunciar;
Padre Dário fez do seu dia dia um peregrinar e para bem concluir essa fala fica essa poesia dos Nonatos em cuja letra Padre Dário estar contemplado: 
Interlocutor das obras de Deus ministro da fé chancele do bem exemplo de vida carisma de santo tradutor da língua das noções do além
Vestido de amor despido de orgulho sem apego a luxo e bens materiais tem um sol nos olhos símel nas palavras e um hotel na alma de hospedar a paz
Médio sensitivo cândido até no nome carteiro escolhido por Emanuel não salvou o mundo mas a sua parte evangelizando cumpriu seu papel.
Subtraiu fome somou esperança. Multiplicou sonhos e dividiu carinhos viveu mais pro outros do que pra si mesmo. Serviu como rota de muitos caminhos
Pessoa tão simples mensagem tão pura. Espírito tão nobre coração tão rico. Seria injustiça com quem foi tão justo. Não fazer justiça com tributo este tributo. 

Aniversário Natalício de Padre Dário
Portalegre – 10 de setembro 2018

A sabedoria é um espírito amigo do ser humano





A Igreja Católica no Brasil celebra neste mês de setembro o Mês da Bíblia. A data foi instituída em 1971, em ocasião dos 50 anos de fundação da Arquidiocese de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
Setembro foi escolhido para ser o mês da Palavra do Senhor porque é nele que recordamos, no dia 30, a memória de São Jerônimo, responsável por traduzir a Bíblia dos textos originais, em hebraico e grego, para o latim.
Na época, a comemoração foi criada com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja no Brasil. O projeto foi, então, assumido pelo Serviço de Animação Bíblica – Paulinas (SAB), até ser encabeçado pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e alcançar âmbito nacional, em 1985.
Desde este período, foi proposto o estudo e a reflexão de um livro da Bíblia ou parte do livro durante o mês de setembro. Essa proposta foi propagada em todos os anos, contribuindo no crescimento da animação bíblica de toda pastoral, fazendo com que o cristão se aproxime mais da Palavra de Deus, não só neste tempo, mas durante todos os dias.
O livro escolhido para ser aprofundado neste Mês Bíblico de 2018 é o da Sabedoria, mais especificamente a primeira parte. E para auxiliar neste estudo, a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB lançou dois subsídios que carregam o tema e o lema do Mês Bíblico deste ano, que são respectivamente: “Para que n’Ele nossos povos tenham vida” e “A sabedoria é um espírito amigo do ser humano”.
O primeiro subsídio é o Texto-Base, que o tema e lema do Mês Bíblico aborda na primeira parte; apresenta, já na segunda parte, um roteiro para a compreensão das cinco unidades literárias que formam a primeira parte do Livro da Sabedoria; e por último, o subsídio oferece o desafio de ler o Livro da Sabedoria.
O outro subsídio é um Roteiro de Encontros Bíblicos, que traz um cronograma para as cinco celebrações de encontros bíblicos e sugestões de cantos litúrgicos. Vale destacar que os livretos podem ser encontrados no site das Edições CNBB, site: http://www.edicoescnbb.com.br.
Para intensificar as celebrações comemorativas deste mês, e também com o propósito de aproximar os fieis da Palavra de Deus, o arcebispo de Brasília e Presidente da Conferência Nacional dos bispos do Brasil, dom Sergio da Rocha, deixou uma breve reflexão e, ao mesmo tempo, um convite para dedicarmos mais tempo à Palavra de Deus.
“Qual é o tempo que dedicamos à leitura e à meditação da Bíblia? Qual é o lugar que ocupa a Bíblia na sua vida e na vida da sua família? Estamos iniciando o mês especialmente dedicado à Bíblia. Nele, somos convidados a refletir sobre como temos escutado e praticado a Palavra de Deus. Não podemos caminhar sem a luz da Palavra de Deus que orienta os nossos passos. Neste mês, temos um tempo mais intenso de exercício espiritual bíblico para continuar a dar a devida atenção à Palavra no ano todo. É necessário dedicar mais tempo à leitura orante da Bíblia para por em prática a Palavra de Deus. Por isso, leia a Bíblia, ainda que um breve trecho, todos os dias!”, enfatizou dom Sergio.