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Encerramento da Festa de São Sebastião 2019


Neste domingo,dia 20,paróquias da Diocese celebram São Sebastião,um mártir cristão perseguido por não renegar a fé em Cristo. O Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, encerra a edição 2019 da Festa de São Sebastião na Paróquia de Encanto. São Sebastião, rogai por nós!!




Encerramento da Festa de São Sebastião:


Neste domingo, dia 20,paróquias da Diocese celebram São Sebastião,um mártir cristão perseguido por não renegar a fé em Cristo. O Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, encerra a edição 2019 da Festa de São Sebastião na Paróquia de Encanto. São Sebastião, rogai por nós!!
Encerramento da Festa de São Sebastião:
Paróquia de Caraúbas
Paróquia de Governador
Paróquia de Encanto
Cidade de Taboleiro Grande
Cidade de João Dias
Capela de Gangorra - Grossos
Capela de Ponta do Mel - Areia Branca
Capela Melancias – Apodi
Capela de Luis Gomes- Sítio Carnaubinha dos Rochas
Capela De São Miguel- Comunidade Bonito dos Ferreiros
Capela Promorar - Santa Delmira - Mossoró
Capela do Assentamento Fazenda Nova - Paróquia de S. Paulo - Mossoró
Capela São Sebastião - Passagem de Pedra - Área Sagrada Família- Mossoró

Reflexão para o Segundo Domingo do Tempo Comum- João 2,1-11 (Ano C)




A liturgia do segundo domingo do tempo comum, independente do ano, sempre propõe um texto do Evangelho segundo João (Ano A: Jo 1,29-34; Ano B: Jo 1,35-42). Neste ano C, o texto proposto é Jo 2,1-11, a narrativa do episódio conhecido como as “Bodas de Caná”. Ao longo do ano, a liturgia do tempo comum faz uma apresentação contínua da vida pública de Jesus, desde os seus primeiros passos na Galileia até o seu final em Jerusalém. Recorre-se, portanto, ao Evangelho segundo João no segundo domingo, como estratégia didático-catequética, porque é esse o evangelho que melhor introduz a vida pública de Jesus, através da chamada “semana inaugural”, iniciada com o envio de uma comitiva pelas autoridades de Jerusalém para fiscalizar a atividade do Batista (cf. Jo 1,19-28), e concluída com o episódio das bodas de Caná, evangelho de hoje.

Embora simples do ponto de vista narrativo (uma história com trama, cenário e personagens bem definidos), o texto apresenta uma grande complexidade teológica. Por isso, preferiu-se, ao longo dos séculos, uma interpretação quase literal, limitada a fundamentar a intercessão de Maria e, assim, fomentar a devoção. Tem sido grande o esforço da exegese atual para restituir ao texto o seu valor cristológico, praticamente ofuscado pela leitura devocionista aplicada ao longo do tempo. O primeiro passo para isso é situar o texto no seu devido contexto. Como acenamos acima, João introduz a vida pública de Jesus com episódios distribuídos ao longo de uma chamada “semana inaugural”; o ponto alto dessa semana é o episódio das bodas de Caná, o qual funciona como introdução e porta de entrada para todo o Evangelho. Tudo o que será desenvolvido ao longo do Evangelho, portanto, serão desdobramentos desse episódio.

O texto inicia com um dado importante, omitido pela liturgia: “No terceiro dia”, substituído pela genérica e desnecessária expressão “Naquele tempo”. Embora seja já o dia conclusivo da semana, o sexto dia, o evangelista omite alguns dias de propósito, para que este episódio se realize no “terceiro dia”. Ora, o último episódio narrado tinha sido o encontro de Jesus com Filipe e Natanael (cf. Jo 1,43-51); as bodas de Caná, portanto, acontecem no “terceiro dia” após esse episódio. Mais que um dado cronológico, a expressão “terceiro dia” é um indicativo teológico: significa uma manifestação especial de Deus; de imediato, pensamos na ressurreição de Jesus, o maior dos acontecimentos ao “terceiro dia”, mas há outros episódios importantes na Bíblia que também aconteceram no “terceiro dia”: foi no “terceiro dia” que Abraão subiu à montanha para sacrificar Isaac, provando a sua fé (cf. Gn 22,4), e foi no “terceiro dia” que Deus manifestou a sua glória no Sinai e entregou a Lei a Moisés (cf. Ex 19,16ss). Ao apresentar o primeiro sinal de Jesus ao “terceiro dia”, João sinaliza que toda a sua vida será manifestação e intervenção de Deus na história, cujo ápice será a ressurreição, também no “terceiro dia”. Portanto, “terceiro dia” é uma expressão teológica que indica o agir de Deus.

Eis, então, o que houve no “terceiro dia”: “um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente” (v. 1). As festas de casamento, na cultura semita, eram esperadas com muita ansiedade; normalmente, duravam uma semana, mas a depender das condições dos noivos, poderia se estender até por duas semanas. Além do seu sentido social, o matrimônio servia como símbolo da relação entre Deus e o seu povo, Israel, desde o profeta Oséias (século VIII a.C.). Com essa festa, portanto, o evangelista quer mostrar a situação da aliança, como o povo de Israel estava se relacionando com Deus, e a necessidade urgente de uma intervenção. A mãe de Jesus não é mencionada pelo seu nome próprio nesse episódio, porque ela é uma personagem corporativa, ou seja, representa uma comunidade, e não apenas a síngula pessoa de Maria. Quando os profetas denunciavam as injustiças e a corrupção reinantes em Israel, mencionavam também um “resto” fiel que veria a realização das promessas de Deus. A mãe de Jesus é, nesse relato, a imagem do resto fiel de Israel que nunca se distanciou de Deus. Por isso, ela já “estava presente” no casamento, porque fazia parte daquela comunidade.

Ao contrário da mãe que já “estava presente”, o evangelista diz que “Jesus e os discípulos foram convidados para o casamento” (v. 2); embora sutilmente, o evangelista faz uma distinção: Jesus e os discípulos foram à festa, mas não faziam parte. Ao longo de todo o Evangelho, João mostrará como Israel não aceitou Jesus, tratando-o como um estranho, inclusive no prólogo já tinha antecipado: “Veio para os seus, mas os seus não o acolheram” (Jo 1,11). Porém, para conhecer as reais necessidades e problemas é necessário estar inserido e fazer parte da realidade; tampouco basta conhecer as necessidades e os problemas; é preciso tomar iniciativa e buscar soluções, como fez a mãe: “Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho” (v. 3). A mãe de Jesus, como imagem do Israel fiel, é a mais legítima conhecedora das carências e falhas na relação de seu povo com Deus; ela não faz um pedido a Jesus, como insinuam as interpretações devocionistas. Ela constata uma situação e faz uma denúncia: a falta de vinho nessa festa de casamento é, na verdade, a falta de amor e de alegria na antiga aliança. A mãe constata que Israel falhou em sua relação com Deus e, portanto, a aliança fracassou. O vinho era essencial numa festa e, na Bíblia, é sinal de alegria, amor e felicidade.

A mãe de Jesus é a primeira a perceber a esterilidade da relação de Israel com Deus. Ora, o povo de Israel imaginava que entrava em comunhão com Deus através de sacrifícios, purificações e ritos, independente da prática da justiça e da conduta ética, sobretudo na relação com o próximo; praticava-se a religião do mérito com muitas ofertas e sacrifícios. Foi isso que a mãe de Jesus constatou ao lhe dizer que não havia mais vinho na festa. Não havia mais amor e alegria na maneira do povo relacionar-se com Deus. Ela percebeu também que somente Jesus poderia contornar aquela situação. A proposta de vida de Jesus, fundamentada no amor, era a única saída para Israel reencontrar-se consigo mesmo e com Deus, e continua sendo, para toda a humanidade. Como a mãe, nesse episódio, representa toda a comunidade do resto fiel de Israel, a sua relação com Jesus carrega uma certa formalidade: “Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou” (v. 4). Jesus não a chama de mãe, apenas de mulher, e esclarece que não depende somente dele, ao dizer que a sua hora ainda não chegou; depende do Pai, sobretudo.

Mesmo sem receber uma resposta positiva, a mãe confia na providência, como modelo de crente. Como conhecedora da situação, ela vê como urgente a intervenção de Deus, através de Jesus; por isso, ordenou aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser” (v. 5). Ora, a antiga aliança foi concluída com a resposta solene do povo a Moisés: “Sim, nós faremos tudo o que Iahweh disse!” (Ex 24,7). A história mostra que Israel falhou e não fez a vontade de Deus. A antiga aliança fracassou exatamente porque o povo não cumpriu essa promessa, e a mãe de Jesus sabia disso; por isso a recomendação para fazer o que ele disser, de agora em diante. O evangelista prossegue denunciando ainda mais a esterilidade da religião de Israel:“Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros” (v. 6). Essas talhas (jarros) de pedra simbolizam a lei; estavam vazias; através delas, os judeus faziam ritos de purificação, mas não se encontravam verdadeiramente com Deus.

Jesus se solidariza com seu povo: nem tudo está perdido. Na figura da mãe, ele vê um sinal de esperança no seu povo; por isso, toma a iniciativa: “Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca” (v. 7). “Os que estavam servindo” (em grego: διακονος = diáconos) prefiguram a comunidade ideal de discípulos e discípulas que devem agir conforme “tudo o que Jesus disser”; são esses que devem preencher o vazio de amor em Israel e, posteriormente, em toda a humanidade, enchendo as talhas até a boca, quer dizer, servindo e amando sem medidas. Jesus dá mais uma ordem: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram” (v. 8). O mestre-sala era o responsável pela organização e coordenação da festa; era ele quem deveria vigiar e ficar atento se estava faltando alguma coisa. Porém, negligenciou completamente o seu papel, não percebeu que o vinho tinha acabado. Nesse episódio, ele representa os anciãos e sacerdotes (a classe dirigente de Israel) que tinha se distanciado de suas responsabilidades, não conheciam mais as necessidades do povo, estavam alheios à vida cotidiana das pessoas.

 Distante da realidade, o mestre-sala não sabia sequer que o vinho tinha acabado, menos ainda de onde tinha surgido o vinho novo: “O mestre-sala experimentou a água que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois era eles que tinham tirado a água” (v. 9); porém, ficou surpreso com o seu sabor:  “O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!” (v. 10). Aqui, o evangelista ironiza e denuncia o distanciamento dos chefes de Israel em relação ao cotidiano das pessoas. Mesmo sem conhecer a origem, o mestre-sala reconhece a qualidade do vinho. Pela primeira vez no relato, o evangelista faz referência ao noivo, quem deveria ser o verdadeiro protagonista da festa. Esse noivo é o próprio Deus; a missão de Jesus, fornecendo amor em abundância, representado pelo vinho, é reatar os laços entre o Deus, o noivo-esposo, e a humanidade inteira, a noiva-esposa.

Como esse episódio é a verdadeira porta de entrada de todo o Evangelho segundo João, esse “este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória e seus discípulos creram nele”(v. 11). Um sinal, como sabemos, não é um fim em si mesmo, mas aponta para uma realidade muito mais profunda. O sinal da mudança da água em vinho preconiza muitas transformações que Jesus irá fazer e propor ao longo de todo o evangelho. A principal transformação, a primeira e mais necessária, diz respeito à maneira de relacionar-se com Deus. De uma relação servil e ritualista, ele nos convida a uma relação de amor, cuja imagem mais visível e clara é a do matrimônio, pois pressupõe um amor recíproco, com liberdade e confiança. O vinho novo, de qualidade superior, representa essa nova relação. É nisso que a sua glória se manifesta, e o que fortalece a fé.

Para ser autenticamente discípulo e discípula é necessário ser como a mãe e os servidores, ao mesmo tempo: perceber as reais necessidades do próximo, tomar iniciativas concretas e fazer tudo o que Jesus disser. A abundância do vinho, imagem do amor, depende unicamente da disposição de fazer o que Jesus disse.

Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN


Fonte: http://porcausadeumcertoreino.blogspot.com

Igreja jovem, pluricultural e alegre receberá o papa Francisco e cerca de 200 mil jovens de 155 países na JMJ 2019 no Panamá

Ao pisar em solo panamenho, no próximo dia 23/01, o papa Francisco encontrará uma “Igreja jovem e alegre, autêntica, multiétnica e pluricultural, com uma fé viva, com o compromisso de anunciar o Evangelho”. Desta forma o arcebispo do Panamá, dom José Domingo Ulloa Mendieta, definiu a Igreja que receberá o Sumo Pontífice e os cerca de 200 mil jovens provenientes de 155 países que participarão da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 22 a 27 de janeiro.
O tema desta edição da JMJ é: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1, 38)”. A última edição do evento foi realizada em Cracóvia, na Polônia, de 26 a 31 de julho de 2016. No último dia, na Missa de envio, o Papa Francisco anunciou que a sede da próxima edição seria o Panamá, país localizado na América Central.
O Papa Francisco partirá de Roma no dia 23 de janeiro, desembarcando no Panamá na mesma data. Na quinta-feira, dia 24, receberá as saudações do presidente do Panamá, Juan Carlos Varela Rodríguez e de autoridades do país, além de reunir-se com bispos da América Central. Na parte da tarde, participará da cerimônia de abertura da Jornada Mundial da Juventude de 2019, no Campo Santa María la Antigua – Cinta Costera.
Durante a estadia no Panamá, o Santo Padre terá várias ocasiões para encontrar milhares de jovens. A visita será concluída com a celebração da Santa Missa, no domingo, 27 de janeiro, no grande “Campo San Juan Paul II” – Metro Park, onde são esperados cerca de 250.000 fiéis.
O hino oficial da Jornada Mundial da Juventude do Panamá 2019, intitulado: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim a tua palavra” (Lc 1, 38), foi composto por Abdiel Jiménez, com produção e arranjos de Aníbal Muñoz, e colaboração de Carlos Samaniego e Ricky Ramírez, profissionais com uma grande carreira musical.
“Este evento uniu mais de 4 milhões de panamenhos no amor para seus irmãos, sem distinção de religião ou crenças políticas”, explicou Yithzak Gonzalez, Secretário da Pastoral Juvenil da Conferência Episcopal do Panamá, em uma entrevista concedida ao “Vatican News “.
Um grupo de cerca de mil jovens indígenas provenientes de vários países do mundo se reunirão de 17 a 21 de janeiro de 2019, no território do povo Ngobe de Soloy, na diocese de David, na Jornada Mundial da Juventude Indígenas para compartilhar a mesma fé católica na diversidade de suas culturas ancestrais, suas expectativas e suas lutas.
Segundo a subsecretária de Atenção ao Peregrino da JMJ, Eydin Solanilla são esperados cerca de 500 bispos e quatro mil jornalistas de todo o mundo. Solanilla destacou que o peregrino não só “terá momentos de catequese”, mas também outras opções como “o festival da juventude que terá palcos para que os jovens convivam com a cultura, a música e a arte”. Ela afirmou que quando os jovens peregrinos receberem o guia preparado pela organização, estes terão todas as informações necessárias para organizar o seu itinerário.

O programa da JMJ
A Pré-Jornada ou Dias nas Dioceses será de 17 a 20 de janeiro de 2019. Esta é uma iniciativa opcional que permitirá que os jovens possam compartilhar momentos de oração e celebração com as comunidades eclesiais da igreja local.
Na terça-feira, 22 de janeiro, o Arcebispo do Panamá, Dom Domingo Ulloa, presidirá a Missa de abertura.
Na quarta-feira, 23, haverá catequeses; e será realizado o “Festival da Juventude” um programa religioso, artístico-cultural; o “Festival do Perdão”, local onde haverá confissões à tarde e, à noite, oração em frente à Cruz da JMJ e adoração Eucarística; e, finalmente, uma feira vocacional.
Na quinta-feira, 24, realizarão as mesmas atividades do dia anterior e também haverá uma cerimônia de acolhida ao Papa Francisco.
Na sexta-feira, 25, serão realizadas as mesmas atividades da quarta e da quinta-feira; e a Via Sacra, onde será levada a Cruz da JMJ que foi entregue pelo Papa à delegação do Panamá.
No sábado, 26, haverá uma vigília de adoração.
Finalmente, no domingo, 27, o Papa Francisco presidirá a Missa de encerramento, para a qual são esperadas cerca de 800 mil pessoas.
Fonte: CNBB

Encerramento da edição 2019 da Festa da Beata Lindalva em Assu- RN






06h: Celebração Eucarística Rua Pedro José Soares de Macedo, nº 580 – Vista Bela (em frente à casa de Jussiara de Severino).
07h: Café compartilhado
08h: Visitas missionárias aos lares de idosos e doentes.
18h30: Procissão pelas ruas da comunidade
Celebração Eucarística de encerramento da Festa da Beata Lindalva 2019
Noiteiros: Em ação de graças a todos os patrocinadores, colaboradores, grupos, pastorais, movimentos e serviços para realização da festa. Grupo de Oração de Ir. Lindalva, Vocacionados e Vocacionadas.
Comunidades: Conjunto Ir. Lindalva e Patativa do Assaré.

20h30: Convivência Fraterna
Show Religioso com Padre Henrique Benjamim, scj
Sorteio do Show de Prêmios


Domingo da Solidariedade: sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão.

Você pode ser solidário. No terceiro domingo de cada mês, contribua com alimentos não perecíveis ou material de limpeza e faça parte da grande corrente do bem e da caridade no “Domingo da Solidariedade” na sua paróquia. A campanha ajuda as pessoas atendidas pelos programas sociais:

Casa de Apoio Papa Francisco
Lar da Criança Pobre
Projeto Emaús
Projeto Reviver
Fazenda da Esperança
Abrigo Amantino Câmara
Cáritas Diocesana
Projeto Esperança Pe Guido
Seminário Santa Teresinha

Locais de arrecadação: todas as igrejas e capelas de Mossoró

O episcopado no Brasil: 480 bispos e 307 membros efetivos da CNBB



A Igreja no Brasil conta, atualmente, com 480 bispos. Eles podem ser divididos a partir de suas diversas formas de vinculação às Igrejas Particulares ou condições definidas no Código de Direito Canônico. A partir desta classificação, chega-se ao número de membros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB): 307.
O levantamento cruza os dados disponíveis na Secretaria Técnica da CNBB com a pesquisa contínua do chefe do Departamento de Ciência da Religião da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP), professor Fernando Altemeyer Junior.
Bispos do Brasil
São 78 arcebispos metropolitanos no Brasil, que podem ser divididos em quatro grupos: os cardeais arcebispos na ativa (3), os cardeais arcebispos eméritos (6), os arcebispos metropolitanos (42) e os arcebispos eméritos (27).
Os bispos diocesanos são 399 (261 na ativa e 138 bispos eméritos). Estão assim divididos de acordo com suas funções: 203 bispos diocesanos de rito latino, 2 bispos das eparquias orientais (ritos maronita e ucraniano), 1 exarca apostólico de toda América Latina do rito armênio presente em Buenos Aires e São Paulo, 45 bispos auxiliares, 1 coadjutor e 9 prelados, que são os bispos das prelazias.
Entra na contagem o bispo responsável pela administração apostólica pessoal São João Maria Vianney, dom Fernando Arêas Rifan, cuja circunscrição eclesiástica não tem caráter territorial, como as dioceses. Será ainda contabilizado o recém-nomeado para a diocese de União da Vitória (PR), monsenhor Walter Jorge Pinto, quando receber a ordenação episcopal.
Já são 139 bispos eméritos no Brasil, além dos arcebispos eméritos citados acima. Estão assim distribuídos: 119 bispos diocesanos eméritos, nove bispos auxiliares eméritos, um eparca e dez prelados eméritos.
CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil está estruturada de acordo com as normas do Código de Direito Canônico. Assim, fazem parte da CNBB todos os bispos diocesanos do território e os equiparados em direito, como coadjutores, os auxiliares e os outros bispos titulares “que no mesmo território exercem um múnus peculiar que lhes foi confiado pela Sé Apostólica ou pela Conferência episcopal”, lê-se no cânon 450 do CDC. De acordo com as normas da Igreja, podem ser convidados ainda para a Conferência Episcopal os Ordinários de outro rito, como é o caso dos eparcas, exarcas dos ritos armênio, maronita, ucraniano e oriental.
No caso dos bispos eméritos, são considerados “membros convidados ou honorários”, uma vez que participam de atividades da conferência, como a Assembleia Geral, com direito a voz, mas não a voto.
Desta forma, são os 307 membros efetivos da CNBB: os 3 cardeais arcebispos (dom Odilo Pedro Scherer, dom Orani Tempesta e dom Sergio da Rocha), os 42 arcebispos metropolitanos, os 261 bispos diocesanos e o bispo da administração apostólica pessoal São João Maria Vianney.
Religiosos e diocesanos
Professor Altemeyer ainda contabiliza a origem dos bispos, se diocesanos ou religiosos: “os bispos oriundos do clero diocesano são 282 pessoas, ou seja, 59% do episcopado. E os que pertenceram a uma ordem ou congregação de vida consagrada são 197 pessoas, ou seja, 41% do episcopado brasileiro”.

Fonte: CNBB

Sínodo: A Amazônia pode salvar o mundo da fome, afirma padre João Mometti



Padre João Mometti é referência quando o assunto é Amazônia. Ele é italiano, mas mora há 62 anos no Brasil. Desses, 50 anos foram dedicados a trabalhos pastorais com os povos da floresta. Por isso, reuniu-se com o Papa Francisco para trazer ideias que, segundo ele, não podem faltar nas discussões do próximo Sínodo dos Bispos, que este ano trata sobre a Amazônia.
“Em primeiro lugar, vim agradecer ao Santo Padre pela coragem de proclamar o Sínodo para a Amazônia. Os Sínodos costumam discutir questões teológicas, como a Trindade ou Nossa Senhora Mãe de Deus. Discutir agora a Amazônia é fundamental, porque ela tem a possibilidade de salvar o mundo da fome”, afirma Mometti.
Padre João é o idealizador do projeto Novo Moisés, de produção de alimentos na Amazônia sem necessidade de desmatamento. Hoje 2.500 famílias se beneficiam da ação. Assim como o Novo Moisés, padre João Mometti afirma que existem centenas de outros projetos de preservação e de assistência aos povos da floresta, quase todas as dioceses da Amazônia têm ao menos um.
“Eu sugeri ao Papa pegar esses projetos, analisá-los e colocá-los em prática. Minha expectativa para esse Sínodo é que não produza apenas um documento belíssimo, pois já temos documentos no Vaticano sobre meio ambiente. Precisamos chegar a conclusões concretas”, concluiu Mometti.
Durante a missa na Santa Marta, da semana passada, o Papa Franciso citou o padre João Mometti. “O Espírito às vezes nos impele para a loucura, mas para as grandes loucuras de Deus, como por  exemplo – disse o Papa –  aquela do padre presente na missa de hoje, que há mais  de 40 anos deixou a Itália para ser um missionário entre os leprosos no Brasil”.
Fonte: Vatican News
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Santas Missões Populares: comunicado





Queridas missionárias e queridos missionários da Diocese de Mossoró,

Depois de algumas colocações na Assembleia Diocesana de Pastoral, em novembro, sobre a logomarca das Santas Missões Populares, realizamos uma pequena alteração na arte. A imagem do Pai Misericordioso foi retirada, tendo em vista ter sido criada no ano Extraordinário da Misericórdia.
Pedimos a todas as missionárias e missionários e paróquias para, a partir de agora, utilizar a nova logomarca em todos os produtos que forem confeccionados. Também afirmamos que todos os que já contêm a antiga logomarca não perdem sua identidade, pois é uma pequena alteração.

Explicação da Logomarca
A logomarca das Santas Missões Populares na Diocese de Santa Luzia de Mossoró, 10 anos depois, busca transmitir sua identidade eclesial, através dos símbolos e cores que tratam de sua história e missão. Assim que lançamos o olhar sobre a imagem vemos o número dez, formado pelo báculo, à esquerda, acompanhado da circunferência em amarelo, que faz menção à Eucaristia, à luz e ao sol do semiárido. Ainda manifesta traços da memória dos 10 anos de Santas Missões Populares na Diocese. À direita, vemos a palma do martírio que representa Santa Luzia, padroeira de nossa Diocese. Mais ao centro, o caminho em “S”, de Santas Missões, como também os morros de sal, típicos da região, formando o “M” de Maria, Mãe missionária. Abaixo, temos traços em azul dando o contorno da Palavra de Deus, que guia os seguidores de Jesus.

Padre Deivid Franklin estará representando a Diocese na Jornada Mundial da Juventude no Panamá





A Jornada Mundial da Juventude acontece neste mês de janeiro, de 22 a 27, no Panamá, com o tema “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a Tua Palavra (Lc 1, 38)”. Criada por São João Paulo II, durante o seu pontificado, em 1986 o Santo Padre fez um convite entusiasmado na expectativa de despertar o sentimento de pertença dos jovens à Igreja, como também a importância deles para o dinamismo da evangelização, inclusive dos próprios jovens. Assim falou o então Papa João Paulo II: “Convido a todos os jovens do mundo a celebrar com intensidade e esperança a Jornada Mundial da Juventude” ( São João Paulo II, 1986).  O convite enfatiza um momento intenso e cheio de esperança como uma experiência transformadora.
Nossa Diocese será representada por Pe. Deivid Franklin de Aquino e uma delegação de jovens de diversas paróquias, comunidades e grupos, que irão se associar a outros numa grande caravana, representando a Província Eclesiástica do Rio Grande do Norte, que é formada pela Arquidiocese de Natal e Dioceses de Mossoró e Caicó. A coordenação geral da jornada já comunicou mais de 200.000 peregrinos inscritos, de diversas partes do mundo. Um grande intercâmbio cultural onde os jovens terão a oportunidade de vivenciar um encontro fraterno, serviço social, esportivo e espiritual. A programação consta em um projeto que tem a finalidade de envolver todo o país numa comunhão entre todas as dioceses. “O programa 'Dias nas Dioceses' é uma iniciativa que surge com o propósito de envolver todo o país onde a JMJ é realizada, para que todos os seus habitantes se unam nessa partilha”, é o que afirmam os organizadores. A JMJ será iniciada com uma experiência missionária nas 8 dioceses que compõem a Costa Rica.
Como vemos, é uma experiência verdadeiramente renovadora e estimulante para os nossos jovens, que retornarão revigorados e entusiasmados com a missão em suas comunidades de origem. Rezemos pelo bom êxito da Jornada Mundial da Juventude e para que nossos jovens sigam em paz, vivenciem dias de renovação da fé, retornem em paz com o auxílio da Graça de Deus, a intercessão da Virgem Maria e nossa padroeira Santa Luzia,  ao  mesmo tempo em que desejamos a todos um feliz e abençoado 2019. Um ano muito especial para os  missionários (as) com o início das Semanas Missionárias nas paróquias. É tempo de missão na nossa Igreja!!!

Dom Mariano Manzana
Bispo Diocesano


Padre Netinho toma posse na Paróquia de São Francisco de Assis em São Francisco do Oeste- RN



O Padre Raimundo Alexandre de Oliveira ( Pe Netinho) vai ser acolhido pela comunidade paroquial de São Francisco de Assis, em São Francisco do Oeste, no dia 02 de fevereiro. A apresentação será feita pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana na Igreja Matriz, às 19h. Todos convidados!