Semana Missionária na Paróquia de Portalegre








A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Portalegre-RN, vivenciou sua Semana Missionária. Visitas às famílias, Estudo do Evangelho de Mateus e Santa Missa. A Semana Missionária aconteceu de 17 a 22 nos setores de Baixa Grande, Lajes, Sobrado e Chão de Vila. Momentos forte de muita evangelização com a presença dos vigários José Robério e Dário Tórboli e missionários.      




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Reflexão para o XVI domingo do tempo comum – Mateus 13,24-43 (ano A)

Neste décimo sexto domingo do tempo comum, continuamos a leitura do discurso em parábolas de Jesus, no capítulo treze do Evangelho segundo Mateus. Esse é o terceiro dos cinco discursos de Jesus nesse Evangelho, e tem como tema principal o Reino dos Céus, o qual vem apresentado a partir de sete parábolas. O texto específico que a liturgia propõe para esse domingo, Mateus 13,24-43, contém três parábolas: do joio e o trigo (vv. 24-30), do grão de mostarda (vv. 31-32), e do fermento (v. 33). Além das três parábolas, o texto contém ainda a explicação de uma das parábolas, a do joio e o trigo (vv. 36-43). Essa explicação é um acréscimo posterior da comunidade de Mateus, provavelmente para amenizar um pouco o impacto causado pela mensagem provocativa das parábolas.
Como já contextualizamos nos domingos anteriores, desde que iniciamos a leitura do capítulo treze de Mateus, esse discurso em parábolas é uma resposta de Jesus à rejeição sofrida pela sua pregação na Galiléia, tendo sido desacreditado até mesmo pelo seu mentor, João, o Batista (cf. Mt 11,2-19). Além, da rejeição, havia também a falta de compreensão da sua mensagem, principalmente da parte dos discípulos, uma vez que o modelo de Reino anunciado e proposto por Jesus não correspondia às expectativas e esperanças alimentadas na época. Mateus retoma esse momento da vida de Jesus para responder também ao contexto de crise vivido pela sua comunidade.
A crise vivida pela comunidade de Mateus, respondida pelas três parábolas de hoje, girava em torno de três grandes problemas ou tentações incompatíveis com a mensagem Jesus: 1) puritanismo (querer ser uma comunidade separada de santos e justos); 2) grandeza (desej0 de poder e sobreposição sobre os demais grupos); 3) desânimo (vontade de desistir por não ver resultados nem efeitos gerados pela pregação e a forma de vida cristã). Mesmo incompatíveis com a Boa Nova do Reino, essas três tendências têm marcado a história da comunidade cristã, desde as suas origens com os doze, até os dias atuais.
Ao primeiro problema, Jesus, e posteriormente Mateus, responderam com a parábola do joio e o trigo: “O Reino dos céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio e foi embora” (vv. 24-25). A introdução da parábola apresenta o Reino em uma realidade de tensão e hostilidade. Essa tensão é marcada pela presença simultânea da semente boa e da semente nociva, o mal e o bem, o amor e o ódio, a vida e a morte. Essa forma de conceber o Reino não agradava a muitos cristãos, inclusive aos discípulos, os quais imaginavam o Reino como uma comunidade separada, formada apenas por pessoas santas e justas. Jesus mostra o contrário: quem adere ao seu projeto de vida deve estar preparado para conviver com o diferente e até mesmo com o mal, sem compactuar com ele, obviamente.
O joio semeado pelo inimigo enquanto todos dormiam (v. 25), era uma planta muito parecida com o trigo, cujos grãos são tóxicos, capazes de provocar sérios danos à saúde de quem os consumir. É obra das trevas, por isso, semeado enquanto todos dormiam, ou seja, à noite. É um sinal de perigo e, portanto, uma ameaça à colheita da boa semente semeada no mesmo campo. Por isso, a ideia dos servos zelosos é arrancar o quanto antes: “Queres que vamos arrancar o joio?” (v. 28b). A esses servos, correspondem as pessoas muito religiosas de todos os tempos, dos fariseus dos tempos de Jesus aos cristãos-católicos piedosos de hoje, e de outras religiões também. Por causa da intolerância, se pode colocar em risco todo o Reino.
A resposta prudente do dono do campo revela a atitude que Jesus quer de seus seguidores: “Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita” (vv. 29-30a). Jesus quer mostrar que, antes de tudo, o cristão não pode apresentar-se como juiz de ninguém. Julgar é prerrogativa de Deus apenas, e esse não julga pelas aparências, sem antes ver os frutos. Enquanto não chegar o tempo da colheita, não é possível distinguir o bem do mal, o saudável do nocivo. Somente pelos frutos é possível conhecer a árvore. A pressa daqueles servos em arrancar logo o joio poderia comprometer toda a colheita. Isso revela extremismo, intolerância, falta de capacidade para conviver com as diferenças. Essa tendência continua presente ainda em muitos seguimentos da religião cristã, infelizmente. O Reino dos céus proposto por Jesus não é uma sociedade de pessoas perfeitas, alheia à história e às contradições da existência, não é uma comunidade de puros. O Reino só pode ser construído no meio do conflito. Por isso, exige capacidade de diálogo, respeito às diferenças e paciência.
A segunda parábola, ainda relacionada ao mundo agrícola, a do grão de mostarda (vv. 31-32) é a resposta de Jesus aos desejos de grandeza e poder na sua comunidade. Diante da estrutura imperial e da força da sinagoga, o projeto de Jesus era praticamente invisível. Os discípulos, sedentos de poder, não se conformavam com aquela situação. A resposta de Jesus foi desconcertante: “O Reino dos céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo” (v. 31). É necessário que a comunidade dos discípulos aceite a condição de pequenez em que se encontra e reconheça essa pequenez como necessidade para compreender a dinâmica do Reino. Esse, o Reino, não pode impor-se por sinais de grandeza nem de espetáculo. O importante é que esse seja cultivado, mesmo como uma semente pequena, e colocar-se no mundo para servir, como acontece com a mostarda: depois que a planta cresce “os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos” (v. 32b). A única preocupação dos que lutam pelo Reino é se estão sendo abrigo e serviço para os mais necessitados.
À terceira tentação ou problema, o desânimo e falta de paciência, Jesus dá como resposta a parábola do fermento, a mais difícil de ser aceita e compreendida entre as três, pelos discípulos de então: “O Reino dos céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado” (v. 33). Essa é uma das parábolas mais revolucionárias de Jesus porque apresenta o Reino dos céus sendo comparado a um elemento considerado impuro pela tradição judaica, o fermento, e como a atividade de uma mulher. Ora, para a cultura e tradição da época, a mulher pouca teria a contribuir com um projeto de sociedade como era o Reino dos céus.
O fermento era símbolo da subversão, porque tinha a capacidade de, mesmo em pequena quantidade, transformar a massa, dando-lhe nova forma e fazer crescer. O uso do pão fermentado era, inclusive, proibido para o uso litúrgico dos judeus (cf. Ex 12,19; 13,7; Dt 16,3). Além de adulterar a massa, ainda exigia bastante paciência até que seu efeito se tornasse visível no pão. E era exatamente a paciência que estava acabando nos discípulos e levando-os ao desânimo. Como não viam efeito algum na pregação deles e de Jesus, pois o mundo continuava do mesmo jeito, estavam propensos a desistir, à medida em que aumentavam as exigências de coragem e disposição. Com uma parábola como essa, Jesus quis injetar ânimo e perseverança neles e, ao mesmo tempo, desconstruir a imagem distorcida de um Reino marcado pela grandeza e pelos sinais exteriores. O Reino de Deus, pelo contrário, se constrói no anonimato e na simplicidade. Ninguém vê o fermento agindo dentro da massa. Uma vez que ele é injetado, se torna invisível ao misturar-se com a massa. No entanto, quem tiver paciência de esperar o seu efeito, o verá, e até de modo surpreendente.
A comunidade cristã tem o papel do fermento: de modo subversivo, ou seja, mesmo contra a legalidade, irradiar um jeito alternativo de viver, a partir de relações de solidariedade, igualdade, justiça e amor, até contagiar toda a massa, ou seja, as sociedades com seus padrões convencionais de comportamento. Esse trabalho de injetar fermento na massa é inclusivo, deve ser feito por todos e todas, mas começa pelos mais excluídos e desprezados da história, como as mulheres, conforme o exemplo da parábola.
Com essas três parábolas, de modo brilhante, Mateus respondeu aos questionamentos da sua comunidade, recordando como Jesus também reagia às crises do grupo dos doze. Certamente, essas respostas são válidas para todos os momentos da história. É preciso reforçar sempre que no Reino dos céus não há espaço para classificação entre bons e maus, puros e impuros, porque é uma comunidade de iguais, cujos distintivos são apenas os frutos; é uma comunidade pequena, mas acolhedora e servidora e, sobretudo, transformadora, para aqueles que aceitam ser subvertidos pelo Evangelho!
 Padre Francisco Cornelio
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Homenagem pelos 23 anos de ministério sacerdotal de Padre Flávio Augusto





Parabéns a Pe Flávio 
Nosso vigário geral
Este dia pro senhor

É mais do que especial
Pois no seu cotidiano 
Celebra 23 anos 
De vida sacerdotal

Nossa área pastoral
É bastante privilegiada 
Por tê-lo aqui conosco
Nessa bela caminhada 
De luta e esperança 
Com muita perseverança 
Sem perder o rumo da estrada

Você é pessoa amada
Por toda nossa cidade
Mantém com o seu rebanho
Uma boa identidade
Além de ser antenado
E bastante preocupado
Com nossa realidade

A nossa sociedade
Há muito anda carente
De pessoas comprometidas
Que tenham cheiro de gente
O senhor tem dado exemplo
Saindo fora do templo
Mostrando ser coerente

É que sempre estás presente
Dando sua opinião 
Falando quando preciso
Contra toda exploração 
São gestos de um grande homem 
Que é forte até no nome
Sem temer retaliação

Sem nenhuma pretensão 
O senhor já demonstrou
Para o bem da santa igreja
O projeto engavetou 
Pra cuidar do povo eleito
Não precisou ser prefeito
Isso bem claro ficou

É assim com esse ardor
Que tens cumprido a missão
Fiel ao discipulado 
Com muita dedicação
Que bem cedo começou
Lá no seu interior
Essa sua vocação

D. Raimunda e seu João 
Tiveram forte influência
Com uma vida de oração
Indo à missa com frequência
Dando os melhores conselhos
Foram sinais e espelhos
De sabedoria e prudência

Com a sua competência
Belo caminho trilhou
Com trabalho reconhecido
Por onde sempre passou
Foi assim desde o início
Cumprindo bem seu ofício
De bom e honrado pastor

Só resta nosso louvor
E ao bom Deus agradecer
Por tudo que já tens feito
Pro nosso fortalecer
Seus gestos e atitudes 
São também grandes virtudes
Dignos de um grande ser

Discernimento e saber
No andar da carruagem
Para que nunca lhe falte 
Paz, amor, muita coragem 
A palavra em sintonia 
Transmitida na Eucaristia 
A cada bela mensagem

Longe da politicagem
Onde sempre há divisão
Perto da boa amizade
Que impera multiplicação 
Mostrando sensibilidade
Com bastante afinidade
No trato com seu irmão

Essa é uma dimensão 
Que o senhor conhece bem
De ir ao encontro do próximo
Na hora que mais convém
Sempre quando necessário
Se faz presente o vigário 
Fazendo sem olhar a quem

Duvido que exista alguém
Que diga que desconhece
Sua enorme contribuição 
Dada à nossa Diocese 
Sempre com desprendimento 
Muito mais engajamento
Que a gente jamais esquece

Peçamos em forma de prece
Dia e noite, noite e dia
A intercessão de Luzia
A Santa que obedece
Ela também nos conhece
Leva ao Pai e nos conduz
Pra bem perto de Jesus
Suplico meu salvador
Abençoa nosso Pastor
E proteja com sua luz


*(Henrique Tadeu Praxedes Dantas)
*Café partilhado pelos 23 anos de ministério sacerdotal de Padre Flávio Augusto
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Festa de Santa Clara 2017



É com intenso fervor, que a Comunidade do Santuário de Santa Clara, neste ANO NACIONAL MARIANO - definido pela CNBB - se propõe a refletir sobre as diferentes expressões da devoção mariana. Com certeza nossos pregadores convidados, mesmo com tempo limitado, com espírito missionário, desenvolverão o Tema apresentado.
A presença das várias comunidades da Igreja Particular de Mossoró é motivo de grande alegria para todos nós, vendo a unidade da Igreja.
SEJAM BEM-VINDOS!
Pe. Sátiro Cavalcanti Dantas e Comissão da Festa.
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01/08: Terça - CERIMONIAL DE ABERTURA:
19:00h: Procissão Luminosa – Saindo da Grutta da FUNSERN
19h30m: *Recepção da Imagem Peregrina
*Missa / Apresentação do Tema da Festa
20h30m - Hasteamento das Bandeiras.
Participação Especial: Banda Filarmônica Ivaldete Basílio da Costa – (Upanema/RN).
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02 A 10/08: NOVENÁRIO - HORÁRIO: 19h30m.
NOITE DA JUVENTUDE - 02/08: QUARTA-FEIRA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA APARECIDA: “Maria vem até nós e nos ensina a rezar.” (Lc 2, 22-35)
Homenagens: PARÓQUIA DE SÃO PAULO / CIAD / CEDUC / PJMP / Setor Juventude / Grupos de Jovens / Crismandos / Seminário Santa Teresinha / Jovens Aventureiros “Maria Alice Pinheiro” / Grupos de Escoteiros de Mossoró e Equipes de Nossa Senhora.
NOITE CARISMÁTICA - 03/08: QUINTA-FEIRA.
SUBTEMA: MÃE RAINHA – Maria: A esposa do Espírito Santo. (Lc 1, 39-56)
Homenagens: RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA-RCC / Comunidades Novas / Pastoral da Grutta / Casa de Missão Pe. Pio - Obra de Maria / Consagrados(as) da Igreja e Artistas mossoroenses.
NOITE DA FAMÍLIA - 04/08: SEXTA-FEIRA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DE LOURDES – Maria nos ensina a educar nossos filhos para Deus! (Lc 2, 41-52)
Homenagens: PARÓQUIA DE SANTA LUZIA / CEBÍ / Capela de São Vicente / Sociedade São Vicente de Paula / Colégio Diocesano Santa Luzia / Faculdade Diocesana de Mossoró / Encontro de Casais com Cristo-ECC e Pastoral Familiar.
NOITE FRANCISCANA - 05/08: SÁBADO.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DA IMACULADA CONCEIÇÃO – O “Sim” de Maria! (Lc 1, 26-38).
Homenagens: PARÓQUIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO / OFM / OFS / JUFRA / MINI-JUFRA / Mosteiro Fraternidade São Francisco de Assis / Família Franciscana / Colégio Sagrado Coração de Maria / Legião de Maria / Terço dos Homens e Apostolado Mãe Rainha.
06/08: DOMINGO - (MISSA/NOVENA – 17:00h)
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – Maria: Mãe e intercessora. (Mt. 17, 1-9)
Homenagens: PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA / Congregação das Filhas de Santa Clara / Benfeitores / Movimento Focolares e Oficinas de Oração e Vida.
*Visita da Imagem Peregrina de São Francisco - (Abolição III)
NOITE EDUCATIVA - 07/08: SEGUNDA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DAS DORES – Maria: Mulher em pé! (Jo 19, 25-30)
Homenagens: PARÓQUIA DE SÃO JOÃO BATISTA / FUNSERN / Escola Estadual Pe. Sátiro Cavalcanti Dantas / FM 105 / Creche Erondina Cavalcanti Dantas / PASCOM / 12ª DIREC / SEMECE / 6ª DRAE / Escolas e Creches.
NOITE DAS CRIANÇAS - 08/08: TERÇA-FEIRA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA MEDIANEIRA DE TODAS AS GRAÇAS – Maria, sempre presente! (At 1, 3-14)
Homenagens: PARÓQUIA DE SÃO MANOEL / MAC / Comunidades Vizinhas / Pastoral do Dízimo / Grupo Mulheres em Ação / Conselho Comunitário / Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado / Catequese e Pastoral da Criança.
NOITE DA MELHOR IDADE - 09/08: QUARTA-FEIRA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DO CARMO – O Silêncio de Maria! (Lc 2, 15-20).
Homenagens: PARÓQUIA DO MENINO JESUS DE PRAGA / ACREVI / Casa da Santíssima Trindade / Apostolado da Oração / Casa da Nossa Gente / Projetos Sociais da Diocese / Associações de Reciclagem - Coleta Seletiva / Pastoral da Pessoa Idosa / Clube da Melhor Idade “REVIVER” e 12º BPM.
NOITE DA FRATERNIDADE - 10/08: QUINTA-FEIRA.
SUBTEMA: NOSSA SENHORA DOS IMPOSSÍVEIS – Maria: Auxiliadora dos cristãos! (Ap 12, 1-17).
Homenagens: PARÓQUIA DE SÃO JOSÉ / PASCOM / Movimento Cursilho de Cristandade-MCC / Pastoral Carcerária / Fundação Potiguar / Equipes do PSF / Agentes de Saúde e Pastoral da Sobriedade.
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EVENTOS SOCIAIS:
Espaço Cultural Ana Vieira de Almeida - “LENÍ”
DE 01 A 11 DE AGOSTO
21:00h – CONVIVÊNCIA FRATERNA: Barracas / Bazar e Música ao Vivo:
*Participação de Artistas da Terra
04/08: Sexta-feira:
XV- Jantar de Santa Clara - Animação: Os Tremendões.
05/08: Sábado:
Tradicional Quermesse e Leilão de Santa Clara.
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PROGRAMAÇÃO RELIGIOSA E MISSAS:
MISSAS: Segunda - Terça - Quinta e Sábado: 08:00h / Quarta e Sexta: 06h30m
(Local: Capela do Mosteiro Fraternidade São Francisco de Assis)
DIARIAMENTE / 12:00h - MOMENTO CLARIANO - FM 105
*Apresentação: Pe. WÁLTER COLLINI / *Participação: IRMÃS CLARISSAS
05/08 – SÁBADO
05h30m – Ofício de Nossa Senhora - (Grutta de Santa Clara)
08:00h – MISSA DOS IDOSOS E ENFERMOS
15:00h – Reunião de Pais e Padrinhos – (Equipe de Preparação do Batismo)
06/08 – DOMINGO
*08h30m: Batizados / *12:00h: Romaria dos idosos - Abolição III - Terço “Mãe da Divina Providência” / *17:00h: Missa-Novena.
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ENCERRAMENTO:
11 de Agosto – SEXTA-FEIRA: DIA DE SANTA CLARA – (PADROEIRA DA TELEVISÃO)
*08:00h às 16:00h – Visitas ao Santuário: Indulgência Franciscana
*17:00h – PROCISSÃO PELAS RUAS DA COMUNIDADE
*18:00h – MISSA SOLENE – Presidente: Pe. DEMÉTRIO DE FREITAS JÚNIOR. (Ecônomo da Diocese de Mossoró e Homenageado da Festa/2017).
*19h30m – ARRIAMENTO DAS BANDEIRAS.
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Paróquia de Santa Luzia: catequese com inscrições abertas







A Pastoral da Catequese da Paróquia de Santa Luzia está com inscrições abertas para as turmas de 2017. 

. Para realizar as inscrições, os pais ou responsáveis devem procurar a secretaria da paróquia de segunda à sexta-feira, das 08h às 17h. As inscrições podem ser realizadas até o final do mês de julho. 

. Poderão se inscrever crianças de 6 a 8 anos (Pré-Catequese) e de 8 a 13 anos (Catequese).

. Os encontros estão previstos para começarem no mês de agosto.

☆ Locais e horários das aulas da Catequese:

• Área 1 - Centro Pastoral Monsenhor Humberto Brunning, próximo à biblioteca Municipal no centro. Sábados às 16h.

• Área 2 - Capela de Santa Luzia, ilha de Santa Luzia. Quartas às 18h.

• Área 3 - Centro Pastoral Santa Maria Gorete na Rua 6 de janeiro. Quintas em horário a confirmar.

"Eucaristia é Jesus, caminho, verdade e vida."


Fonte: Pascom da Paróquia de Santa Luzia
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Reflexão para o XV Domingo do Tempo Comum – Mateus 13,1-23 (ANO A)





Com a liturgia deste décimo quinto domingo do tempo comum, iniciamos a leitura do terceiro dos cinco discursos de Jesus no Evangelho segundo Mateus, o chamado “Discurso em Parábolas”. Nesse, o Reino dos céus é apresentado a partir de sete parábolas, ocupando praticamente todo o capítulo treze do Evangelho. A liturgia propõe a leitura desse capítulo por três domingos consecutivos. O texto proposto especificamente para esse domingo é Mt 13,1-23. Se trata de um texto bastante extenso, o qual contém a primeira parábola do discurso (vv. 1-9), as motivações do discurso em parábolas (vv. 10-17), e a explicação da parábola para os discípulos (vv. 18-23). Considerando a extensão do texto, não comentaremos versículo por versículo. Procuramos colher a mensagem geral do texto em seu conjunto.

Para uma compreensão mais adequada do texto, é necessário fazer uma pequena contextualização introdutória, sobretudo por se tratar de uma nova fase na vida e no ministério de Jesus com uma nova metodologia. Essa mudança faz parte da reação de Jesus às rejeições sofridas pela sua mensagem em algumas cidades da Galileia após o discurso missionário (cf. Mt 11 – 12). Tinha ficado nítido que nem todos tinham se interessado pelo anúncio da Boa Nova do Reino. Diante disso, Jesus apresenta o Reino e seus mistérios a partir de uma série de sete parábolas distribuídas ao longo do capítulo treze. Certamente, diante do aparente fracasso da missão de Jesus, seus discípulos lhe questionaram a respeito da eficácia e até mesmo da utilidade do seu anúncio: porque anunciar, se poucos escutam, e dos que escutam, poucos compreendem e acreditam? Porque o anúncio da Boa Nova do Reino não causa praticamente efeito algum? Vale a pena continuar?

Não temos dúvidas de que as parábolas do capítulo treze, e principalmente a de hoje, são tentativas de Jesus responder a questionamentos desse tipo. Daí a necessidade de apresentar uma série de parábolas que mostram a dinâmica do Reino dos céus, uma vez que por trás dos prováveis questionamentos dos discípulos estava também uma ideia distorcida de messianismo, já que o perfil de Jesus fugia dos padrões das expectativas mais convencionais do judaísmo da época: ao invés de um messias potente e guerreiro, Jesus se apresenta simples, manso e humilde de coração (cf. Mt 11,29). Ao invés de reconstruir o antigo reino de Davi, Ele propõe o Reino dos Céus. Com as parábolas, o Reino pode ser melhor compreendido pelos discípulos, desde que aceitem a condição de pequeninos (cf. Mt 11,25), essencial para conhecer a mensagem de Jesus. Além dos mistérios do Reino em si, as parábolas também ajudam a compreender a dinâmica de aceitação e rejeição, o que mais inquietava os discípulos naquele momento de crise vivido pelo grupo.

Assim, voltamos a nossa atenção diretamente para o texto: “Naquele dia, Jesus saiu de casa para sentar-se às margens do mar da Galiléia” (v. 1). Jesus já estava radicado em Cafarnaum, cidade localizada no lago da Galiléia, chamado de mar pelo evangelista por motivos teológicos. O mar evoca perigo e hostilidade, é onde habitavam as forças do mal, segundo a mentalidade da época. As margens do mar significam lugar de movimento, fluxo de pessoas, abertura, contato com o diferente e exposição aos perigos. Permanecer em casa é sinal de segurança, fechamento e comodismo. Mesmo em um contexto de hostilidades à pregação do anúncio do Reino, a comunidade cristã não pode fechar-se em si nem buscar seguranças. Pelo contrário, deve lançar-se, colocar-se em saída e ir às margens. Com essa atitude de sair de casa e ir às margens do mar, Jesus convida a Igreja de todos os tempos a ser uma Igreja em saída!

Se permanecesse em casa, somente os discípulos ouviriam a pregação de Jesus. Uma vez que saiu de casa, “uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé na praia. E disse muitas coisas em parábolas” (vv. 2-3). Para romper as bolhas e chegar às multidões é necessário colocar-se em saída e assumir os riscos de tal opção. Embora já tivesse contado várias parábolas (cf. Mt 7,24-27; 9,15; 12,43-45), essa é a primeira vez que o evangelista usa o termo mesmo “parábola” (em grego parabolh. – parabolê), cujo significado é pôr lado a lado, ou seja, fazer uma comparação. Ele vai, portanto, apresentar o Reino a partir de comparações com elementos do cotidiano das pessoas, o que não significa que, necessariamente, será melhor compreendido por isso, mas pelo menos instigará a reflexão.

A primeira das parábolas que compõe o discurso é aquela que o Evangelho de hoje nos apresenta: “o semeador saiu para semear” (v. 3b). Conforme vem descrito, esse semeador lança a semente em quatro tipos diferentes de terrenos: caminho, pedra, espinho e terra boa (vv. 4-8), sem distinção. Certamente há, aqui, uma grande discrepância com as práticas agrícolas modernas. Na antiga Palestina, a terra não era preparada com antecedência para a plantação. Jogava-se a semente na terra e só se começava a prepará-la quando as plantas nasciam e cresciam, a ponto de distinguir a planta boa da árvore daninha (cf. Parábola do joio e do trigo, Mt 13,24-30). Perder sementes jogadas em terrenos duvidosos era visto como natural. O importante era a confiança e a certeza de que em algum lugar, haveria de nascer, crescer e frutificar em abundância.

Mesmo tendo a multidão como auditório, o público alvo da parábola é o grupo dos discípulos de outrora e a comunidade cristã de todos os tempos. A comunidade anunciadora do Reino não pode escolher a quem anunciar, assim como o semeador não escolhe o terreno antes de lançar a semente. Diante dos fracassos recentes na missão evangelizadora de Jesus com os doze, a tendência nos discípulos era selecionar melhor os destinatários do anúncio e não perder mais tempo. Jesus está, com essa parábola, advertindo a Igreja de todos os tempos que na sua missão, estará mais presente o fracasso que o sucesso, afinal, de quatro tipos de terreno, somente em um a semente frutificou. A comunidade deve confiar na eficácia da Palavra, e ao mesmo tempo conscientizar-se das diversas oposições que essa recebe e que podem impedir o seu crescimento.

De uma coisa a comunidade não pode duvidar: a Palavra tem força transformadora incrível! Quando “cai em terra boa, é capaz de produzir à base de cem, sessenta e de trinta frutos por semente” (v. 8). Essa imagem exageradamente abundante dos frutos é importante: convencionalmente, o máximo que se esperava de um cacho (ou espiga) de trigo era trinta grãos. Aqui está uma demonstração da vida em plenitude que receberão aqueles que aderirem ao projeto do Reino. O que parecia ser muito (trinta frutos) passa a ser mínimo diante da beleza que é a vida de quem se deixou conduzir pelos frutos do Reino. A colheita surpreendente (cem frutos por semente) só é possível para quem confia na Palavra e se abre completamente aos valores do Reino. O que parecia muito fora da mentalidade nova proposta por Jesus, é o mínimo na dinâmica do Reino.

Após contar a primeira das sete parábolas, “os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: porque falas ao povo em parábolas?” (v. 10). A resposta de Jesus é bastante longa e enigmática (vv. 11-17), usando, inclusive, o profeta Isaías (cf. Is 6,9-10). Assim como havia níveis diferente de adesão à pregação de Jesus, também havia diferenças no modo de compreender a sua Palavra. Nem toda a multidão estava apta a compreender porque isso não é possível sem uma experiência autêntica com Ele. Não há conhecimento superficial de Jesus: ou se conhece profundamente ou não se conhece nada d’Ele!

A Palavra transforma, cria raízes no coração, por isso “aquele que tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem, será tirado até o pouco que tem” (v. 12). É claro que Jesus não está falando de bens ou riquezas, mas do conhecimento de si e dos mistérios do Reino. Quem o conhece superficialmente, na verdade não o conhece; quem o conhece verdadeiramente, o conhecerá ainda mais. No coração onde a Palavra apenas tocou sem criar raízes, ela logo desaparecerá. Mas, onde ela de fato frutificou, os frutos serão cada vez mais abundantes. O desejo de Jesus é que a Palavra seja acolhida por todos, mas a experiência estava mostrando que não era possível. Nem todos a acolhiam, uns faziam de conta, ou seja, ouviam, mas não se deixavam transformar por Ela. A apresentação do Reino em parábolas era um convite à reflexão: através das imagens usadas, as pessoas poderiam refletir com mais calma depois da pregação e, assim, decidir aderir ou não.

A explicação da parábola aos discípulos (vv. 18-23) é um acréscimo da comunidade mateana, como forma de manter a mensagem de Jesus sempre atualizada. Não basta recordar o que o Mestre falou, é necessário ler a realidade atual à luz da sua mensagem e aplicá-la. Nessa explicação, Mateus adverte sua comunidade e as comunidades de todos os tempos para a importância de saber lidar com as diferenças e a paciência no modo de anunciar e acolher a Palavra. Mais que descrever quatro categorias de pessoas, os quatro terrenos da parábola são advertências e indicações de que cada discípulo e discípula pode comportar em si as quatro situações de acolhida ou resistência à Palavra.

Estrada, pedra, espinhos e terra boa está no coração de um. Que isso não impeça a Igreja a sair constantemente de si mesma e lançar as sementes do Reino, a Palavra, em todas as circunstâncias! O importante é ter coragem de deixar a casa e assumir as margens sem medo!

Mossoró-RN, 16/07/2017, Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues




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Jovens da Diocese participam do Exalta Serra, em Martins/RN



Milhares de jovens estão sendo esperados, de 21 a 23 deste mês, para participar do Exalta Serra, na cidade de Martins/RN.
Segundo o vigário da Paróquia de Martins, Padre Netinho, o  evento surgiu como uma alternativa de animação jovem para o polo de Martins, mas tomou proporções inesperadas. “Hoje contamos com a participação e o entusiasmo de vários jovens, adultos, idosos e até crianças”, comenta entusiasmado o padre. Ele explica que este ano o Exalta Serra estará seguindo a temática Mariana, com o lema: “Eis aí a tua mãe”. A edição 2017 contará mais uma vez com a participação do Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana e animação da banda católica Anjos de Resgate.


            Programação

•Sexta-feira - 21- Cenáculo com Maria nas comunidades
•Sábado – 22 - Durante o dia, serão realizadas atividades com as caravanas. À noite, Santa Missa Mariana presidida pelo Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana. Logo após a missa, show com a grande atração Anjos de Resgate
•Domingo - 23- Exalta Kids pela manhã. À tarde, almoço social, com música ao vivo e às 15 horas teremos a concentração para o arrastão. Neste ano, o arrastão será conduzido pela banda Improviso de Cristo, e chegando ao Centro de Martins, show com a banda Divina Luz.







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Rádio Rural sorteia 300 reais para ouvintes




 A Rádio Rural, dentro da programação pelo seu aniversário de 54 anos, estará sorteando trezentos reais entre seus ouvintes. Para participar, basta procurar as urnas espalhadas nas paróquias de Mossoró ou na própria emissora e deixar seu nome e endereço. O prêmio em dinheiro será sorteado pelo diretor da Rádio Rural, padre Ricardo Rubens, no dia 11 de agosto, Dia de Santa Clara, às 9 horas, dentro do programa Bem Viver. Participe quantas vezes quiser e concorra a R$ 300,00. Mais informações pelo telefone 3314-1001.
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Arquidiocese de Natal realiza romaria dos Mártires


A comunidade de Cunhaú, no município de Canguaretama, acolhe, neste domingo, 16, a Romaria Arquidiocesana dos Mártires. Nesta data também são lembrados os 372 anos do morticínio de Cunhaú. A programação iniciará às 7h, com o 5º Mart Bike, saindo de Canguaretama para a capela de Nossa Senhora das Candeias, em Cunhaú; às 9h, no Santuário Chama de Amor, haverá momento de louvor e atendimento de confissões; às 10h, recitação do terço e missa; às 12h, bênção do Santíssimo Sacramento; às 15h, no campo dos Mártires, show com Padre Nunes, e, às 17h, missa solene, presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.
A romaria é em preparação para a canonização dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, padroeiros do Rio Grande do Norte. No dia 15 de outubro próximo, o Brasil vai ganhar seus primeiros santos mártires, com a canonização dos beatos André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, padres, e Mateus Moreira, leigo, juntamente com os seus 27 companheiros.
Martírio de Cunhaú
Os morticínios aconteceram no ano de 1645. O primeiro deles, no dia 16 de julho daquele ano, aconteceu nas terras do Cunhaú, no município de Canguaretama, na capela de Nossa Senhora das Candeias, durante a celebração de uma missa.
Segundo relatos históricos, o padre André de Soveral e outros 70 fiéis foram cruelmente mortos por mais de 200 soldados holandeses e índios potiguares. Por seguirem a religião católica, tiveram que pagar com a própria vida o preço da fé, por causa da intolerância calvinista dos invasores. De acordo com o padre José Pereira Neto, administrador paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em Canguaretama, e membro da comissão arquidiocesana dos mártires, a capela de Nossa Senhora das Candeias era uma paróquia, na época, tendo como pároco, o padre André. “O padre André era natural de São Vicente, em São Paulo. Por um tempo da sua vida foi jesuíta e já estava aqui como padre diocesano, pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Candeias. O engenho Cunhaú era o grande centro econômico do Estado e aqui se tinha essa estrutura religiosa”, conta.

SERVIÇO
Romaria Arquidiocesana dos Mártires
Data: 16 de julho
Local: Capela de Nossa Senhora das Candeias, em Cunhaú, município de Canguaretama
Fonte: Arquidiocese de Natal
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