Missas da Quarta-Feira de Cinzas em Tibau e Grossos-RN

Quarta-feira de Cinzas, começamos um novo caminho quaresmal, um caminho que se estende por quarenta dias e nos conduz à alegria da Páscoa do Senhor, à vitória da Vida sobre a morte.
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Missas da Quarta-Feira de Cinzas em Mossoró- RN




Paróquia São José – Matriz- 17h –
Paróquia Nossa Senhora de Fátima- Matriz- 19h
Paróquia Santa Luzia- Catedral- 19h
Paróquia São Paulo Apóstolo – Matriz-19h
Paróquia Menino Jesus- Matriz -18h30
Paróquia São Manoel – Matriz-19h30
Paróquia do Alto da Conceição – Matriz-19h
Paróquia de São João Batista- Matriz- 19h



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Dom Mariano Manzana encerra Ano da Vida Consagrada no Santuário de Santa Clara em Mossoró


Dom Mariano Manzana encerrou hoje, às 9h, no Santuário de Santa Clara, o Ano da Vida Consagrada. Missa presidida por Dom Mariano, concelebrada por Pe Sátiro Cavalcanti e participação das Irmãs Clarissas e Missionárias de Jesus Crucificado, Irmãs Ellen e Cristina e as Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição ( Colégio das Irmãs).

O Ano da Vida Consagrada foi iniciado pelo Papa Francisco em novembro de 2014, ocasião em que numa mensagem, o pontífice, apresentou o objetivo desse ano.
“Ao convocar este Ano da Vida Consagrada, cinquenta anos depois da promulgação do Decreto conciliar Perfectae caritatis sobre a renovação da vida religiosa, quis em primeiro lugar repropor à Igreja inteira a beleza e a preciosidade desta forma peculiar de sequela Christi, representada por todos vós que decidistes deixar tudo para imitar Cristo mais de perto mediante a profissão dos conselhos evangélicos”, diz a mensagem do Papa Francisco por ocasião da abertura do Ano da Vida Consagrada. O encerramento do Ano da Vida Consagrada acontece hoje, dia 02, em Roma, no encontro internacional com audiência com o Papa.
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Padre Glaudio Fernandes será apresentando como novo vigário paroquial na Paróquia Menino Jesus em Mossoró- RN.



A Paróquia Menino Jesus, bairro Santa Delmira, vai contar a partir de hoje, 01 de fevereiro, com dois sacerdotes. Logo mais a partir das 18h30, Padre João Alfredo e comunidade recepcionam Padre Glaudio Fernandes que será vigário paroquial. Todos são convidados.


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Paróquia de Apodi completa 250 anos de Evangelização e Fé



Criação: 3 de fevereiro de 1766
Padroeiros: Nossa Senhora da Conceição (8 de dezembro) e São João Batista (24 de junho)
Cidade-sede: Apodi- RN
Pároco: Padre Maciel Rodrigues da Silva
Capelas: 27
Comunidades: 06
Municípios que compreende: Felipe Guerra – RN; Severiano Melo – RN, Caraúbas - RN, Limoeiro do Norte – CE.

História
Antes da criação da paróquia de Apodi, o pastoreio espiritual sobre a grei apodiense era exercido pelos reverendos Sacerdotes da Paróquia de Pau dos Ferros, criada em 1766. Antes da criação da paróquia de Pau dos Ferros, a assistência espiritual era feita através das DESOBRIGAS. Esse era o nome dado ao trabalho missionário feito pelos padres visitadores, que consolidaram o processo interativo Igreja-povo. 
O pioneirismo do pastoreio espiritual em terras Apodienses atrela-se à figura eclesiástica do Padre PHILIPE BOUREL, que aportou nesse rincão no final do mês de Dezembro de 1699, tendo, juntamente com o Padre JOÃO GUINCEL instalado a Aldeia Jesuíta da Missão do Lago Pody, primeira denominação de Apodi, a 10 de Janeiro de 1700.
O primeiro templo católico edificado na pequena povoação apodiense fora construído no ano de 1740, objeto de intensos esforços empreendidos pelo incansável frade Capuchinho Frei Fidélis de Padavolis. Era uma pequena Capela de madeira e barro, na qual foi entronizada a imagem de São João Batista, que até os dias atuais compõe o Altar-Mor da Igreja-Matriz. 
A Paróquia foi criada por provisão de 03 de fevereiro de 1766, do Bispado de Olinda e Recife, por Dom Francisco Xavier Aranha, graças aos esforços do padre João da Cunha Paiva, primeiro vigário de Apodi. O português Antônio da Mota Ribeiro, primeiro procurador da Matriz de São João Batista do Apodi, também exerceu grande influência na criação da paróquia. Segundo os historiadores Manoel Antônio de Oliveira Coriolano e Nonato Mota, a atual Igreja-Matriz já se encontrava edificada quando foi criada a paróquia. 
A Paróquia de Apodi era detentora de vasta atuação territorial, com a sua jurisdição eclesiástica estendendo-se até a pancada do mar, ou seja, até onde hoje estão situadas as cidades de Tibau, Grossos e Areia Branca, tornando o trabalho cansativo para os Párocos que tinham que percorrer longas distâncias para realizarem os ritos sacerdotais - batizados e casamentos. 
A paróquia do Apodi foi desmembrada da Paróquia de Pau dos Ferros, e tem a particularidade de possuir dois padroeiros: São João Batista e Nossa Senhora da Conceição, cujas festas se realizam nos dias 24 de junho e 8 de dezembro, respectivamente.
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CNBB divulga nota sobre combate ao trabalho escravo



Da Redação, com CNBB
 

Nesta quinta-feira, 28, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, a Comissão para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz da CNBB divulgou uma nota direcionada a todos os que se empenham em combater essa chaga social. O texto encoraja esforços a fim de que o trabalho escravo seja erradicado.
“A exploração do ser humano no trabalho escravo é uma das piores violações aos direitos da pessoa humana, à sua dignidade, especialmente por negar-lhe o direito de trabalhar em condições que lhe sejam condizentes e de receber um salário justo. O trabalho é dimensão constitutiva do ser humano e não oportunidade para violar os seus direitos”, diz um trecho da nota.
Confira a íntegra o texto
DIA NACIONAL DE COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO
1. A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB se dirige, neste 28 de janeiro – Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo – a todas as pessoas e instituições que se empenham em eliminar este crime, para encorajá-las a continuar lutando até sua completa erradicação.
2. O dia 28 de janeiro é celebrado no Brasil como o dia “D” do combate ao trabalho escravo. A data lembra o assassinato de três auditores fiscais do trabalho e de seu motorista, ocorrido em 28 de janeiro de 2004, durante a fiscalização de grandes fazendas da região de Unaí (MG).
3. De 1995 até hoje mais de 50 mil pessoas já foram resgatadas do trabalho escravo pela fiscalização federal. O Brasil, como poucos outros países, tem uma definição legal, clara e atual do que é o trabalho em condição análoga à de escravo. Este se caracteriza pela imposição de jornada exaustiva, ou pela submissão a condições degradantes, ou pela prática da servidão por dívidas ou do trabalho forçado. A comunidade internacional, precisamente a OIT, reconhece e parabeniza o avanço da legislação brasileira neste campo.
4. Nos dias de hoje, ao continuar tratando a pessoa do trabalhador como se coisa fosse a pretexto de auferir mais lucro na sua exploração, a escravidão assume formas diversas, inclusive diferentes da antiga escravidão. Nossa economia deve se prezar acima de tudo pelo valor da dignidade humana, o que implica, entre outras coisas, em abolir a prática do trabalho escravo nas várias atividades onde já foi flagrada nos últimos 20 anos: na pecuária, nas lavouras, no desmatamento, na construção civil, na confecção, nas carvoarias, nos serviços hoteleiros, nos barcos ou nos serviços domésticos.
5. Os trabalhadores e as trabalhadoras em situação de migração são as principais vítimas do trabalho escravo. Entre estes, os estrangeiros, imigrantes em nosso país, são os que estão ainda mais expostos à exploração, devido à sua específica situação de vulnerabilidade e por necessitarem com urgência prover o próprio sustento e o da família. Evidencia-se, pois, a importância de tratar os imigrantes e refugiados com respeito e oferecer-lhes condições dignas de trabalho. O mesmo vale para todos os migrantes.
6. A exploração do ser humano no trabalho escravo é uma das piores violações aos direitos da pessoa humana, à sua dignidade, especialmente por negar-lhe o direito de trabalhar em condições que lhe sejam condizentes e de receber um salário justo. O trabalho é dimensão constitutiva do ser humano e não oportunidade para violar os seus direitos.
7. Lembramos o compromisso do Estado brasileiro, firmado em diplomas nacionais e internacionais, de continuar adotando medidas que inibam a prática do trabalho escravo, tanto na área Legislativa, como no executivo e no Judiciário. Nenhum retrocesso será justificável nem pode ser tolerado. Igualmente, reitera-se o apelo para que se esmere na proteção e defesa dos que lutam pelo fim do trabalho escravo, sejam funcionários públicos, sejam membros da sociedade civil. Também é preciso redobrar a atenção e buscar a adoção de políticas públicas que garantam a inserção decente das pessoas libertadas do trabalho escravo bem como daquelas em situação de risco.
8. Fazemos nossas as palavras do Papa Francisco por ocasião do Dia Mundial da Paz: “lanço um veemente apelo a todos os homens e mulheres de boa vontade e a quantos, mesmo nos mais altos níveis das instituições, são testemunhas, de perto ou de longe, do flagelo da escravidão contemporânea, para que não se tornem cúmplices deste mal, não afastem o olhar à vista dos sofrimentos de seus irmãos e irmãs em humanidade, privados de liberdade e dignidade, mas tenham a coragem de tocar a carne sofredora de Cristo, o Qual Se torna visível através dos rostos inumeráveis daqueles a quem Ele mesmo chama os «meus irmãos mais pequeninos» (Mt 25, 40.45)”.
Que a Mãe Aparecida seja sempre nossa companheira de caminhada e nos ajude a construir um mundo de irmãos e irmãs, livre de todas as formas de escravidão e exclusão.
Fraternalmente,
Dom Guilherme Werlang
Bispo de Ipameri – GO
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
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