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Missa em memória à Beata Lindalva Justo de Oliveira será celebrada em Assu- RN

 



A Diocese de Mossoró faz memória à Beata Lindalva Justo de Oliveira, assassinada no dia 09 de abril de 1992, no Abrigo Dom Pedro II, em Salvador- BA. Para marcar a data, será celebrada Missa às 18h, na Matriz da Paróquia Beata Lindalva e São Cristovão, em Assu- RN.
Irmã Lindalva foi morta pelo interno do Abrigo, Augusto da Silva Peixoto, com 44 facadas, no dia 09 de abril, uma Sexta-Feira Santa. Ela resistiu ao assédio de Augusto, o que motivou o crime. Ele foi condenado e cumpriu dez anos de pena em um manicômio penitenciário, em Salvador- BA.

Uma história de amor e entrega ao serviço de Deus

A Beata Lindalva Justo de Oliveira, nascida em 20 de outubro de 1953, no povoado Sítio da Areia, no Rio Grande do Norte, no município de Assu. Lindalva foi a sexta filha de uma família formada por 14 irmãos e, ainda jovem, recebeu dos pais os ensinamentos da doutrina e da fé cristã. Com o pai, João Justo da Fé, Lindalva estudava as Sagradas Escrituras e participava da Santa Missa.  Com a mãe, Maria Lúcia da Fé, aprendeu a cuidar de crianças, ajudar os pobres e realizar as tarefas da casa, sem deixar de lado os estudos.

O amor aos pobres e sua dedicação pela Igreja sempre foram notados por aqueles que conviviam com a jovem. Lindalva foi batizada em 7 de janeiro de 1954 e recebeu a Primeira Eucaristia aos 12 anos. Ao finalizar o Ensino Fundamental, Lindalva trabalhou como babá e, em 1971, mudou-se para Natal, no Rio Grande do Norte, para morar com a família de um de seus irmãos.

Vida Religiosa

Na adolescência, Lindalva participava de atividades na Igreja, mas ainda não havia decidido pela Vida Religiosa, que foi despertada quando ela ainda morava em Natal, através do convite de uma amiga chamada Conceição. “Lindalva não conhecia as Filhas da Caridade. Eu participava dos encontros abertos, e a Irmã que me acompanhava pediu para que quem participasse do encontro convidasse uma jovem para ir ao próximo. Disse à Irmã que não tinha certeza se a jovem que eu conhecia queria, mas ela me disse: ‘convide assim mesmo’”, relatou a amiga, Irmã Maria Conceição.

 

“Eu disse: Lindalva, vai ter o encontro vocacional, um encontro de jovens lá no Dom Marcolino. Se você quiser ir, passa lá em casa e iremos juntas. E assim foi. A primeira apresentação dela às Filhas da Caridade aconteceu em um domingo pela manhã, quando ela foi apresentada à Irmã Djanira. Ela passou a ficar muito entusiasmada em participar dos encontros, passava lá em casa e íamos juntas para a Missa, depois, íamos visitar o abrigo Jovino Barreto”, concluiu.

Irmã Lindalva foi admitida à Congregação no dia 16 de julho de 1989, em uma Missa celebrada por Dom Hélder Câmara. Um mês depois, ela escreveu uma carta para a amiga Conceição com as seguintes palavras: “Eu estou muito feliz, é como se eu tivesse sempre morado aqui; O meu destino está nas mãos de Deus, mas desejo de todo coração servir sempre com humildade, no amor de Cristo”. Após concluir a segunda etapa do postulado, ingressou no noviciado.

A conclusão do Noviciado foi em 26 de janeiro de 1991. Como de costume, ao término deste período, as Irmãs são enviadas para missão: Irmã Lindalva foi enviada para o abrigo Dom Pedro II, em Salvador, na Bahia, onde assumiu o ofício de coordenadora do pavilhão de idosos.

Martírio e Beatificação

No Dom Pedro II, em Salvador (BA), a Irmã cuidava dos idosos com muito amor, dedicação e alegria, sempre cantando e rezando o Terço com eles. Suas ações de caridade não se restringiam apenas ao abrigo, ela também participou do Movimento Voluntárias da Caridade, do núcleo da Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem, onde visitava idosos e doentes nas periferias.

Em janeiro de 1993, uma recomendação política permitiu que Augusto da Silva Peixoto, aos 46 anos, conseguisse ter comida e moradia no abrigo, no qual era necessário ter uma declaração de abandono, por parte da assistência social, e uma idade mínima de 66 anos. Augusto se apaixonou pela Irmã Lindalva, que sempre deixou claro que não poderia corresponder aos sentimentos dele. Mesmo assim, os assédios prosseguiram.

“Prefiro que meu sangue se derrame, do que ir embora”, respondeu Irmã Lindalva, quando lhe perguntaram por que não deixava o abrigo.  A Irmã procurou a diretora do setor social e pediu que chamasse atenção do homem, mas, sem contar sobre suas indiretas indecentes, apenas sobre seus comportamentos inadequados em relação às regras do abrigo, acreditando que isso seria suficiente para fazê-lo parar. Mas, ao contrário do que era esperado, só fez aumentar o ressentimento dele, por não ser correspondido.

O martírio aconteceu no dia 9 de abril de 1993. Era Sexta-feira Santa, e a Irmã havia participado da Via Sacra, que teve início às 4h30. Em seguida, voltou ao abrigo para servir o café aos idosos. Quando estava atrás do balcão onde ficavam os alimentos, foi surpreendida com um toque nas costas. Ao virar, recebeu uma facada mortal na clavícula esquerda. Mesmo caída, continuou tendo o seu corpo perfurado por Augusto. Foram 44 perfurações. O assassino permaneceu no local esperando que a polícia chegasse, e, em depoimento, declarou que havia cometido o crime porque a Irmã Lindalva nunca cedeu aos seus desejos.

No dia 2 de dezembro de 2007, a Irmã Lindalva foi beatificada em cerimônia presidida pelo então Arcebispo de Salvador, Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo – atualmente Arcebispo Emérito -, no estádio do Barradão. Mais de 25 mil fiéis participaram deste importante momento, além dos irmãos e da mãe da bem-aventurada, na época com 85 anos de vida. Por conta do martírio, não foi necessária a comprovação dos três milagres para que se tornasse beata, por isso, o processo foi considerado um dos mais rápidos da história. Mas, para a canonização, é necessária a comprovação de um milagre que tenha acontecido após a beatificação. No caso da beata Lindalva, já existe um episódio sendo analisado pelo Vaticano. O dia da Beata Lindalva é comemorado em 7 de janeiro, data em que foi batizada.


Edição do jornal A Luz de maio 2021

 










Continuam abertas as inscrições ao Mutirão de Comunicação 2021

 



O Mutirão de Comunicação 2021 é o maior encontro de comunicação eclesial do país. Devido às restrições impostas pela pandemia e as orientações das autoridades sanitárias, visando a segurança dos comunicadores, ele será 100% on-line e gratuito. As inscrições para o novo formato estão abertas.

Comunicadores das mais diversas esferas – jornalistas, publicitários, relações públicas, agentes de pastoral, professores e estudantes, pesquisadores, profissionais de comunicação – poderão participar gratuitamente de grandes conferências e aprofundamentos do tema central.

Os eventos específicos previstos para acontecer juntamente com o Mutirão – 7º Encontro Nacional da Pastoral da Comunicação, 2º Congresso da Signis Brasil, 3º Congresso de Rádios Católicas e 10º Encontro de Jornalistas das Assessorias de Comunicação na Igreja – se darão posteriormente, organizados pelos próprios grupos.

Padre Tiago Sibula, coordenador geral do evento e assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação  da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ressalta que, “mesmo diante de tantos desafios a serem superados, desejamos que o Mutirão seja uma oportunidade de reflexão e formação para todos os comunicadores católicos”.

Programação

A programação terá início na sexta-feira, dia 23 de julho, às 16h45, com previsão de encerramento às 21h. No sábado, dia 24, o Mutirão se estende de 8h30 às 18h. Além das palestras, estão previstos momentos de espiritualidade, lançamentos de livros, tecnologias de comunicação e apresentações culturais. Durante todo o evento haverá interação com os participantes.

Inscrições efetuadas e reembolsos
Os comunicadores que já haviam realizado sua inscrição, permanecerão inscritos e serão reembolsados integralmente. As devoluções serão realizadas mediante depósito bancário e/ou estorno no cartão de crédito. Para solicitar o seu reembolso, basta acessar aqui o formulário. Dúvidas e esclarecimentos, poderão ser atendidas pelo e-mail contato@muticom.com.br ou pelo whatsapp (41) 9568-8286.

Fonte- CNBB


Mensagem de Páscoa




A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta quinta-feira, 25 de março, dia da Anunciação do Senhor, uma mensagem de Páscoa. Após a reunião do Conselho Permanente, reunido virtualmente nos dias 24 e 25 de março, os bispos motivam a vivência da Semana Santa com os cuidados com a vida e desejam que “Cristo Ressuscitado, bálsamo da vitória da vida sobre a morte, seja perseverança em nosso caminhar”.

“Vamos vivenciar a Semana Santa, seguindo os passos de nosso Mestre e Salvador, atentos aos limites das circunstâncias locais, impostos pela pandemia da COVID-19, cuidando da vida de cada irmão e irmã, dom inviolável, como Igreja que celebra, anuncia, ora em família, acolhe e consola”, afirmam os bispos na mensagem.

Confira o texto na íntegra:

“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós “ (Jo 1,14)

Hoje, nosso caminho quaresmal é iluminado pela festa da Anunciação do Senhor, a encarnação do Verbo, início de nossa salvação.

Nesta oportunidade, ao concluir a reunião do Conselho Permanente da CNBB, congregando os bispos da Presidência, presidentes e representantes de Conselhos Episcopais Regionais, presidentes de Organismos do Povo de Deus e assessores, compartilhamos nossa mensagem Pascal.

Vamos vivenciar a Semana Santa, seguindo os passos de nosso Mestre e Salvador, atentos aos limites das circunstâncias locais, impostos pela pandemia da COVID-19, cuidando da vida de cada irmão e irmã, dom inviolável, como Igreja que celebra, anuncia, ora em família, acolhe e consola.

Inspire-nos a palavra do apóstolo Paulo: “Nosso cordeiro pascal, Cristo, foi imolado. Assim, celebremos a festa, não com o velho fermento nem com o fermento da maldade ou da iniquidade, mas com os pães ázimos da sinceridade e da verdade” (1Cor 5, 7b-8).

A presença amorosa de Cristo Ressuscitado nos ilumine e, em diálogo e solidariedade, possamos contribuir para que o conjunto da sociedade civil, cuidando especialmente dos pobres, enfermos e vulneráveis, vença a pandemia, na esperança de um tempo novo ao sabor do Evangelho.

Cristo Ressuscitado, bálsamo da vitória da vida sobre a morte, seja perseverança em nosso caminhar, especial sustento para os profissionais e servidores da saúde, consolação para os enlutados e feridos no coração.

Feliz e Santa Páscoa!

Brasília, 25 de março de 2021

Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte, MG
Presidente

Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre, RS
1º Vice-Presidente

Mário Antônio da Silva
Bispo de Roraima, RR
2º Vice-Presidente

Joel Portella Amado
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, RJ
Secretário-Geral

O Papa: neste Calvário de morte, Jesus sofre nos seus discípulos

 



"Já imersos na atmosfera espiritual da Semana Santa, estamos na vigília do Tríduo pascal. De amanhã até domingo, viveremos os dias centrais do Ano" litúrgico, celebrando o mistério da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor. Vivemos este mistério todas as vezes que celebramos a Eucaristia. Quando vamos à missa, vamos não apenas para rezar, mas para renovar este mistério. É como se fôssemos ao Calvário para renovar o mistério pascal", disse o Pontífice no início de sua catequese.

Testamento do seu amor na Eucaristia

A seguir, o Papa recordou que "na noite de Quinta-feira Santa, ao entrarmos no Tríduo pascal, reviveremos na Missa in Coena Domini o que aconteceu na Última Ceia. É a noite em que Cristo entregou aos seus discípulos o testamento do seu amor na Eucaristia, não como uma lembrança, mas como um memorial, como a sua presença perene. É a noite em que Ele nos pede para nos amarmos uns aos outros, tornando-nos servos uns dos outros, como fez ao lavar os pés dos discípulos. É um gesto que antecipa a cruenta oblação na cruz".

Recordar todos descartados deste mundo

"A Sexta-feira Santa é um dia de penitência, jejum e oração", recordou o Papa. "Através dos textos da Sagrada Escritura e das orações litúrgicas, estaremos como que reunidos no Calvário para celebrar a Paixão e a Morte Redentora de Jesus Cristo. Teremos na mente e no coração o sofrimento dos doentes, dos pobres, dos descartados deste mundo; recordaremos os “cordeiros imolados”, vítimas inocentes de guerras, ditaduras, violência diária, abortos. Levaremos diante da imagem do Deus crucificado, em oração, os muitos, demasiados crucificados de hoje, que só d'Ele podem receber o conforto e o significado do seu sofrimento. Hoje, existem muitos! Não se esqueçam dos crucificados de hoje que são a imagem do crucificado, Jesus. Neles está Jesus", disse ainda Francisco, acrescentando:

Desde que Jesus tomou sobre si as chagas da humanidade e da própria morte, o amor de Deus irrigou estes nossos desertos, iluminou estas nossas trevas. Porque o mundo está nas trevas! Recordemos todas as guerras em andamento neste momento. De todas as crianças que morrem de fome, das crianças que não têm escola, de povos inteiros destruídos pela guerra, pelo terrorismo, de muitas pessoas que para se sentirem melhor precisam da droga, da indústria da droga que mata. É uma calamidade! É um deserto! Existem pequenas ilhas do povo de Deus, tanto cristão quanto de qualquer outra fé, que guardam no coração o desejo de serem melhores. Mas, vejamos a realidade: neste Calvário de morte, é Jesus que sofre nos seus discípulos.


Pagos para não reconhecerem a ressurreição de Cristo

A seguir, o Papa recordou que "o Sábado Santo é o dia do silêncio: há um grande silêncio em toda a Terra; um silêncio, vivido no pranto e na perplexidade dos primeiros discípulos, perturbados com a morte ignominiosa de Jesus. Enquanto o Verbo está em silêncio, enquanto a Vida está no túmulo, aqueles que tinham esperança n'Ele são postos à prova, sentem-se órfãos, talvez até órfãos de Deus. Este sábado é inclusive o dia de Maria: também ela o vive em lágrimas, mas o seu coração está cheio de fé, cheio de esperança, cheio de amor".

"Na escuridão do Sábado santo, irromperão a alegria e a luz com os ritos da Vigília pascal e o canto jubiloso do Aleluia", frisou o Papa. "Será um encontro de fé com o Cristo ressuscitado, e a alegria pascal continuará ao longo dos cinquenta dias que se seguirão. Aquele que foi crucificado, ressuscitou! O Ressuscitado nos dá a certeza de que o bem triunfa sempre sobre o mal, que a vida vence sempre a morte. O Ressuscitado é a confirmação de que Jesus tem razão em tudo: em prometer-nos vida para além da morte e perdão para além dos pecados. Os discípulos duvidaram, não acreditaram. A primeira a crer e a ver foi Maria Madalena, ela foi a apóstola da ressurreição. Ela foi contar que Jesus a tinha visto, que a tinha chamado pelo nome. E então, todos os discípulos viram." A seguir, o Papa disse:

Mas, eu gostaria de me deter nisto: os guardas, os soldados, que estavam no sepulcro para não deixar que os discípulos viessem e levassem o corpo, o viram: eles o viram vivo e ressuscitado. Os inimigos o viram, mas fingiram que não o tinham visto. Por que? Porque foram pagos. Eis o mistério, eis o verdadeiro mistério do que Jesus disse uma vez: “Há dois senhores no mundo, dois, não mais que dois: Deus e o dinheiro. Quem serve ao dinheiro é contra Deus”. Aqui foi o dinheiro que mudou a realidade. Eles viram a maravilha da ressurreição, mas foram pagos para ficar em silêncio.

Francisco convidou a pensar "nas muitas vezes que homens e mulheres cristãos foram pagos para não reconhecerem na prática a ressurreição de Cristo e não fazem o que Cristo nos pediu para fazer, como cristãos".

A Cruz de Cristo é o sinal de esperança que não desilude

O Papa concluiu sua catequese com as seguintes palavras:

Estimados irmãos e irmãs, também este ano viveremos as celebrações da Páscoa no contexto da pandemia. Em tantas situações de sofrimento, especialmente quando quem as padece são indivíduos, famílias e povos já provados pela pobreza, calamidade ou conflito, a Cruz de Cristo é como um farol que aponta o porto para os navios ainda a flutuar num mar tempestuoso. A Cruz de Cristo é o sinal de esperança que não desilude; e nos diz que nem uma lágrima, nem sequer um gemido, são perdidos no desígnio de salvação de Deus. Peçamos ao Senhor que nos dê a graça de servir, de reconhecer esse Senhor e de não nos deixar pagar para esquecê-lo.

Fonte- Vaticannews


Semana Santa 2021 será aberta com distribuição de ramos nas unidades de saúde em Mossoró

 



As celebrações da Semana Santa 2021 começam com o Domingo de Ramos, no próximo dia 28. Mais um ano diferente em virtude do agravamento da pandemia no país, mas sempre  Semana Santa. Os fiéis católicos podem acompanhar a programação das paróquias pelos meios de comunicação, sem sair de suas casas. Dentro das igrejas, as celebrações reunirão o mínimo de pessoas possível – apenas as equipes de liturgia e de comunicação (para o serviço no altar e para as transmissões ao vivo, respectivamente). Todos os protocolos de segurança sanitária estarão  sendo cumpridos.


Na Paróquia de Santa Luzia, em Mossoró, a Procissão de Ramos, que abre a programação da Semana Santa, neste domingo, será realizada após a missa das 11h e de forma bem diferente, quando o Bispo Diocesano Dom Mariano Manzana e o Pároco da Catedral Padre Flávio Augusto Forte Melo estarão levando os “ramos abençoados na missa” aos hospitais e unidades de saúde que são referências no tratamento da Covid-19 na cidade. São eles UPA São Manoel, UPA Belo Horizonte, Hospital São Luiz, Hospital Tarcísio Maia, Hospital da Hapvida, UPA Santo Antônio, Hospital Rafael Fernandes, Hospital Almeida Castro, Hospital Wilson Rosado. “A ideia é que Dom Mariano entregue a cada representante da instituição um ramo santo e possa dar uma bênção no lado externo da unidade. Queremos reforçar com os ramos o agradecimento aos profissionais de saúde e rezar pela saúde dos enfermos. Além disso, os ramos são um sinal, por excelência, da renovação da fé em Deus. Eles são creditados como sendo um símbolo da vida, proteção e ressurreição de Jesus Cristo”, comenta Padre Flávio Augusto, que explica que as folhas de palmeira, as mais utilizadas nessa celebração, simbolizam a humildade e proteção de Deus para com seus filhos.

Por esse motivo, é costume que após a missa, em tempos normais, sem pandemia, os fiéis levem seus ramos para casa e os pendure em algum lugar visível como sinal de que naquele lar habita uma família que considera Jesus o Rei e Salvador. Ademais, muitas pessoas consideram os ramos símbolos de proteção para as casas. "Acreditamos que será um momento forte e de demonstração de união, gratidão e de muita oração", reforça Padre Flávio e pede para que todos possam levar muito a sério as instruções da ciência e a campanha de vacinação, que todos possam ter o direito de ser imunizado e respeitem o distanciamento social, fazendo de suas casas a sua igreja doméstica.  

A Missa da Ceia do Senhor, que acontece na Quinta-Feira Santa, acontecerá sem o momento do Lava-pés. Na Sexta-feira Santa, haverá a celebração da Paixão e Morte do Senhor. Não será realizada a Procissão do Senhor Morto, mas haverá uma oração especial pelos doentes, pelos mortos e por aqueles que sofreram alguma perda nesta pandemia. No Sábado de Aleluia, não será permitida a Procissão da Luz após a bênção do fogo e não haverá a Liturgia Batismal (Batismo) nesta celebração.

A Missa dos Santos Óleos, que reúne todo o clero na Catedral para renovação dos votos sacerdotais, acontecerá apenas com um padre representando cada zonal da Diocese. Dom  Mariano acredita que os fiéis católicos participarão de suas casas como se estivessem dentro da Catedral, com respeito, amor e  muita fé. 
 

Programação da Semana Santa online na Catedral de Santa Luzia:
 
Domingo de Ramos, 28/03: 11h - Após a Missa o Bispo Dom Mariano levará ramos para os hospitais e unidades que tratam pacientes com Covid-19 em Mossoró)

Segunda, terça e quarta-feira, 29,30 e 31/03:  17h - Celebração Eucarística

Quinta-Feira Santa, 01/04: 8h30 - Missa do Crisma e às 19h Santa Ceia do Senhor (sem o momento de Lava-pés)

Sexta-feira da Paixão, 02/04: 16h - Celebração da Paixão e Morte do Senhor

Sábado de Aleluia, 03/04: 19h (sem Procissão da Luz e Liturgia Batismal)

Domingo de Páscoa, 04/04:  11h - Celebração Eucarística

Paróquia de Santa Luzia divulga programação da Semana Santa 2021

 


DIOCESE DE SANTA LUZIA DE MOSSORÓ

PARÓQUIA DE SANTA LUZIA

 

SEMANA SANTA 2021 – PROGRAMAÇÃO

 

“O drama que estamos a atravessar impele-nos a levar a sério o que é sério, a não nos perdermos em coisas de pouco valor; a redescobrir que a vida não serve, se não se serve. Porque a vida mede-se pelo amor. Então, nestes dias da Semana Santa, em casa, permaneçamos diante do Crucificado, medida do amor de Deus por nós. Diante de Deus, que nos serve até dar a vida, peçamos a graça de viver para servir. Procuremos contactar quem sofre, quem está sozinho e necessitado. Não pensemos só naquilo que nos falta, mas no bem que podemos fazer.

Eis o meu servo que Eu sustento. O Pai, que sustentou Jesus na Paixão, anima-nos, também a nós, no serviço. É certo que amar, rezar, perdoar, cuidar dos outros, tanto em família como na sociedade, pode custar; pode parecer uma via-sacra. Mas a senda do serviço é o caminho vencedor, que nos salvou e salva a vida. (...) Queridos amigos, olhai para os verdadeiros heróis que vêm à luz nestes dias: não são aqueles que têm fama, dinheiro e sucesso, mas aqueles que se oferecem para servir os outros. Senti-vos chamados a arriscar a vida. Não tenhais medo de a gastar por Deus e pelos outros! Lucrareis… Porque a vida é um dom que se recebe doando-se. E porque a maior alegria é dizer sim ao amor, sem se nem mas... Como fez Jesus por nós”.

 

- Homilia do Papa Francisco, na Eucaristia do Domingo de Ramos de 2020.

 

 

DOMINGO DE RAMOS (28/03)

 

Ø Sentido da Celebração

 

Após a caminhada quaresmal de preparação espiritual, através das práticas do jejum, da oração e da caridade, é chegado o momento de vivenciar a celebração dos mistérios da paixão, morte e ressureição do Senhor Jesus Cristo, que se dará ao longo da Semana Santa. É no Domingo de Ramos, que abre-se a Semana Santa.

Neste Domingo, fundem-se dois aspectos essenciais: a entrada de Jesus em Jerusalém e sua Paixão. Com os ramos nas mãos proclamamos que Jesus é o Messias, o Ungido, com palmas de vitórias damos testemunho do seu triunfo de vitória e manifestando a nossa alegria, aclamando: “Hosana ao Filho de Davi. Bendito o que vem em nome do Senhor”.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Domingo, 28/03 ás 11hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

1ª leitura: Is 50, 4-7.

Salmo Responsorial: Sl 21(22), 8-9.17-18ª.19-20.23-24(R. 2a)

2ª leitura: Fl 2, 6-11.

Evangelho: Mc 14, 1-15, 47.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Adornar algum canto da sua casa com ramos, que são o símbolo deste dia. De preferência, coloque-os na porta do seu lar, para representar a entrada de Jesus na sua casa (e na sua vida) neste tempo.

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São Marcos 11, 1-10.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

SEGUNDA-FEIRA SANTA (29/03)

 

Ø Sentido da Celebração

 

É o segundo dia da Semana Santa, seguinte ao Domingo de Ramos, no qual se recorda a prisão de Jesus Cristo. Compassivo e manso, o servo de Deus não esmorece nem se deixa abater pelos obstáculos da vida, pois foi ungido para resistir a qualquer dificuldade.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Segunda-feira, 29/03, ás 17hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

 

1ª leitura: Is 42, 1-7.

Salmo Responsorial: Sl 26(27), 1.2.3.13-14 (R. 1a)

Evangelho: Jo 12, 1-11.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São João 12, 1-11.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

 

TERÇA-FEIRA SANTA (30/03)

 

Ø Sentido da Celebração

 

É o terceiro dia da Semana Santa, onde são celebradas as sete dores de Nossa Senhora Virgem Maria. É muito comum também por ser o dia da memória do encontro de Jesus e Maria no caminho do Calvário. Somos luz no caminho das pessoas à medida que nos mantemos fieis ao amor de Deus; podemos nos tornar trevas quando negamos ou traímos seu amor que nos chama a vida.

 

Ø Horário de transmissão da celebração Eucarística

 

Terça-feira, 30/03, ás 17hs.

 

Ø Horário de transmissão da celebração da Misericórdia

 

Terça-feira, 30/03, ás 19hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

 

1ª leitura: Is 49, 1-6.

Salmo Responsorial: Sl 70(71), 1-2.3.4ª.5-6ab.15.17 (R. 15).

Evangelho: Jo 13, 21-33.36-38.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Meditar as sete dores de Maria.

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São João 13, 21-38.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

 

QUARTA-FEIRA SANTA (31/03)

 

Ø Sentido da Celebração

 

É quarto dia da Semana Santa. Alguns costumam celebrar o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da morte de Jesus. O Servo Fiel não foge ao sofrimento, nem desanima diante da perseguição e das decepções, mas se mantém confiante em Deus e firma na missão assumida.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Quarta-feira, 31/03, ás 17hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

 

1ª leitura: Is 50, 4-9a.

Salmo Responsorial: Sl 68(69), 8-10.21bcd-22.31 e 33-34 (R. 14cb).

Evangelho: Mt 26, 14 – 25.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São Mateus 26, 14-25.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

 

QUINTA-FEIRA SANTA (01/04) – MISSA DO CRISMA

 

 

Ø Sentido da Celebração

 

É o quinto dia da Semana Santa e na manhã deste dia, nas catedrais das dioceses, o bispo se reúne com o seu clero para celebrar a Celebração do Crisma, na qual são abençoados os santos óleos que serão usados na administração dos sacramentos do batismo, da ordem, do crisma e da unção dos enfermos. Com essa celebração se encerra a quaresma. Esta celebração, também é chamada de “Missa da Unidade”, onde todo o presbitério da diocese é convidado a renovar as promessas sacerdotais diante do bispo e da Igreja.

 

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Quinta-feira, 01/04, ás 08:30hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

1ª leitura: Is 61, 1-3ª.6ª.8b-9

Salmo Responsorial: Sl 88(89), 21-22.25.27 (R. 2a)

2ª leitura: Ap 1, 5-8.

Evangelho: Lc 4, 16-21.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Rezar de modo especial pelo bispo, pelo clero e pela comunhão de toda a Igreja.

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São Marcos 11, 1-10.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

 

QUINTA-FEIRA SANTA (01/04) – MISSA DA CEIA DO SENHOR

 

 

Ø Sentido da Celebração

 

 

Nesta celebração se dá o início do Tríduo Pascal, uma única celebração que se estende ao longo de três dias, culminado com a solene celebração da Vigília Pascal, onde se é meditado, vivido e celebrado os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus.

A celebração da Ceia do Senhor, na noite da quinta-feira, recorda a última ceia em que o Senhor Jesus, na noite em que ia ser traído, tendo amado até o extremo os seus, ofereceu ao Pai, o seu corpo e o seu sangue, sob as espécies do Pão e do Vinho e dê-os aos apóstolos como alimento.

O cordeiro pascal a partir dessa ceia é Ele próprio, que se oferece num voluntário sacrifício de expiação, de louvor e de agradecimento ao pai, mareando assim, a definitiva aliança de Deus com a humanidade, redimida do poder do maligno e da morte. Em palavras gerais, neste dia se celebra a instituição da Eucaristia, do Sacerdócio e do Mandamento do amor.

Extraordinariamente, neste ano, devido a pandemia do Corona Vírus, será omitido o rito do lava-pés, cujo a simbologia do rito significa o serviço e a caridade de Cristo que veio “não para ser servido, mas para servir” (Mt 20,8).

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Quinta-feira, 01/04, ás 19:00hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

1ª leitura: Ex 12, 1-8.11-14

Salmo Responsorial: Sl 115(116B), 12-13.15-16bc.17-18 (R. 1 Cor 10,16)

2ª leitura: 1 Cor 11, 23-26

Evangelho: Jo 13, 1-15

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Montar um pequeno ambiente ou altar com jarra e bacia com água, para lembrar o Lava-pés, e com Pão e Vinho, para lembrar a instituição da Eucaristia.

ü Se parecer oportuno e seguro, separe um recipiente com água, e antes ou depois de alguma refeição feita em família, lave os pés dos seus familiares, em espírito de oração e de profunda compaixão.

ü Aproveite o momento para exercitar o perdão e reconcilie-se com aqueles que ainda estão distantes de você por eventuais mágoas passadas/situações mal resolvidas.

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São João 13, 1-15.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

SEXTA-FEIRA SANTA (02/04) – CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO

 

Ø Sentido da Celebração

 

A Sexta-feira Santa, não é o dia de enfatizar o sofrimento de Cristo, mas de contemplar com atenção amorosa a sua morte vitoriosa e a sua bem aventurada paixão, é dia de jejum e abstinência, a Igreja jejua porque o esposo lhe é tirado. Jesus cumpre plenamente o projeto do Pai e torna-se fonte de graça e de salvação para a humanidade. Seu sofrimento não é castigo, nem vontade de Deus, mas consequência da fidelidade a Ele.

Assim sendo, neste dia, a Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da Palavra Divina, procurando entender o significado da morte do Senhor.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Sexta-feira, 02/04, ás 16:00hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

1ª leitura: Is 52, 13 – 53, 12

Salmo Responsorial: Sl 30(31), 2.6.12-13.15-16.17.25 (R. Lc 23,46)

2ª leitura: Hb 4, 14 – 16;5,7-9

Evangelho: Jo 18, 1 – 19,42

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Fazer Jejum e se abster de carne de animal de sangue quente.

ü Colocar uma cruz na porta de casa e preparar um ambiente/altar com um crucifixo.

ü Meditar, às 15h, sobre a morte de Jesus, de preferência com a Leitura do Evangelho segundo São João, capítulos 18 e 19 (na íntegra), diante do Crucifixo.

ü Diante do crucifixo, rezar três vezes, se possível, de joelhos: Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos porque pela vossa santa Cruz remistes o mundo. Em seguida, rezar o Pai Nosso.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

SABADO SANTO (03/04) – VIGÍLIA PASCAL

 

Ø Sentido da Celebração

 

Durante o Sábado Santo, a Igreja permanece junto a sepultura do Senhor, meditando a sua paixão e morte sua descida aos infernos e esperando na oração e no jejum a sua ressureição. Neste dia a Igreja recomenda que os catecúmenos façam jejum e reservem tempo para oração, participando do recolhimento.

A Vigília Pascal é a máxima Solenidade do Ano Litúrgico, é consagrada em honra do Senhor a Noite Santa em que o Senhor Ressuscitou. A ressurreição de Cristo é o fundamento de nossa fé e de nossa esperança e por meio do batismo e da Crisma somos inseridos no mistério pascal de Cristo, mortos, sepultados e ressuscitados com ele.

O Círio Pascal é marcado com a Cruz o Alfa e o Ômega, Princípio e Fim, assim como a indicação do ano em curso. É feito de cera virgem, é para nós o símbolo do ressuscitado por meio dos ritos. Depois do lucernário e da Proclamação da Pascoa a Igreja contempla as maravilhas que o Senhor realizou em favor do povo através da liturgia da Palavra.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Sábado, 03/04, ás 19:00hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

 

1ª leitura: Gn 1,1– 2,2

Salmo Responsorial:  Sl 103

2ª leitura: Gn 22,1-2.9a.10-13.15-18

Salmo Responsorial: Sl 15

3ª leitura: Êx 14,15 – 15,1

Salmo Responsorial: Êx 15,1-6.17-18

4º leitura: Rm 6,3-11

Evangelho: Mc 16,1-7

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Buscar viver o silêncio.

ü Prepara um ambiente com Uma vela nova e a uma vasilha com água para serem abençoadas, para representarem respectivamente as memórias do Cristo Ressuscitado, a nova luz que dissipa as trevas e as aguas do batismo.

ü Preparar-se com toda a família para acompanhar a transmissão da Vigília Pascal. Não esqueça de ter velas em casa, de preferência uma para cada membro da sua família, pois este é o momento em que renovaremos as promessas do nosso Batismo ascenderemos a vela como sinal de que as trevas foram dissipadas: estamos prontos para acolher a verdadeira luz, que é Cristo Ressuscitado.

 

 

DOMINGO DE PASCOA (04/04)

 

 

Ø Sentido da Celebração

 

Neste dia, Igreja testemunha e anuncia, como fez através dos séculos: Jesus Cristo, morto na cruz, ressuscitou, está vivo e presente no meio de nós! Por infinita condescendência para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida através da ressurreição de Jesus.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência.

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males.

 

Ø Horário de transmissão da celebração

 

Domingo, 04/04, ás 11:00hs.

 

Ø Liturgia da Palavra

1ª leitura: At 10, 34ª. 37-43

Salmo Responsorial: Sl 117(118), 1-2.16ab-17.22-23 (R. 24)

2ª leitura: Cl 3, 1-4.

Evangelho: Jo 20, 1-9.

 

Ø Sugestões para bem vivenciar, em casa, o mistério celebrado

 

ü Acender a vela que foi benta na vigília e amarrar um lenço branco na porta da casa;.

ü Adornar os móveis da sua casa com toalha brancas, que representam a pureza do novo, da Ressurreição.

ü Ler e meditar o Evangelho segundo São João 11, 20.

ü Participar das celebrações transmitidas pela televisão ou pelas redes sociais, de preferência da sua paróquia.

 

Transmissão-  Youtube da Paróquia de Santa Luzia e Rádio Rural de Mossoró