ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sou Luz para o Seminário Santa Teresinha




O Seminário Santa Teresinha relançou, neste domingo, 19, a Campanha Sou Luz Para o Seminário nas missas. Uma das campanhas mais importantes para a manutenção do nosso Seminário, campanha esta que é caracterizada pela contribuição dos fiéis através da conta de energia da COSERN. Que Santa Teresinha do Menino Jesus, interceda por todos nós, pelo Seminário e por todos os seus benfeitores. Ligue ( 84) 3321.6396 e saiba "Como ser Luz para Seminário"


Visita da imagem e ícone do Sagrado Coração de Jesus na Paróquia de São Francos de Assis



Diocese convida para ordenações sacerdotais





A Diocese de Santa Luzia de Mossoró tem a alegria de convidar você e seus familiares a participarem das ordenações sacerdotais que acontecerão a partir do próximo mês. Iniciando com a ordenação do diácono Antoniel Alves da Silva ( 1º de junho), depois os diáconos  Carlos Italo Aires Nogueira  e Rafael Andrade da Silva ( 08 de junho) e José Mário Viana Segundo (28 de junho).


Formação Litúrgica: O Canto Litúrgico






A Diocese está realizando, nos dias 24 e 25 de maio, uma formação com Frei Joaquim Fonseca para os cantores e pessoas que tocam nas celebrações. A formação acontecerá na sala Pe Mota da Faculdade Católica do Rio Grande do Norte.        

Reflexão para o Quinto Domingo da Páscoa- João 13,31-35 ( Ano C)


Neste ano (C), a liturgia propõe o texto de João 13,31-35 para o evangelho do quinto domingo do tempo pascal. À medida em que avançamos nesse tempo, após lermos os diversos relatos das manifestações (aparições) do Ressuscitado junto aos seus discípulos(a), é interessante retornar à essência do que Ele ensinou, tendo em vista a proximidade da ascensão, para que essa não seja sinal de ausência, mas de presença e vivência dos seus ensinamentos. De fato, é através da vivência do que Jesus ensinou que se pode experimentar a sua presença de Ressuscitado ao longo do tempo. Nesse sentido, a liturgia de hoje chama a atenção para o que Ele ensinou e deixou de mais precioso para os seus seguidores e seguidoras de todos os tempos: o mandamento do amor, tema central do evangelho deste dia.

O contexto do evangelho de hoje é o da última ceia, ambientada no cenáculo, vivenciada por Jesus e os Doze às vésperas da páscoa. No Evangelho segundo João, especialmente, a ceia não é apenas o consumo de alimentos e nem a vivência de um rito, tampouco uma mera confraternização. A ceia é, acima de tudo, um momento forte de catequese e auto revelação de Jesus; é o momento de apresentação de seu testamento, como é considerado o seu longo discurso. Por isso, é um episódio que ocupa nada menos que cinco capítulos (13 – 17), totalizando cento e cinquenta e cinco versículos, o que corresponde a um quarto de todo o Evangelho. Desse total, a liturgia propõe para hoje somente cinco versículos (13,31-35), embora muito ricos, a ponto de serem considerados introdução e síntese do testamento de Jesus.

Ainda a nível de contexto, é importante recordar que o trecho utilizado pela liturgia de hoje está localizado entre os dois momentos mais dramáticos da ceia: o anúncio da traição de Judas (cf. Jo 13,21-30) e a predição da negação de Pedro (cf. Jo 13,36-38). Essa localização é proposital e corresponde às intenções catequéticas e teológicas do evangelista: não obstante às debilidades da comunidade, o que Jesus tem a oferecer é sempre o amor. Quer dizer que o amor oferecido por Jesus aos seus não se deve aos méritos da comunidade, mas porque o amor é a sua essência e, sendo Ele amor, não pode oferecer outra coisa senão o amor. Portanto, traição e negação, bem como as incoerências dos discípulos e discípulas de todos os tempos, não fazem Jesus diminuir o seu amor, embora isso comprometa a sua manifestação no mundo, como Ele mesmo adverte. O primeiro momento da ceia narrado por João foi o lava-pés (cf. Jo 13,1-15); com esse gesto surpreendente, Jesus já sinalizava aos discípulos que viriam novidades no seu ensinamento; sem dúvidas, a maior novidade foi o “novo mandamento”.

O texto é iniciado com uma introdução informativa do narrador, e em seguida é ocupado somente por palavras de Jesus: “Depois que Judas saiu, disse Jesus: ‘Agora foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele. Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo” (vv. 31-32). A saída de Judas da sala onde estavam ceando é um ato demarcatório para a glorificação de Jesus, e não a sua causa. Judas saiu para traí-lo, rompendo a comunhão e rejeitando o amor que lhe estava sendo oferecido. Certamente, foi doloroso para Jesus ver um dos seus amigos deixar a comunidade para aliar-se aos poderosos que estavam prestes a condená-lo, trocando o amor gratuito por dinheiro. Ao sentir que nem diante de um fato tão lamentável o seu amor diminuía, Jesus confirmava que, tinha chegado a sua hora, o momento da glória.

Para falar da sua glória, Jesus aplica a si a imagem misteriosa do “Filho do Homem”, um título conhecido na literatura judaica, que na época de Jesus evocava um ser glorioso e potente. Geralmente, Jesus relaciona essa imagem ao seu sofrimento, tanto aqui em João quanto nos sinóticos (cf. Mt 17,22; 20,18; Mc 9,12.31; 10,33; Lc 9,22.44), contradizendo o uso recorrente no seu tempo. Em João, especialmente, glorificação e sofrimento são termos que se completam reciprocamente, quer dizer, glória e paixão estão intrinsecamente relacionadas. A certeza de que a traição não diminui o seu amor e nem lhe faz recuar dos seus propósitos de fidelidade incondicional ao Pai, faz Jesus concluir que a o momento da glorificação chegou. Inclusive, essa hora fora bastante esperada na dinâmica do Quarto Evangelho (cf. Jo 2,4; 7,30; 8,20). Somente agora, no drama da traição durante a ceia, Jesus confirma que é chegado o momento.

É importante a unidade existente entre Jesus e Deus, o Pai; ambos são glorificados simultaneamente: “foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele”. Ora, a glória do Filho é realizar os propósitos do Pai; a glória do Pai, por sua vez, é ver o Filho sendo-lhe fiel até as últimas consequências. Chama a atenção o fato de que a locução verbal “ser glorificado” aparece cinco vezes em apenas dois versículos (vv. 31-32), o que confirma ainda mais a importância do tema. Inclusive, o título que recebe a segunda parte do Evangelho joanino é “Livro da glória” (Jo 13 – 20). Essa glória compreende a paixão, morte e ressurreição de Jesus, e é motivada pelo amor incondicional e recíproco entre o Pai e o Filho; é esse o modelo de amor que a comunidade cristã deve reproduzir, o que Judas não assimilou e, por isso, saiu da sala.

Apesar do drama de ver um amigo disperso, fora da comunhão, e a certeza da cruz iminente, o amor e a ternura de Jesus se tornam cada vez mais fortes; Ele não se deixa abalar e, continuando seu discurso de despedida, afirma: “Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco” (v. 33a). Certamente, estava emocionado ao usar essa expressão de ternura, chamando os discípulos de filhos no diminutivo: “Filhinhos” (em grego: τεκνία = teknía); é a única vez em que essa palavra aparece no Evangelho segundo João, embora seja um termo comum do vocabulário da sua comunidade, pois aparece sete vezes na sua primeira carta (cf. 1Jo 2,1.12.28; 3,7.18 4,4; 5,21). É um termo afetuoso, usado aqui por quem está em clima de despedida e tem recomendações muito sérias para dar aos que devem continuar a sua obra, pois Ele tinha muita clareza de que lhe restava pouco tempo com os seus discípulos. Porém, estava dando uma alternativa para que, mesmo após sua morte, a comunidade continuasse tendo a sua presença. Essa alternativa é a vivência do amor.

Tendo preparado os discípulos, dispensando-lhes uma ternura única, Jesus lhes dá a sua maior herança: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (v. 34). Talvez os discípulos esperassem mais, como um conjunto de normas, ritos, etc. Mas Jesus deixou somente isso: um mandamento novo. Na língua original do Evangelho, há dois adjetivos que correspondem a “novo”: o primeiro deles (νέος = néos) significa algo novo que se soma ao que já existe; o segundo (καινός= kainós) significa algo novo que substitui o velho, superando-o e fazendo-o desaparecer. É essa segunda palavra que o evangelista usa aqui. Portanto, o mandamento novo dado por Jesus não vem a ser um acréscimo ao decálogo, mas a sua completa superação. Quer dizer que, vivendo esse mandamento, a comunidade não necessita de nenhum outro. Somente em João o mandamento do amor é dado com essa radicalidade, como veremos a seguir.

É claro que a lei já antiga já previa o amor ao próximo: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Lv 19,18). Na tradição sinótica, houve uma adaptação do primeiro mandamento do decálogo com esse do Levítico: “amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças, e ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22,37-38; Mc 12,33; Lc 10,27). Diante disso, a novidade apresentada por João se torna ainda mais evidente, pois Jesus não reivindica nada para si e nem para Deus, o Pai; pede apenas amor recíproco entre os membros da comunidade: “amai-vos uns aos outros”; nesse amor recíproco entre os discípulos, obviamente, estará o amor a Deus, pois é Ele a fonte do amor e, consequentemente, a Jesus, o revelador do amor do Pai. De acordo com o Levítico e os Sinóticos, o critério do amor ao próximo é o amor a si próprio; Jesus muda também essa perspectiva: o critério do amor que deve ser vivenciado na comunidade é o seu; o parâmetro é o amor de Jesus: “como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros”; e o seu não é um amor qualquer, mas é aquele amor capaz de dar a vida pelo próximo. A medida do amor ao próximo, portanto, deve ser somente o amor de Jesus, cuja expressão visível é o serviço, como Ele tinha demonstrado lavando os pés dos discípulos e também recomendando: “Eu vos dei um exemplo para que também vós façais o mesmo” (Jo 13,15).

O mandamento dado por Jesus é tão novo, que a vivência dele se torna o único critério de pertença à sua comunidade: “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros” (v. 35). É a vivência recíproca desse amor que caracteriza uma comunidade como pertencente a Jesus, e que manifesta a presença do Ressuscitado nessa. Portanto, somente o amor é suficiente para alguém ser reconhecido como discípulo ou discípula de Jesus.

Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues – Diocese de Mossoró-RN

Nota de condolências pelo falecimento da mãe do Padre Manoel Guimarães





Assim como uma mãe consola seu filho, também eu os consolarei” (Is 66, 13).



Comunicamos o falecimento da senhora Angelita Fernandes da Mota Guimarães, 97 anos,- mãe do Padre Manoel Guimarães. O velório ocorrerá na Capela de Santa Teresinha a partir das 8h e o sepultamento, às 17h, no cemitério São Sebastião, em Mossoró- RN.
A Diocese de Mossoró se solidariza com a dor dos familiares e do padre e, com estima, pedimos que Santa Luzia, Padroeira da nossa Diocese, possa infundir em seus corações a paz e o amor de Deus, necessários neste momento de dor e sofrimento, e que a Mãe Aparecida possa conduzir esta boa alma até o seu Filho Jesus.

Semana Missionária na Área Pastoral de Santo Antônio em Antônio Martins, João Dias e Frutuoso Gomes





Período: 25 de maio a 1º de junho
“Enviados para testemunhar o evangelho da paz”

Programação

DIA 25/05 – SÁBADO
07h30 - Acolhida dos missionários itinerantes e locais e credenciamento
09h – Oração do Ofício Divino na Igreja Matriz de Santo Antônio
- Café partilhado
09h40 às 15h – Espiritualidade e Panorâmica da Área Pastoral de Santo Antônio
12h - Almoço dos missionários
17h – Missa de abertura da Semana Missionária na Área Pastoral presidida pelo Bispo Dom Mariano Manzana, na Igreja Matriz de Santo Antônio
- Envio dos missionários para os setores
- Hospedagem e jantar em cada polo pastoral

DIA 26/05 – DOMINGO
“Enviados para testemunhar o Evangelho da paz”
08h – Celebração de abertura em cada setor missionário
08h30 – Café da manhã partilhado
09h – Encaminhamentos
09h30 às 11h30 – Visita às famílias dos setores
12h – Almoço partilhado
17h - Partilha do dia/Jantar partilhado em cada comunidade
19h – Noite cultural em cada comunidade

DIA 27/05 – SEGUNDA-FEIRA
“Convocada a fazer parte do povo das bem-aventuranças: Uma Igreja em saída que se faz a luz na família e no mundo”
Textos bíblicos: Mt. 5,1-12; Mt. 14,13-21
06h - Oração da manhã (espaço preparado pela equipe de liturgia)
- Café partilhado
7h às 11h – Encaminhamentos e visita às famílias
11h30 – Partilha do dia/Almoço partilhado em cada comunidade
14h30 às 16h30 – Continuação das visitas
17h - Partilha do dia/Jantar partilhado em cada comunidade
18h30 – Caminhada das Bem-aventuranças (fazer memória dos leigos e leigas que assumiram com alegria e dedicação o cuidado da família na fé da Santa Igreja)
19h – Celebração de Memória da Comunidade
- Gesto concreto: Doação de arroz, feijão, farinha, óleo, cuscuz, açúcar e/ou café.  Em seguida, convivência fraterna em comunidade com o chá/café da noite






DIA 28/05 – TERÇA-FEIRA
“Sal da Terra e Luz no Mundo: Uma Igreja em saída que se faz luz no mundo da comunicação e da educação”
Texto bíblico: Mt. 5,13-14
06h – Oração da manhã (espaço preparado pela equipe de liturgia)
- Café partilhado
07h às 11h – Encaminhamentos e visita às famílias
09h30 – Encontro das instituições de ensino infantil e fundamental
11h30 – Partilha do dia/Almoço partilhado em cada comunidade
15h30 – Fórum sobre “Juventude e a superação da violência” nas instituições de ensino fundamental e médio
17h - Partilha do dia/Jantar partilhado em cada comunidade
18h30 – Caminhada da Paz (fazer memória dos educadores e dos comunicadores cristãos)
19h – Celebração da Família
- Gesto concreto: Doação de material de higiene: creme dental, sabonete, papel higiênico, entre outros


DIA 29/05 – QUARTA-FEIRA
“Discipulado, testemunho e profetismo: o seguimento a Jesus Cristo é uma caminhada martirial”
Texto bíblico: Mt. 10, 1-16
Memória dos mártires de ontem e de hoje
06h – Oração da manhã (espaço preparado pela equipe de liturgia)
- Café partilhado
07h às 11h – Encaminhamentos e visita às famílias
- Visitar pessoas que fizeram o bem ao próximo, acolhendo, socorrendo, ajudando e que são verdadeiras discípulas e profetas em sua terra
- Visitar a Secretaria de Assistência Social, CRAS, Conselho Tutelar, entre outros órgãos de proteção social, justiça e cidadania
11h30 – Partilha do dia/Almoço partilhado em cada comunidade
14h30 às 16h30 – Continuação das visitas
16h – Seminário sobre “Conjuntura sócio-político-ambiental de hoje e a missão dos cristãos leigos” em João Dias (local a ser definido pela equipe de articulação)
17h30 - Jantar partilhado em cada comunidade
19h00 – Caminhada dos Mártires (a Caminhada dos Mártires é uma culminância de todo dia de recordação dos mártires da Igreja)
- Gesto concreto: Material de limpeza: sabão em pó, desinfetante, água sanitária, esponja, detergente, entre outros. Em seguida, convivência fraterna em comunidade com o chá/café da noite


DIA 30/05 – QUINTA-FEIRA
“Amor-serviço: uma Igreja em saída que se faz luz na superação da violência e na construção da cultura da paz”
Texto bíblico: Mt. 18, 1-4
06h – Oração da manhã (espaço preparado pela equipe de liturgia)
- Café partilhado
07h às 11h – Encaminhamentos e visita às famílias
- Visita ao hospital, unidades básicas de saúde, associações e centros comunitários
09h – Celebração da Saúde/Amigo da Pessoa Idosa
11h30 – Partilha do dia/Almoço partilhado em cada comunidade
14h30 – Continuação das visitas
16h – Seminário sobre “Conjuntura sócio-político-ambiental de hoje  e a missão dos cristãos leigos” em Antônio Martins (local a ser definido pela equipe de articulação)
18h - Jantar partilhado em cada comunidade
19h – Celebração do Lava-pés e Adoração Eucarística
- Gesto concreto: Condimentos e latarias: milho verde, ervilha, sardinha, atum, creme de leite, tempero, vinagre, entre outros


DIA 31/05 – SEXTA-FEIRA
“Perdão e Reconciliação: o perdão é a chave da construção de uma comunidade de comunidades”
Texto bíblico: Mt. 18, 19-22
06h – Oração da Via-Sacra pela comunidade
- Café partilhado
07h às 11h – Encaminhamentos e visita às famílias
11h30 – Partilha do dia/Almoço partilhado em cada comunidade
14h30 – Continuação das visitas
16h – Seminário sobre “Conjuntura sócio-político-ambiental de hoje, e a missão dos cristãos leigos” em Frutuoso Gomes (local a ser definido pela equipe de articulação)
18h - Jantar partilhado em cada comunidade
18h30 – Procissão Penitencial
19h – Celebração Penitencial com acendimento da fogueira
Igreja Matriz de Santo Antônio - Antônio Martins / Capela de Santa Luzia – Pintada / Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Frutuoso Gomes/Capela de São Sebastião – João Dias

DIA 01/06 – SÁBADO
“Compromisso Batismal: compromisso do batismo e a edificação da justiça”
Texto bíblico: Mt. 25, 31-46
07h – Ofício de Nossa Senhora – Capela/ou em um espaço contemplativo
- Café partilhado
08h - Avaliação da Semana Missionária em cada polo
12h – Almoço em cada polo
Tarde livre
17h – Acolhida das caravanas missionárias e das comunidades de outras paroquias 
17h30 – Abertura da Festa de Santo Antônio 2019
18h – Celebração Eucarística em Ação de Graças pela Semana Missionária e Ordenação Presbiteral do Diácono Antoniel Alves



Beata Irmã Dulce, o "Anjo bom da Bahia", será proclamada Santa



O Papa Francisco recebeu em audiência esta segunda-feira, 13 de maio, o prefeito do Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu, na qual autorizou o Dicastério vaticano a promulgar os Decretos relacionados:
- ao milagre, atribuído à intercessão da Beata Dulce Lopes Pontes (nome de batismo: Maria Rita Lopes de Sousa Brito), conhecida como Irmã Dulce – “O Anjo bom da Bahia”, recordada por sua obras de caridade e de assistência aos pobres e necessitados. Religiosa da Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, a Beata Irmã Dulce nasceu em Salvador em 26 de maio de 1914 e ali faleceu em 22 de maio de 1992. Irmã Dulce foi beatificada em 22 de maio de 2011 e com este decreto será proclamada Santa proximamente em solene celebração de canonizações;
- outro Decreto diz respeito ao milagre, atribuído à intercessão da Beata Giuseppina Vannini (nome de batismo: Giulia Adelaide Agata), fundadora das Filhas de São Camilo, nascida em Roma em 7 de julho de 1859 e falecida na capital italiana em 23 de fevereiro de 1911;
- às virtudes heroicas do Servo de Deus Salvador Pinzetta (nome de batismo: Hermínio Pinzetta), religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos; nascido em Casca, no Rio Grande do Sul (Brasil) em 27 de julho de 1911 e falecido em Flores da Cunha (RS) em 31 de maio de 1972;
- ao milagre, atribuído à intercessão da Venerável Serva de Deus Lucia dell’Immacolada (nome de batismo: Maria Ripamonti), Irmã professa do Instituto das Servas da Caridade; nascida em Acquate (Itália) em 26 de maio de 1909 e falecida em Brescia (Itália) em 4 de julho de 1954;
- às virtudes heroicas do Sevo de Deus Giovanni Battista Pinardi, Bispo auxiliar de Turim, nascido em Castagnole Piemonte (Itália) em 15 de agosto de 1880 e falecido em Turim em 2 de agosto de 1962;
- às virtudes heroicas do Servo de Deus Carlo Salerio, Sacerdote do Instituto das Missões Exteriores de Paris, Fundador do Instituto das Irmãs da Reparação; nascido em Milão (Itália) em 22 de março de 1827 e falecido em 29 de setembro de 1870;
às virtudes heroicas do Servo de Deus Domenico Lázaro Castro, Sacerdote professo da Sociedade Maria; nascido em San Adrian de Juarros (Espanha) em 10 de maio de 1877 e falecido em Madri em 22 de fevereiro de 1935;
- às virtudes heroicas da Serva de Deus Maria Eufrasia Iaconis (nome de batismo: Maria Giuseppina Amalia Sofia), Fundadora da Congregação das Filhas da Imaculada Conceição; nascida em Casino de Calabria, hoje Castelsilano (Itália) em 18 de novembro de 1867 e falecida em Buenos Aires (Argentina) em 2 de agosto de 1916.
Site- Vatican News

Confira os 12 novos membros do CONSEP


Por meio de eleição durante a 57ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), os bispos escolheram os novos presidentes das Comissões Episcopais Pastorais que estarão à frente de cada uma delas durante o próximo quadriênio (2019 – 2023).
Dom João Francisco Salm, bispo de Tubarão (SC) foi eleito presidente da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada. Em resposta sobre a missão a ele confiada, o bispo afirmou: “Da minha parte, farei tudo que estiver ao meu alcance na comissão”.
Para estar à frente da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, o escolhido foi dom Giovane Pereira de Melo, bispo de Tocantinópolis (TO). Por sua vez, o responsável pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial será dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC).
Dom José Antônio Peruzzo, arcebispo de Curitiba (PR), foi reeleito para a Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética. Também reeleito, dom Pedro Carlos Cipollini, bispo de Santo André (SP), ficará mais quatro anos à frente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé.
A Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia será comandada por dom Edmar Peron, bispo de Paranaguá (PR). Já o eleito como presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso foi dom Manoel João Francisco, bispo de Cornélio Procópio (PR). O prelado foi escolhido na quarta-feira, 8 de maio.
Também no oitavo dia, foi eleito dom José Valdeci Santos Mendes como presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Ação Social Transformadora da CNBB. Dom Valdeci é bispo de Brejo (MA), e ao ser perguntado se aceitava, respondeu: “Na confiança dos irmãos, eu aceito o chamado de Deus para esta missão e digo sim”.
O arcebispo de Montes Claros (MG), dom João Justino de Medeiros Silva, foi reeleito presidente da Comissão Episcopal Pastoral para Cultura e Educação para o quadriênio 2019-2023. Eleito no primeiro escrutínio, dom João Justino, alcançou a maioria absoluta requerida de votos para o cargo. “Agradeço a confiança dos senhores. Aceito o encargo do segundo mandato. Conto com a colaboração de todos. Vamos trabalhar juntos porque os desafios da educação aumentam a cada dia. É muito importante, o empenho de todos nós, lá nas bases apoiando as pastorais da educação, da cultura e universitária”, disse aos bispos.
O episcopado brasileiro elegeu dom Ricardo Hoepers, bispo de Rio Grande (RS), em primeiro escrutínio, por maioria absoluta dos votos, como presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família. “Pela promoção e defesa da vida e da família, eu digo sim!”, afirmou dom Ricardo ao aceitar a missão.
Dom Nelson Francelino, bispo de Valença (RJ), foi eleito para a presidência da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude para o próximo quadriênio. “Em continuidade com a história desta comissão, inicialmente presidida por dom Eduardo, com o desafio de implementar o Projeto Ide e o Sínodo da Juventude, eu me sinto honrado com a escolha dos bispos. Eu digo sim”, expressou dom Nelson ao aceitar o desafio.
Para presidir a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação no próximo quadriênio, foi eleito dom Joaquim Giovani Mol, bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG). “Meu lema episcopal é Deus é amor. Então, por que Deus é amor, eu aceito”, disse dom Mol ao aceitar presidir a comissão.
Por padre José Ferreira e Sara Gomes

Comunicação e Igreja




Pela primeira vez, a Assembleia Trimestral de Pastoral tratará do tema “Comunicação” e terá como assessora a Ir. Joana Puntel,  que é  uma das maiores referências atuais quando se trata de temas relacionados à comunicação e à Igreja. O tema principal será “A Evangelização da Igreja no mundo da Comunicação” e acontecerá nos dias 17 e 18, na sala Padre Mota da Faculdade Católica do Rio Grande do Norte. 
Na primeira parte da Trimestral, haverá a conferência da Irmã Joana Puntel, da Congregação das Irmãs Paulinas. Residente em São Paulo, Irmã Joana é Doutora em comunicação e autora de alguns livros, além de ser orientadora pedagógica do Serviço da Pastoral da Comunicação (SEPAC), das Paulinas. Na segunda parte, teremos o subtema “A Influência das novas mídias na comunicação social” debatido pelos jornalistas que são Mestres em comunicação: Izaíra Thalita e Esdras Marquezan. E no sábado haverá a participação do diretor da Zumba Comunicação e jornalista Ricartte Bettson, que falará sobre “Marketing e Publicidade”; Padre Ricardo Rubens, falando sobre a articulação da Pastoral da Comunicação; do jornalista Marcelo Benevello sobre a "Identidade Visual da Pascom" e da jornalista e assessora de imprensa da Diocese, Valéria Bulcão, falando sobre os canais de comunicação da Diocese. No encerramento, acontecerá a instalação do Setor Diocesano de Comunicação.